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Trabalho em Equipe - Desequilíbrio Emocional

Trabalho em Equipe - Desequilíbrio Emocional


O Trabalho em Equipe deve estar blindado contra quaisquer melindres individuais daqueles que compõem a equipe.


Trabalho em Equipe não deve correr riscos porque alguém está insuficientemente comprometido com o andamento do todo. Um membro assim, pode terminar isolando-se do grupo.






Desequilíbrio Emocional

É provável que em algum momento recebamos um feedback negativo em algo que precisamos dar atenção.

O trabalho em equipe também nos expõe a críticas construtivas.

O dois exemplos acima não nos deve fazer perder a calma, ou sermos grosseiros em sinal de revide.

É desejável que desenvolvamos a capacidade de lidar profissionalmente com tais apontamentos.

Tente fazer uma lista com os 10 pontos onde conseguiu ser bem sucedido: É importante conseguirmos valorizar os nossos avanços e encontrarmos contentamento pessoal nisso.

Liste 5 pontos onde gostaria de ter demonstrado um comportado emocional melhor: Podemos modelar os nossos sentimentos de forma consciente. Ao invés de fugir e evitarmos pensar nas situações onde não nos comportamos apropriadamente, nos educaremos a encontrar soluções mais resilientes.


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Série: Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos - Vacina Contra a Varíola

Série: Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos - Vacina Contra a Varíola


A Varíola foi conhecido como um dos piores ameaças a humanidade já enfrentou. Em termos de hoje era tão mortal como o câncer ou doença cardíaca, matando mais de 10% da população com figuras sendo até 20% nas cidades maiores povoadas. Graças ao desenvolvimento da vacina no século 19 foi um dos primeiros doenças a ser varrido do planeta. Hoje, a erradicação da varíola é visto como uma das maiores conquistas da humanidade.

É causada por um Orthopoxvirus, um dos maiores vírus que infectam os seres humanos, com cerca de 300 nanômetros de diâmetro, o que é suficientemente grande para ser visto como um ponto ao microscópio óptico (o único outro vírus que causa doença também visível desta forma é o vírus do molusco contagioso). O vírus tem envelope (membrana lípidica própria). O seu genoma é dos mais complexos existentes. O vírus fabrica as suas proteínas e replica-se numa área localizada do citoplasma da célula hóspede, sendo um dos poucos vírus com essa capacidade de se localizar em corpos de inclusão de Guarnieri, ou fábricas. O seu genoma é de quase 100.000 pares de bases, um dos maiores genomas virais.


Seu genoma é de RNA fita simples de polaridade negativa. Ao contrário dos outros vírus, ele contém dentro de si suficiente quantidade das enzimas necessárias à produção de ácidos nucleicos, e ao seu ciclo de vida, e utiliza apenas a maquinaria de síntese proteica da célula. Daí que é dos poucos vírus de RNA citoplasmáticos. É considerada extinta desde 11 de setembro de 1978, ano em que ocorreu o último caso que vitimou uma médica num laboratório inglês por erro (Janet Parker); o último caso registado fora dos laboratórios foi registado em 1977, na Somália, tendo Ali Maow Maalin (um jovem de 23 anos, residente na cidade de Merca ) o último homem a contrair varíola fora dos laboratórios, mas se recuperou. Foi a primeira doença erradicada pelo homem, graças à intensa campanha de vacinação em todo o mundo, a sua erradicação foi anunciada em 1980 pela Organização Mundial da Saúde.




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As Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos:




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Série: Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos - Penicilina - 1942

Série: Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos - Penicilina - 1942


A Penicilina foi desenvolvido pela primeira vez em 1928, mas começou a ser utilizado em 1942. Como o primeiro antibiótico oficial, que marcou um ponto de viragem na história humana e liderou o caminho no tratamento de inúmeras doenças bacterianas. Calcula-se que o antibiótico já salvou mais de 80 milhões de vidas e sem a sua descoberta e implementação, 75% das pessoas hoje não estaria vivo porque seus ancestrais teria sucumbido à infecção. Ela tem sido usado para tratar uma variedade de condições, tais como a pneumonia e a escarlatina, bem como ouvido, infecções da pele e da garganta.

Em 2010 mais de 7,3 bilhões de unidades de Penicilina foram administrados em todo o mundo. Entretanto, o uso inadequado da droga fez com que o mundo enfrenta agora resistência aos antibióticos, e as bactérias estão evoluindo para combater os efeitos da droga.

Penicilina é um antibiótico natural derivado do bolor produzido pelo fungo Penicillium Chrysogenum (ou P. Notatum). Ela foi descoberta pelo médico e bacteriologista escocês Alexander Fleming e está disponível como fármaco desde 1941, sendo o primeiro antibiótico a ser utilizado com sucesso.

Tem-se dito que muitas descobertas científicas são feitas ao acaso. O acaso, já dizia Pasteur, só favorece aos espíritos preparados e não prescinde da observação. A descoberta da penicilina constitui um exemplo típico. Alexander Fleming, bacteriologista do St. Mary's Hospital, de Londres, vinha já há algum tempo pesquisando substâncias capazes de matar ou impedir o crescimento de bactérias nas feridas infectadas. Essa preocupação se justificava pela experiência adquirida na Primeira Grande Guerra (1914-1918), na qual muitos combatentes morreram em conseqüência da infecção em ferimentos profundos. Em 1922 Fleming descobrira uma substância antibacteriana na lágrima e na saliva, a qual dera o nome de lisozima. Em 1929 Fleming desenvolvia pesquisas sobre estafilococos, quando descobriu a penicilina. A descoberta da penicilina deu-se em condições peculiaríssimas, graças a uma seqüência de acontecimentos imprevistos e surpreendentes.

O fungo foi identificado como pertencente ao gênero Penicilium, donde deriva o nome de penicilina dado à substância por ele produzida. Fleming passou a empregá-la em seu laboratório para selecionar determinadas bactérias, eliminando das culturas as espécies sensíveis à sua ação.


A penicilina foi descoberta em 1928 por Alexander Fleming quando saiu de férias e esqueceu algumas placas com culturas de micro-organismos em seu laboratório no Hospital St. Mary em Londres.

Quando voltou, reparou que uma das suas culturas de Staphylococcus tinha sido contaminada por um bolor, e em volta das colônias deste não havia mais bactérias. Então, Fleming e seu colega, Dr. Pryce, descobriram um fungo do gênero Penicillium, e demonstraram que o fungo produzia uma substância responsável pelo efeito bactericida: a penicilina. Esta foi obtida em forma purificada por Howard Florey, Ernst Chain e Norman Heatley, da Universidade de Oxford, muitos anos depois, em 1940. Eles comprovaram as suas qualidades antibióticas em ratos infectados, assim como a sua não-toxicidade. Em 1941, os seus efeitos foram demonstrados em humanos. O primeiro homem a ser tratado com penicilina foi um agente da polícia que sofria de septicémia com abcessos disseminados, uma condição geralmente fatal na época. Ele melhorou bastante após a administração do fármaco, mas veio a falecer quando as reservas iniciais de penicilina se esgotaram. Em 1945, Fleming, Florey e Chain receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina por este trabalho. A Penicilina salvou milhares de vidas de soldados dos aliados na Segunda Guerra Mundial.

A descoberta de Fleming não despertou inicialmente maior interesse e não houve a preocupação em utilizá-la para fins terapêuticos em casos de infecção humana até a eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 1939. Em 1940, Sir Howard Florey e Ernst Chain, de Oxford, retomaram as pesquisas de Fleming e conseguiram produzir penicilina com fins terapêuticos em escala industrial, inaugurando uma nova era para a medicina - a era dos antibióticos. Alguns anos mais tarde, Ronald Hare, colega de trabalho de Fleming, tentou, sem êxito, "redescobrir" a penicilina em condições semelhantes às que envolveram a descoberta de Fleming. Após um grande número de experiências verificou que a descoberta da penicilina só se tornou possível graças a uma série inacreditável de coincidências, quais sejam: O fungo que contaminou a placa, como se demonstrou posteriormente, é um dos três melhores produtores de Penicilina dentre todas as espécies do gênero Penicilium; O fungo contaminante teria vindo pela escada do andar inferior, onde se realizavam pesquisas sobre fungos; O crescimento do fungo e dos estafilococos se fez lentamente, condição necessária para se evidenciar a lise bacteriana; No mês de agosto daquele ano, em pleno verão, sobreveio uma inesperada onda de frio em Londres, que proporcionou a temperatura ideal ao crescimento lento da cultura; A providencial entrada do Dr. Pryce no Laboratório permitiu que Fleming reexaminasse as placas contaminadas e observasse o halo transparente em torno do fungo, antes de sua inutilização. Apesar de todas essas felizes coincidências, se Fleming não tivesse a mente preparada não teria valorizado o halo transparente em torno do fungo e descoberto a penicilina.





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Série: Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos - Morfina - 1827

Série: Substâncias Mais Importantes de Todos os Tempos - Morfina - 1827


A Morfina foi descoberto pela primeira vez pelo farmacêutico alemão Friedrich Serturner; duas décadas depois, a Merck iniciou a sua mercantilização comercial em 1827. A droga subiram no uso após o desenvolvimento da seringa hipodérmica em 1852. O nome da substância tem origem no deus grego dos sonhos, Morfeu (em grego: Μορφεύς). Embora os indivíduos possam tornar-se viciado à droga, é, no entanto, concordou que os benefícios do analgésico superam as desvantagens da sua utilização. Sem esta droga, literalmente milhões de pessoas com lesões corporais ou condições médicas mais complicadas teria gasto suas vidas de uma grande quantidade de dor. A descoberta e utilização de morfina também levou maneira de o caminho para a descoberta de uma nova geração de fármacos de gestão de dor, alguns dos quais podem ainda ser adquiridos durante o contador em farmácias hoje.

Dor crônica: É a primeira escolha no tratamento da dor crónica pós-operativa, no cancro e outras situações. Tem vindo a ser substituída como primeira escolha pelo fentanil.
Dor aguda forte: em trauma, dor de cabeça (cefaleia), ou no parto. Não se devem usar nas cólicas biliares (lítiase biliar ou pedra na vesícula) porque provocam espasmos que podem aumentar ainda mais a dor. Não é primeira escolha na dor inflamatória (são usados AINEs).

Na anestesia geral como adjuvante a gás anestésico principal.


Mecanismo de ação
Os opioides são agonistas dos receptores opioides. Estes existem em neurônios de algumas zonas do cérebro, medula espinal e nos sistemas neuronais do intestino.

Os receptores opioides são importantes na regulação normal da sensação da dor. A sua modulação é feita pelos opioides endogenos (fisiológicos), como as endorfinas e as encefalinas, que são neurotransmissores.

Existem quatro tipos de receptores opioides: mu, delta, sigma e kappa. Os receptores mu são os mais significativos na acção analgésica, mas os delta e kappa partilham de algumas funções. Cada tipo de receptores é ligeiramente diferente do outro, e apesar de alguns opioides activarem todos de forma indiscriminada, alguns já foram desenvolvidos que activam apenas um subtipo.


Bulbo da papoila do ópio
Os opioides endógenos são péptidos (pequenas proteínas). Os fármacos opioides usados em terapia apesar de não serem proteínas têm conformações semelhantes em solução às dos opioides endógenos, activando os receptores em substituição destes.


Administração
Via oral, subcutânea, intramuscular ou intravenosa. Epidural, transdérmica, intranasal são menos usadas. É frequente ser dado ao paciente o controlo de uma bomba, activada por um botão, que injecta opioide de acordo com o seu desejo. Existe geralmente um mecanismo que previne a injecção de doses elevadas (que podem provocar danos graves), mas na grande maioria dos casos o controle pelo doente reduz a ansiedade e as doses acabam até por ser mais baixas. Nos doentes com dores não existe efeito eufórico, mas há efeito sedativo, portanto o paciente limita-se a carregar no botão quando sente dores, mas de forma a evitar o efeito de sonolência.

Metabolizada no figado. Efeito de 4 a 6 horas após administração.

Ultrapassa a barreira hemato-encefálica e a placenta. Não deve ser usada na gravidez.

Efeitos clinicamente úteis
Analgesia central com supressão da dor.
Sedação na anestesia.
A morfina é um fármaco que alivia dores extremas.

Efeitos adversos


- Comuns:

  • Euforia pode conduzir à dependência.
  • Sedação
  • Miose: constrição da pupila do olho
  • Depressão respiratória: em overdose constitui a principal causa de morte. Há alguma diminuição da respiração mesmo em doses terapêuticas.
  • Supressão da tosse: pode ser perigosa se houver infecções pulmonares.
  • Rigidez muscular.
  • Vasodilatação com calores na pele.
  • Prurido cutâneo.
  • Ansiedade, alucinações, pesadelos.
  • Vómitos por activação da zona postrema medular centro emético neuronal.



- Incomuns:

  • Libertação de hormona prolactina com possível ginecomastia (crescimento das mamas) nos homens e galactorreia (secreção de leite) nas mulheres.
  • Prolongamento do parto.
  • Redução da função renal.
  • Efeitos tóxicos


Os narcóticos sendo usados através de injeções dentro das veias, ou em doses maiores por via oral, podem causar grande depressão respiratória e cardíaca. A pessoa perde a consciência, fica de cor meio azulada porque a respiração muito fraca quase não mais oxigena o sangue e a pressão arterial cai a ponto de o sangue não mais circular direito: é o estado de coma que se não for atendido pode levar à morte. Literalmente centenas ou mesmo milhares de pessoas morrem todo ano na Europa e Estados Unidos intoxicadas por heroína ou morfina. Além disso, como muitas vezes este uso é feito por injeção, com freqüência os dependentes acabam também por pegar infecções como hepatite e mesmo AIDS. No Brasil, uma destas drogas tem sido utilizada com alguma freqüência por injeção venosa: é propoxifeno (principalmente o Algafan®). Acontece que esta substância é muito irritante para as veias, que se inflamam e chegam a ficar obstruídas. Existem vários casos de pessoas com sérios problemas de circulação nos braços por causa disto. Há mesmo descrição de amputação deste membro devido ao uso crônico de Algafan® .

Outro problema com estas drogas é a facilidade com que elas levam à dependência, ficando as mesmas como o centro da vida das vítimas. E quando estes dependentes, por qualquer motivo, param de tomar a droga, ocorre um violento e doloroso processo de abstinência, com náuseas e vômitos, diarreia, cãibras musculares, cólicas intestinais, lacrimejamento, corrimento nasal, etc, que pode durar até 8-12 dias.

Além do mais o organismo humano se torna tolerante a todas estas drogas narcóticas. Ou seja, como o dependente destas não mais consegue se equilibrar sem sentir os seus efeitos ele precisa tomar cada vez doses maiores, se enredando cada vez mais em dificuldades, pois para adquiri-las é preciso cada vez mais dinheiro.

Contra-indicações

  • Hipertensão craniana como na meningite.
  • Gravidez
  • Insuficiência renal.
  • Insuficiência hepática
  • Juntamente com outros depressores do SNC, como álcool, benzodiazepinas e barbitúricos. Nem com antipsicóticos ou antidepressivos.
  • Pacientes alérgicos a substâncias providas da papoila
  • Enquanto droga de abuso
  • É mais frequente utilizar o seu derivado, a heroína. Apresenta duas características que a torna droga de abuso particularmente perigosa: produz euforia e bem estar, mas a sua ação necessita de doses cada vez maiores para se mantêr ao mesmo nível - fenômeno de tolerância medicamentosa.



Produz dependência física (universal) e psicológica (subjectiva). A dependência física surge 6-10 horas depois da última dose e caracteriza-se por síndrome do "peru molhado", definido por tremores, erecção dos pêlos ("pele de galinha"), suores abundantes, lacrimejamento, rinorreia, respiração rápida, temperatura elevada, ansiedade, anorexia, dores musculares, hostilidade, vómitos e diarreia. Um sinal importante é a miose (constrição da pupila do olho). Estes sinais só desaparecem com a administração de um opioide, geralmente de forma instantânea, e são máximos após 2-3 dias, depois do qual desaparecem gradualmente até ao quinto dia. O sofrimento do toxicodependente é considerável.


Referências

Associação Brasileira de Psiquiatria Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. Abuso e Dependência dos Opioides e Opiáceos. 2012.
Baltieri D.A et al.Tratamento de Síndrome de Dependência de Opióides. Rev Bras Psiquiatr 2004;26(4):259-69
BRASIL – Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas. Livreto Informativo Sobre Drogas Psicotrópicas. 5ª edição, 2ª reimpressão. São Paulo CEBRID, 2011. 
DUARTE, D. F. (2005) Opium and Opioids: A Brief History. Revista Brasileira de Anestesiologia, 55: 135-146. 
FIGLIE, Neliana Buzi. Aconselhamento em Dependência Química. São Paulo: Roca, 2004. 
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia Básica & Clínica. 8ª edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.  
NASCIMENTO E SAKATA. Dependência de Opioide em Pacientes com Dor Crônica. Rev Dor. São Paulo, 2011 abr-jun;12(2):160-5   

RANG, H.P., Dale, M.M., Ritter, J.M., Flower, R.J., Henderson, G. (2003) Fármacos analgésicos In: Farmacologia. 5ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, pp 640- 665   



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