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Força de Vendas - Semear ou não Semear - Eis a questão...

Semear ou não Semear - Eis a questão...



Consegue imaginar que tipo de semente é esta acima?

Estamos olhando para pequenas sementes de maçã, aumentadas muitas vezes.

Existem mais de 7.500 variedades de maçãs, algumas das quais requerem 700 horas de frio, abaixo de 7,2º C para se desenvolverem. Existem maçãs das mais variadas cores e tamanhos. Estas sementes parecem insignificantes, mas quando crescem, tornam-se árvores lindas.

Talvez, por serem tão pequenas, nem mesmo as olhemos com a importância que merecem. Possivelmente nos esqueçamos que dentro de cada semente há um grande e poderoso potencial. Quem sabe despercebemos isso
devido ao tamanho ínfimo que tem. A produção média anual de uma macieira — que dá frutos por cerca de 75 anos — é suficiente para encher 20 caixotes de quase 20 quilos cada um! 

O objetivo dessa reflexão é observarmos como pequenas, diárias e constantes ações com o nosso grupo de trabalho pode resultar em algo fantástico e primoroso, desde que não despercebamos o seu potencial.

Imagine-se dando início a um extenso e grande pomar, algo a perder de vista.

Precisaremos preparar o solo, talvez arando-o.

Que sabe o solo esteja defasado e seja necessário adubá-lo, complementando-o com os elementos necessários para o desenvolvimento dos frutos do nosso pomar.

Após os cuidados com o solo, queremos escolher sementes preparadas para a região onde plantaremos. Isso pode ser feito por selecionar sementes que contenham uma proteção genética contra as pragas mais
perniciosas. Em seguida, semearemos.

Cuidaremos que a distância entre as sementes seja adequada para que não interfira uma no crescimento das outras.

Após a semeadura, por sermos cautelosos, certamente desejaremos cobrir as sementes com a altura de terra correta, para não sufocar a semente.

Um cuidado adicional, pois não queremos que o nosso esforço seja vão, será o de regar a semente, deixando o solo úmido, menos compacto, mais macio para o crescimento das raízes.

E como sabem, depois de tantos cuidados e fases, passado algum tempo a semente brotará.

Com algum esforço, daquele pequeno rebento, surgirá um caule com diminutas folhas.

Em seguida sofrem a exposição ao sol, vento, chuva e insetos.

Novamente, mas não cansados, voltamos a estender a nossa atenção àquelas pequenas mudinhas e pensamos se poderemos fazer mais alguma coisa para ajudar no crescimento.

Talvez possamos protegê-las? Talvez as cerquemos, talvez as pulverizemos?

Tempos depois começamos a visualizar nas pequenas árvores, diminutos brotos a partir dos quais se formarão os pequenos frutos.

Lembra-se do trabalho para se chegar até aqui?
Sim, deu muito trabalho. Mas ainda não está terminado.

Nos esforçamos mais um pouco e recobrimos cada fruto, em cada pequena árvore com uma pequena capanga de seda, impedindo que insetos se deliciem, afetando o aspecto final do fruto maduro.

Mais alguns meses se passam, e podemos olhar para os frutos agora crescidos. As proteções de seda
agora comprimem os frutos. Precisamos trocá-las, talvez façamos outra pulverização.

O tempo foi como sempre: Imprevisível. Tivemos sol, chuva e alguns ventos fortes.

Algumas árvores caíram.

Algumas árvores foram afetadas por pragas.

Algumas árvores não se desenvolveram.

Na colheita percebemos o resultado...

Foi excelente! Mesmo havendo algumas perdas.

Será que o nosso esforço foi vão?

Será que poderíamos ter feito mais? Trabalhado mais?

Acordado mais cedo?

Gastado mais tempo?

Semeado antes?

Plantado mais fundo?

Misturado melhor a terra?

Talvez.

Talvez sim.

Talvez não. 

As sementes podem ser um símbolo poderoso de algo que temos plantado nos últimos meses.

Você sabe... Não adianta abrirmos um buraco, lançarmos as sementes dentro dele, e deixarmos que o tempo se encarregue do restante. Não!

Se realmente desejamos plantar e colher, precisamos investir o nosso tempo, os nossos cuidados, as nossas percepções e experiências.
  
Mas o que realmente importa?

O que realmente importa é que semeamos!

E mesmo após terminarmos o ciclo, poderemos iniciá-lo novamente.

Dessa vez, mais experientes do que antes.

Mais cuidadosos em cada fase.

Ainda mais assertivos.

Deixaremos de plantar? Não!

O esforço, o cuidado, a atenção é que nos completa. O nosso trabalho é que nos dignifica.

E quando olhamos para o resultado como um todo, não podemos deixar de nos orgulhar...


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