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1 – Grupo Carrefour Brasil (R$ 120.594.000.000) 2 – Assaí Atacadista (R$ 80.570.000.000) 3 – Grupo Mateus (R$ 36.385.706.000) 4 – Supermercados BH (R$ 21.278.845.531) 5 – GPA (R$ 20.047.800.000) 6 – Grupo Muffato (R$ 17.433.234.858) 7 – Grupo Pereira (R$ 15.326.536.185) 8 – Mart Minas & Dom Atacadista (R$ 11.432.757.233) 9 – Cencosud Brasil (R$ 11.235.202.790) 10 – Grupo Koch (R$ 10.340.540.000) 11 – Plurix (R$ 9.373.456.010) 12 – Companhia Zaffari (R$ 8.410.000.000) 13 – DMA Distribuidora (R$ 8.302.489.851) 14 – Tenda Atacado (R$ 7.405.907.800) 15 – Costa Atacadão (R$ 7.303.847.334) 16 – Savegnago Supermercados (R$ 6.948.502.052) 17 – Atacadão Dia a Dia (R$ 6.039.333.061) 18 – Sonda Supermercados (R$ 5.870.241.552) 19 – Novo Atacarejo (R$ 5.832.007.330) 20 – Comercial Zaffari (R$ 5.752.584.741) 21 – Grupo Líder (R$ 5.248.083.717) 22 – Atacadão Atakarejo (R$ 5.232.874.797) 23 – Grupo ABC (R$ 4.944.674.000) 24 – Grupo Supernosso (R$ 4.728.101.662) 25 – Grupo Bahamas (R$ 4.321.150.318) 26 – Comercial Zaragoza (R$ 4.158.000.000) 27 – Giassi Supermercados (R$ 4.097.475.545) 28 – Roldão Atacadista (R$ 4.049.890.000) 29 – Supermercados Pague Menos (R$ 3.860.000.000) 30 – Angeloni (R$ 3.817.355.605)
O setor faturou R$ 1,067 trilhão em 2024, equivalente a 9,12% do PIB nacional, consolidando sua relevância estratégica para o desenvolvimento do país.
1º lugar: Grupo Carrefour Brasil com R$ 120,594 bilhões, mantendo liderança pelo nono ano consecutivo através de portfólio diversificado e escala nacional.
2º Assaí Atacadista registrou R$ 80,57 bilhões, impulsionado pelo modelo cash & carry que atrai pequenos varejistas e consumidores finais em volume.
3º Grupo Mateus alcançou R$ 36,385 bilhões, dominando o Nordeste com 272 lojas e estratégia agressiva de capilaridade regional.
4º Supermercados BH faturou R$ 21,278 bilhões, referência em Minas Gerais com foco em proximidade e serviço personalizado ao cliente.
5º GPA somou R$ 20,047 bilhões, enfrentando reestruturação mas mantendo presença forte em São Paulo através das bandeiras Pão de Açúcar e Extra.
6º Grupo Muffato registrou R$ 17,433 bilhões com 104 lojas concentradas no Sul e Sudeste, destacando-se pela eficiência operacional.
7º Grupo Pereira faturou R$ 15,326 bilhões em 118 unidades no Norte e Centro-Oeste, equilibrando atacarejo com formato tradicional.
8º Mart Minas & Dom Atacadista alcançou R$ 11,432 bilhões com 81 lojas, referência mineira no abastecimento de pequenos comerciantes.
9º Cencosud Brasil somou R$ 11,235 bilhões em 234 lojas, forte em São Paulo e Rio através das bandeiras Prezunic e Supermercados Condor.
10º Grupo Koch registrou R$ 10,340 bilhões com 64 lojas no Paraná e Santa Catarina, apostando em logística integrada.
11º Plurix faturou R$ 9,373 bilhões, emergente no Centro-Oeste com crescimento acelerado de novas unidades.
12º Companhia Zaffari alcançou R$ 8,41 bilhões, consolidada no Sul com formato premium e foco em experiência do cliente.
13º DMA Distribuidora somou R$ 8,302 bilhões, especializada em distribuição atacadista para pequenos varejos regionais.
14º Tenda Atacado registrou R$ 7,405 bilhões em 43 lojas, forte presença no Nordeste brasileiro.
15º Costa Atacadão faturou R$ 7,303 bilhões em apenas 14 lojas, evidenciando alta produtividade por unidade no Nordeste.
16º Savegnago Supermercados alcançou R$ 6,948 bilhões, referência goiana com modelo híbrido atacarejo-supermercado.
17º Atacadão Dia a Dia somou R$ 6,039 bilhões, expandindo no Centro-Oeste com lojas compactas e eficientes.
18º Sonda Supermercados registrou R$ 5,870 bilhões, consolidada no Sul com ênfase em proximidade comunitária.
19º Novo Atacarejo faturou R$ 5,832 bilhões com 38 lojas, apostando em consolidação regional estratégica.
20º Comercial Zaffari alcançou R$ 5,752 bilhões, complementando a estratégia gaúcha do grupo familiar.
21º Grupo Líder somou R$ 5,248 bilhões, forte no interior paulista com múltiplas bandeiras regionais.
22º Atacadão Atakarejo registrou R$ 5,232 bilhões na Bahia, referência local em volume e preço competitivo.
23º Grupo ABC faturou R$ 4,944 bilhões em São Paulo, com foco em classe média e serviço diferenciado.
24º Grupo Supernosso alcançou R$ 4,728 bilhões em Belo Horizonte, referência mineira em qualidade premium.
25º Grupo Bahamas somou R$ 4,321 bilhões no Nordeste, expandindo com modelo híbrido atacarejo.
26º Comercial Zaragoza registrou R$ 4,158 bilhões em São Paulo, forte no interior com proximidade logística.
27º Giassi Supermercados faturou R$ 4,097 bilhões no Sul, conhecida por atendimento familiar e produtos frescos.
28º Roldão Atacadista alcançou R$ 4,049 bilhões no interior paulista, referência em abastecimento atacadista.
29º Supermercados Pague Menos somou R$ 3,86 bilhões no Ceará, crescendo com foco em preço baixo.
30º Angeloni fechou com R$ 3,817 bilhões no Sul, mantendo formato premium em mercados exigentes.
O levantamento da ABRAS, elaborado com NielsenIQ, baseou-se em 1.251 empresas participantes, representando fielmente a radiografia do setor nacional.
Número de lojas cresceu 2,3% para 424.120 unidades, atendendo 30 milhões de consumidores diariamente em todo o território brasileiro.
Emprego direto e indireto supera 9 milhões de postos, consolidando supermercados como maior gerador de vagas no varejo nacional.
João Galassi, presidente da ABRAS, destacou a robustez e inovação do setor durante o evento no Transamerica Expo Center em São Paulo.
Grupo Carrefour mantém liderança com bandeiras Atacadão, Carrefour e Extra, equilibrando atacarejo tradicional com hipermercados urbanos.
Assaí consolida segundo lugar com 302 lojas, modelo cash & carry que revolucionou abastecimento de pequenos varejistas nacionais.
Grupo Mateus ameaça pódio com expansão agressiva, dominando Nordeste e avançando para Centro-Oeste e Sudeste.
Regiões Sudeste e Nordeste concentram 68% do faturamento top 30, evidenciando concentração geográfica dos líderes nacionais.
Atacarejos representam 42% do faturamento das top 10, confirmando hibridização estratégica dos formatos tradicionais.
Crescimento de 9,8% nominal superou inflação do período, demonstrando saúde financeira e eficiência operacional do setor.
Private labels avançam para 18% do mix nas top 5 redes, reduzindo dependência de marcas fabricantes tradicionais.
E-commerce supermercadista cresceu 22% em 2024, representando 4,2% das vendas totais das líderes nacionais.
Dark stores e micro-fulfillment centers se multiplicam em capitais, otimizando entregas rápidas em até 2 horas.
Sustentabilidade ganha tração: 72% das top 30 adotam embalagens recicláveis e reduzem desperdício alimentar em 25%.
Expansão planejada para 2026 foca cidades médias (50-200 mil habitantes), onde saturação é menor e rentabilidade superior.
Selic elevada pressiona capex: redes regionais crescem mais rápido que gigantes nacionais em 2025-2026.
Market share consolidado: top 10 controlam 58% do faturamento total reportado, evidenciando concentração progressiva.
Vendas por m² do atacarejo superam supermercados tradicionais em 35%, impulsionando conversões de formato.
Tecnologia domina: 88% das top 30 implementaram PDVs digitais e analytics preditivos em 2024.
Empregados por loja média: 152 colaboradores nas top 10, otimizando autosserviço com toque humano estratégico.
Regiões Norte/Nordeste crescem 14% vs 7% Sudeste, evidenciando migração de investimentos para demanda reprimida.
Delivery próprio representa 62% das vendas digitais nas líderes, reduzindo custos com marketplaces externos.
Fidelização via apps próprios atinge 28% dos clientes recorrentes nas top 5 redes nacionais.
Projeções 2026 indicam R$ 1,18 trilhão totais, crescimento de 10,7% com inflação controlada em 4,5%.
Os supermercados não são apenas varejo, mas infraestrutura essencial da economia brasileira moderna.
Sim, nós sabemos, nós sabemos, nós sabemos…
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