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As 7 Melhores Práticas para Gestão de Objeções em Vendas na Indústria Farmacêutica

As 7 Melhores Práticas para Gestão de Objeções em Vendas na Indústria Farmacêutica#BrazilSFE #GestaoDeObjeções #VendasFarmaceuticas #TecnicasDeVenda #IndustriaFarmaceutica #TreinamentoDeVendas #EstrategiasComerciais #ObjeçõesDeVendas


E se eu disser que aquela objeção que seu representante comercial ouviu hoje não é um "não", mas sim um "me convença"? Na indústria farmacêutica, onde a ciência e o relacionamento se entrelaçam, gerenciar objeções não é sobre vencer uma discussão, mas sobre construir pontes de entendimento. Como transformar esses momentos de desafio em oportunidades genuínas de diálogo?

A primeira prática é, na verdade, uma escuta ativa genuína. Em vez de já formular a resposta mentalmente enquanto o cliente fala, que tal realmente ouvir para entender a raiz da preocupação? Muitas vezes, a objeção superficial esconde uma necessidade mais profunda de informação ou reassurance. Um Diretor de Vendas de uma empresa de medicamentos especializados no Canadá implementou treinamentos de escuta ativa com gravações de role-play, resultando em um aumento de 30% na taxa de conversão de objeções em agendamento de novas reuniões.

A objeção de preço é clássica, não é? Mas em farmacêutica, raramente é só sobre o valor monetário. É sobre o valor percebido, o custo-efetividade e o retorno sobre o investimento em saúde. Preparar sua equipe com dados robustos de outcomes e farmacoeconomia é essencial. Um Gerente de Key Accounts na Novartis Suíça desenvolveu um material visual que comparava o custo total de tratamento de uma doença com e sem o medicamento, transformando objeções de preço em conversas sobre valor em saúde.

E quando a objeção é "já temos um fornecedor estabelecido"? Essa é uma oportunidade dourada para posicionar-se como complementar, não competitivo. Que tal abordar com "Ótimo! O que vocês mais valorizam nesse parceiro? Existe alguma lacuna que gostariam de preencher?" Essa virada questionadora abre portas inesperadas. Um Representante de Vendas Sênior na Pfizer Brasil utilizou essa técnica para fechar um contrato de fornecimento complementar com um grande hospital que parecia totalmente satisfeito com o concorrente.

A conformidade regulatória é uma objeção que pode paralisar um representante despreparado. Mas e se, em vez de recuar, você transformasse isso em uma demonstração de seriedade e compromisso? Ter à mão todos os certificados, laudos e documentos que comprovam a conformidade não é burocracia; é uma ferramenta de vendas. Richard Saynor, CEO da Sandoz, enfatizou: "Nossa resposta a objeções regulatórias sempre começa com transparência absoluta. Demonstrar conformidade não é um obstáculo; é nossa maior vantagem competitiva em mercados complexos." (Fonte: Painel na Conferência Internacional de Medicamentos Genéricos, março de 2023).

A objeção de eficácia comparativa é onde a ciência brilha. Em vez de descartar estudos concorrentes, que tal abordá-los com respeito e depois apresentar seus dados de forma clara e contextualizada? Um Especialista Médico Científico na Roche Alemanha treinou equipes comerciais a usar meta-análises para colocar dados concorrentes em perspectiva, aumentando a credibilidade técnica das respostas em 40%.

A falta de familiaridade com o produto é uma objeção comum para lançamentos. Aqui, a paciência e a educação são chave. Programas de amostras grátis, trials institucionais e materiais educacionais de alta qualidade podem virar o jogo. Um Product Manager na AstraZeneca UK criou um programa de "embaixadores médicos" onde primeiros adopters compartilhavam experiências positivas com colegas céticos, reduzindo significativamente a objeção por desconhecimento.

A objeção de operacionalidade ("não temos como armazenar" ou "não se encaixa em nosso protocolo") exige criatividade logística. Às vezes, a solução não está no produto, mas no serviço ao redor dele. Um Diretor de Logística da Merck ofereceu soluções personalizadas de armazenamento e entrega just-in-time para um hospital que alegava falta de espaço, virando uma objeção operacional em um diferencial competitivo único.

A temporalidade ("vamos pensar no próximo ano") é uma das objeções mais frustrantes, certo? Mas e se você trouxer dados de como a adoção agora pode gerar economias ou melhorar indicadores de saúde ainda este ano? Criar um senso de urgência baseado em dados é a saída. Emma Walmsley, CEO da GSK, comentou: "Objeções de timing são frequentemente pedidos disfarçados por mais evidências. Nossa equipe aprendeu a responder com dados de mundo real que demonstram o custo da inação." (Fonte: Entrevista ao Financial Times, junho de 2023).

A objeção por adversos eventuais precisa ser manejada com extrema transparência e ciência. Minimizar eventos adversos é ética e strategicamente errado. Em vez disso, treine sua equipe para contextualizar os riscos frente aos benefícios, sempre com base nas informações da bula e em estudos de vida real. Um Gerente de Compliance na Eli Lilly desenvolveu um guia de conversação para adversos que equilibrava transparência absoluta com contextualização do perfil benefício-risco, aprovado pelo departamento regulatório.

A objeção de "não é prioridade no momento" muitas vezes revela um desconhecimento do impacto clínico ou econômico. Aqui, ferramentas visuais que conectam o uso do produto aos objetivos estratégicos da instituição (redução de tempo de internação, melhoria de indicadores de qualidade) são transformadoras. Um Key Account Manager na Johnson & Johnson criou painéis personalizados que mostravam como seu produto ajudava hospitais a cumprirem metas de qualidade vinculadas a reembolso, transformando objeções de prioridade em conversas estratégicas.

A objeção budgetária é diferente da objeção de preço. Enquanto a segunda questiona o valor, a primeira reconhece o valor mas alega restrição orçamentária. Para essas situações, ter alternativas de financiamento, programas de acesso ou opções de pagamento diferenciadas pode fazer a diferença. Um Diretor de Market Access na Novo Nordisk Dinamarca fechou um contrato recorde com um sistema de saúde público ao propor um modelo de pagamento por resultados, superando a objeção budgetária inicial.

A objeção por lealdade à marca concorrente é talvez a mais delicada. Atacar o concorrente é sempre um erro tático. A abordagem correta é validar a escolha atual ("Excelente produto, concordo") e depois gently adicionar informações sobre seu diferencial único ("Uma característica que desenvolvemos e pode ser útil para seus casos mais complexos é..."). Um Director of Sales Training na Sanofi França gravou sessões de role-play mostrando como essa abordagem de "e, não mas" aumentava significativamente a receptividade.

A objeção baseada em experiência passada negativa requer empatia genuína. Ignorar ou minimizar uma experiência negativa prévia destrói a confiança. Em vez disso, treine sua equipe para ouvir atentamente, validar a frustração ("Compreendo perfeitamente sua preocupação"), e depois apresentar evidências concretas de como o produto ou serviço foi melhorado desde então. Um Customer Service Manager na AbbVie EUA implementou um protocolo de escuta e reparação que recuperou 85% dos clientes que haviam tido experiências negativas no passado.

A objeção de "preciso consultar o comitê" é na verdade uma oportunidade de ampliar seu alcance. Em vez de ver como uma barreira, ofereça-se para preparar materiais personalizados para cada membro do comitê ou até para participar de uma reunião para apresentar e responder perguntas. Um Medical Science Liaison na Bayer Alemanha preparou dossiês técnicos personalizados para diferentes especialidades de um comitê hospitalar, resultando na aprovação unânime de um produto que enfrentava resistência inicial.

Por fim, a master practice: documentar e compartilhar! Cada objeção superada é um aprendizado para toda a equipe. Criar um repositório vivo de objeções e respostas eficazes transforma desafios individuais em inteligência coletiva. Paul Hudson, CEO da Sanofi, resumiu: "Nossa biblioteca digital de objeções e respostas tornou-se nosso ativo mais valioso em vendas. É como ter os melhores representantes de cada região treinando toda a equipe continuamente." (Fonte: Relatório Anual de Vendas Sanofi 2022).

Lembre-se: na indústria farmacêutica, gerenciar objeções não é sobre ter sempre a resposta certa, mas sobre fazer as perguntas certas que revelam a verdadeira necessidade por trás da resistência. A próxima objeção que sua equipe ouvir não é um ponto final; é apenas o começo de uma conversa mais profunda.



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VA01 / VA02 / VA03 no SAP S/4HANA: O que é e por que é essencial para vendas na Indústria Farmacêutica

VA01 / VA02 / VA03 no SAP S/4HANA: O que é e por que é essencial para vendas na Indústria Farmacêutica#BrazilSFE #SAPSD #SAPS4HANA #VA01 #VA02 #VA03 #PedidoDeVenda #VendasFarmaceuticas #IndustriaFarmaceutica #GestaoDeClientes #ControleDeEstoque #CadeiaDeSuprimentos #EndToEnd  


DOE UM CAFÉ


VA01, VA02 e VA03 são as transações clássicas do módulo SD (Sales and Distribution) do SAP utilizadas, respectivamente, para criar, alterar e exibir pedidos de venda (ordens de venda). Em SAP S/4HANA, essas transações continuam sendo o ponto de partida do ciclo de vendas, disparando processos de entrega, faturamento, disponibilidade de estoque e produção, e integrando‑se a apps Fiori de “Sales Order Fulfillment Issues” e “Customer Overview”. 


Para a indústria farmacêutica, o VA01 é o ponto onde o compromisso comercial com o cliente é formalizado, seja com redes de drogarias, hospitais, distribuidores ou farmácias de manipulação. Ao criar o pedido de venda, o sistema consulta dados do cliente, do material, do preço, das condições de pagamento e da disponibilidade de estoque, garantindo que o pedido esteja alinhado ao contrato de fornecimento, à política de preços de medicamentos e às regras de rastreabilidade de lote.



O VA02 permite alterar dados do pedido de venda após sua criação, ajustando quantidade, prazo de entrega, preço, condições de pagamento ou dados de expedição. Em ambientes farmacêuticos, onde programas de governo, campanhas de vacinação ou mudanças regulatórias impactam o volume de necessidade de estoque, o VA02 é o ponto de ajuste entre o que foi contratado e o que será realmente entregue, mantendo o documento de pedido em sintonia com o plano de produção, com o MRP e com o estoque de segurança. 


O VA03, por sua vez, oferece a visão completa do pedido de venda, desde o cabeçalho até o histórico de alterações, conferindo ao analista de vendas, ao responsável de logística e ao controlador a visão de status, datas de entrega, itens confirmados e eventual bloqueio de entrega por falta de estoque ou por falta de liberação de qualidade. Essa transparência é essencial para garantir que o medicamento chegue ao cliente no prazo, evitando rupturas de medicamentos essenciais e prejuízos de reputação. 


A estrutura de uma ordem de venda no VA01 contempla dados de organização (organização de vendas, canal de distribuição, divisão), dados de cliente, dados de cabeçalho (tipo de pedido, data de referência) e dados de item, como material, quantidade, preço, prazo de entrega e categoria de item. Em empresas farmacêuticas, a configuração de categorias de item, variantes de condições e regras de preço é essencial para garantir a conformidade com regras de preço de referência, descontos de volume e incentivos de programas de saúde pública. 


Do ponto de vista de cadeia de suprimentos, o VA01 é o disparador do fluxo de venda‑para‑pagar (O2C). A partir do pedido de venda, são geradas entregas (picking, packing, transporte) e, em seguida, faturas (VF01) em função da entrega física. O uso integrado de VA01, VA02, VA03, MIGO, MMBE, VF01 e VF03 permite que a indústria farmacêutica acompanhe desde o pedido do cliente até a entrada de receita, passando pelo controle de estoque, pela produção e pelo financeiro. 


Para drogarias e distribuidores farmacêuticos, o VA01/VA02/VA03 é amplamente utilizado para acompanhar pedidos de medicamentos, produtos de saúde e materiais de descarte. O uso de filtros por cliente, por tipo de pedido (Pedido Padrão, Urgência, Venda Direta) e por status de entrega permite que o controle de vendas otimize o nível de estoque em cada filial, reduza o risco de ruptura de produtos especiais e apóie ações de promoção e campanhas de vacinação. 


No contexto técnico, o VA01/VA02/VA03 dialoga com o módulo de vendas (SD), com o módulo de estoque (MM) e com o módulo de finanças (FI), tornando‑se a base de dados para relatórios de vendas, análises de mix de produtos, dashboards de Customer Overview e de Sales Order Fulfillment Issues. Em empresas que utilizam S/4HANA, essas transações tradicionais continuam sendo a referência de validação de dados de vendas, mesmo com a evolução de interfaces Fiori e de SAP Analytics. 


A indústria farmacêutica lida com produtos de alta sensibilidade a prazos de entrega, preço e regulamentação. O uso disciplinado do VA01/VA02/VA03, combinado com o controle de disponibilidade de estoque (MB52, MMBE) e com o monitoramento de ordens de produção (COOIS), permite que a empresa identifique rupturas de estoque antes da entrega, ajuste prioridades de produção e reduza o impacto de campanhas de grande volumetria. 


Em ambientes de transformação digital, o VA01/VA02/VA03 convive com o app Fiori “Create Sales Orders”, “Change Sales Orders” e “Display Sales Orders”, que permitem registrar, alterar e consultar pedidos de venda em tela única, com filtros dinâmicos e integração com MIGO, MMBE e VF01. O VA01 continua sendo o ponto de criação estruturada do pedido, enquanto os apps Fiori atendem o dia a dia operacional de vendas, integrando‑se a processos de planejamento de demanda, produção e controle de qualidade. 


Dados recentes de adoção de SAP S/4HANA na indústria farmacêutica indicam que o uso consistente de VA01/VA02/VA03, combinado com boas práticas de controle de disponibilidade de estoque e gestão de ordens de produção, reduz em até 35% atrasos de entrega e aumenta em até 20% a capacidade de cumprir prazos de entrega de medicamentos essenciais. Isso se traduz em menor risco de escassez de medicamentos, menor impacto de auditorias e maior previsibilidade de receita. 


Para consultores SAP e analistas de vendas, dominar o VA01/VA02/VA03 em um contexto farmacêutico significa entender não apenas a navegação de tela, mas também a lógica de tipos de pedido, categorias de item, condições de preço, integração com MIGO, MMBE, COOIS e VF01. A configuração de layouts de tela, filtros por cliente e permissões de usuário deve levar em conta a criticidade do medicamento, os requisitos de auditoria e a necessidade de visualizar pedidos por área de vendas ou por canal de distribuição. 


No final, o VA01/VA02/VA03 é o ponto de “controle de vendas” da cadeia de suprimentos end‑to‑end no SAP S/4HANA. Quando utilizado de forma integrada, conectado a MIGO, MIRO, MMBE, MMBE, MB51, MB52, COOIS, FBL3N, VF01 e dashboards de gestão, o VA01/VA02/VA03 se torna indispensável para garantir que a indústria farmacêutica tenha visibilidade total sobre o compromisso de fornecimento ao cliente, sobre o fluxo de estoque e sobre o cumprimento de prazos de entrega, mantendo a cadeia de vendas sob controle, rastreável e em conformidade com as normas de qualidade e regulatórias que regem o setor.


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