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Planejamento de Produção e Qualidade - PP - Production Planning & QM - Quality Management - S/4HANA - Principais Módulos e Suas Siglas

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Abrigados na linha de Manufatura (Manufacturing), esses módulos gerenciam o chão de fábrica. 

O PP - Production Planning - foi amplamente beneficiado pelo processamento em memória do HANA, permitindo a execução do MRP (Material Requirements Planning - Planejamento das Necessidades de Materiais) em tempo real, recalculando roteiros e ordens de produção instantaneamente. 

QM - Quality Management atua em paralelo para inspecionar lotes e garantir que as diretrizes rigorosas (especialmente cruciais na Indústria Farmacêutica) sejam cumpridas do recebimento da matéria-prima até a expedição.

O rigor regulatório e a complexidade operacional da indústria farmacêutica transformaram a fabricação de medicamentos em um dos ecossistemas mais críticos do mundo corporativo moderno.

Quando as áreas de planejamento produtivo e controle de qualidade operam em planilhas paralelas ou sistemas fragmentados, o risco de gargalos severos na liberação de lotes cresce exponencialmente.

A unificação nativa dos módulos PP e QM dentro da plataforma SAP S/4HANA elimina essas barreiras históricas destrutivas e consolida a governança imediata sobre todo o ciclo de manufatura e inspeção.

Diretores industriais precisam adotar e patrocinar essa arquitetura integrada baseada em processamento em memória para acelerar o lançamento de novos produtos e escalar vertiginosamente a rentabilidade das fábricas.

Como especialista sênior que vivencia a rotina implacável de laboratórios e linhas de produção há muitos anos, vejo que o grande entrave das corporações da saúde sempre foi o descompasso crônico entre produzir em massa e aprovar analiticamente com precisão.

A nova arquitetura rompe esse velho paradigma ao processar complexas restrições de máquina e rígidos planos de inspeção qualitativa na exata mesma base de dados, permitindo decisões operacionais incrivelmente velozes e rastreáveis.

No universo farmacêutico diário, o módulo de planejamento lida magistralmente com fórmulas voláteis e receitas químicas complexas através de sua forte vertente nativa construída para as indústrias de processo.

O detalhado gerenciamento de receitas mestre abriga as instruções rigorosas de dosagem de misturas, aquecimento de reatores termostáticos e tempos de resfriamento inerentes à delicada síntese de princípios ativos.

Essa extrema riqueza técnica e sistêmica garante que o operador fabril não inicie o envase de um xarope sensível se a temperatura do tanque de mistura estiver um grau abaixo do exigido pelas imutáveis boas práticas de fabricação.

A inteligência produtiva do laboratório é absurdamente ampliada pelo planejamento preditivo, uma ferramenta avançada que antecipa inúmeros cenários perigosos de falta de capacidade produtiva ou ruptura de materiais críticos.

O experiente gerente industrial consegue visualizar no seu painel gerencial interativo como um mero atraso portuário de um excipiente importado impactará violentamente a campanha estratégica de antibióticos programada para a próxima semana.

Com essa clareza visual impecável, a equipe reajusta o sequenciamento prático das linhas de forma inteligente e evita a temida e cara ociosidade de equipamentos que custam literalmente milhares de dólares por cada hora parada.

Mas a produção farmacêutica de alto nível jamais caminha sozinha sem a sombra protetora e fiscalizadora da gestão da qualidade atuando como uma guardiã incansável de cada miligrama processado e embalado nas dependências da companhia.

A integração entre produção e qualidade ocorre de maneira tão orgânica que o simples recebimento físico de uma carga de embalagem primária na doca dispara instantaneamente a criação do lote de inspeção eletrônico para a equipe de amostragem.

O consumo imediato desse insumo recém chegado nas ordens de fabricação abertas fica rigorosamente bloqueado pelo ERP até que o analista de laboratório insira os resultados físicos e químicos aprovados e libere o lote para uso irrestrito.

Durante o desenrolar do processo fabril contínuo, o famoso controle em processo dita o ritmo da operação através de coletas analíticas programadas que aferem o peso exato e a friabilidade de comprimidos diretamente na compressora ativa.

Se o monitoramento sistêmico detecta abruptamente um desvio de espessura que avance os milímetros da margem de tolerância estipulada, ele paralisa a máquina automaticamente e alerta o supervisor industrial no exato instante da perigosa anomalia.

Essa cirúrgica e imediata interceptação produtiva evita a perda colossal de um lote inteiro de medicamentos de altíssimo custo e afasta definitivamente o risco moral das duras sanções governamentais aplicadas pelas vigilantes agências de saúde globais.

A irreversível digitalização do chão de fábrica e das estações laboratorias também se materializa com enorme força nos registros eletrônicos de lotes que aposentam as antigas pilhas de papelada impressa sempre tão vulneráveis a rasuras acidentais.

Cada fase produtiva crítica confirmada pelo manipulador treinado exige uma forte assinatura eletrônica com duplo fator de autenticação nativo, cobrindo totalmente os rigorosos requisitos e exigências da norma técnica de validação de sistemas computadorizados.

Para indústrias farmacêuticas de ponta que lidam diariamente com inovações e produtos biológicos sensíveis de alto valor agregado, a profunda rastreabilidade oferecida pela gestão de lotes do banco de dados torna a operação imensamente valiosa.

A rigorosa genealogia amarrada na plataforma rastreia ascendentemente e sem margem de dúvidas desde a ampola injetável vendida para a clínica oncológica até o lote da cepa originária primária utilizada na etapa de fermentação.

A conectividade direta com equipamentos laboratoriais robóticos consolida ainda mais a blindagem e segurança da informação técnica ao importar resultados diretos de potentes cromatógrafos para as telas do ERP sem qualquer brecha para o erro de digitação humana.

Os próprios e fundamentais equipamentos de medição do rigoroso controle qualitativo são perfeitamente geridos, bloqueando por completo o uso operacional de qualquer balança analítica que por ventura esteja com o seu certificado de calibração periódico recém vencido.

O poderoso motor computacional de agendamento refinado entrega ao planejador corporativo um escalonamento visual detalhado que compreende com perfeição matemática a alta complexidade das lavagens de linha e as matrizes de substituição de produtos.

O painel de planejamento aloca a produção de um imunossupressor potente para que ocorra obrigatoriamente e de maneira exclusiva somente após uma limpeza severamente validada da máquina que operava no turno matutino anterior com analgésicos pesados.

Toda essa carga transacional pesada dos bastidores industriais foi incrivelmente dinamizada pelas interfaces limpas e minimalistas nativas do sistema, entregando muita mobilidade para que os líderes inspecionem a performance fabril caminhando com seus tablets.

Os vitais indicadores de eficiência global e disponibilidade dos equipamentos deixam o passado estático de planilhas de fechamento retroativas e passam a pulsar nos televisores industriais em tempo real para evidenciar engarrafamentos operacionais.

O necessário e delicado tratamento das inevitáveis não conformidades operacionais alcançou um fluxo magistralmente ágil com as rotinas de notificações de desvio, engajando equipes de excelência fabril na investigação de causas raízes de maneira incrivelmente amarrada.

A exigência sistêmica por metodologias globais de qualidade consagradas pelo mercado transforma incidentes esporádicos do turno de manufatura em robustas lições aprendidas e documenta perfeitamente todos os planos de ação mitigadores.

Diretores de operações identificam rapidamente que a encurtada jornada técnica nos tempos do ciclo de liberação de uso eleva velozmente o giro comercial de estoque e destrava milhões preciosos em capital de giro empoçado dentro das câmaras frias.

Uma detalhada certificação de análise gerada no ato do faturamento e atrelada nativamente à respectiva remessa de venda eleva brutalmente a confiança comercial dos parceiros distribuidores hospitalares e assegura um nível de suprimentos perfeito.

Possibilitar o alargamento dessa forte estabilidade arquitetônica através da vasta plataforma tecnológica de inovação em nuvem apoia o desenvolvimento de aplicativos corporativos voltados para a auditoria móvel de qualidade sem jamais mutilar o sagrado núcleo estável do negócio.

Comprar e encabeçar a ideia ingênua de uma imensa transformação corporativa digital focada exclusivamente nas planilhas do departamento financeiro é um desvio de prioridade muito arriscado e caro na exigente indústria de ponta focada em curar vidas.

Redirecionar investimentos robustos focando no desenho colaborativo entre as áreas de manufatura de escala e as de análise preventiva minuciosa inibe customizações desastrosas e muito caras que rotineiramente emperram a futura atualização tecnológica fabril.

O casamento e alinhamento operacional impecável destas duas disciplinas interdependentes garante categoricamente que as formidáveis inovações terapêuticas pesquisadas por longos anos pelas equipes cientificas ganhem as prateleiras mundiais de forma puramente rentável.

Organizações pragmáticas que valorizam e dominam inteiramente todo esse forte arcabouço de planejamento construtivo produtivo e sua intrínseca governança técnica avançam isoladas perante os concorrentes e se mantêm como o ápice irrefutável da qualidade rentável no setor de saúde pública e privada.

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Manutenção de Planta e Ativos - PM - Plant Maintenance - S/4HANA - Principais Módulos e Suas Siglas

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Este é o núcleo da LoB de Gestão de Ativos (Asset Management), responsável por preservar o bom funcionamento dos sistemas técnicos, máquinas e infraestrutura predial da empresa. 

O módulo PM - Plant Maintenance - automatiza o agendamento de inspeções, ordens de serviço, manutenções preventivas e reparos. 

No S/4HANA, a integração analítica permite uma forte transição para manutenções preditivas.

Quando as áreas de planejamento produtivo e controle de qualidade operam em sistemas apartados, as fábricas convivem diariamente com gargalos operacionais crônicos, máquinas ociosas aguardando laudos e estoques de segurança inflados para compensar a imprevisibilidade.

É justamente neste cenário de extrema criticidade que a unificação nativa do PP, Production Planning, com o QM, Quality Management, dentro do SAP S/4HANA se revela como a espinha dorsal de uma manufatura farmacêutica inteligente e resiliente.

Para diretores industriais e líderes de supply chain, dominar a interação simultânea entre estes dois componentes não é apenas uma decisão técnica, mas o caminho definitivo para transformar o chão de fábrica em um motor de rentabilidade e governança inabalável.

Ao longo de muitos anos conduzindo projetos de transformação digital na indústria de ciências da vida, presenciei inúmeras vezes o impacto financeiro severo causado por falhas de sincronismo entre quem produz e quem inspeciona.

O S/4HANA subverte esta lógica arcaica de silos corporativos, posicionando o planejamento da produção e as garantias de qualidade no mesmo banco de dados in-memory, processando as restrições fabris e os rigorosos critérios analíticos simultaneamente.

No universo farmacêutico, o módulo PP-PI, Production Planning for Process Industries, assume a liderança do sequenciamento fabril, lidando não com simples peças de montagem, mas com receitas complexas, fórmulas químicas voláteis e instruções de fabricação rigorosas.

O planejamento deixa de ser um exercício mensal em planilhas desconectadas e passa a utilizar a poderosa funcionalidade do pMRP, Predictive Material and Resource Planning, embarcada no S/4HANA.

O pMRP permite que os gestores simulem de forma interativa a carga das linhas de envase, avaliando instantaneamente o impacto da falta de um princípio ativo crítico na entrega final ao mercado, ajustando capacidades e recursos teóricos antes mesmo de a ordem de processo ser liberada ao operador.

Contudo, na fabricação de medicamentos, de nada adianta escalar a produção se os rigorosos parâmetros de liberação não forem perfeitamente atestados ao longo de todo o percurso.

É aqui que o módulo QM atua de forma nativa e onipresente, interceptando o fluxo de materiais desde o exato instante em que as docas recebem uma tonelada de matéria-prima importada até a etapa final de embalagem do medicamento.

A integração orgânica com o PP garante que o QM gere automaticamente os lotes de inspeção e bloqueie sumariamente o consumo de qualquer excipiente ou princípio ativo que ainda se encontre no status de quarentena aguardando laudo laboratorial.

Na prática diária de uma grande farmacêutica, esta integração significa que a balança de pesagem central não permitirá que um operador siga com o fracionamento de um insumo cujo teste de pureza analítica tenha sido reprovado horas antes.

Esse nível de controle sistêmico bloqueia ativamente os desvios de qualidade logo na raiz do processo, blindando a corporação contra recolhimentos de mercado caríssimos, os temidos recalls, e sanções regulatórias severas por parte das agências de saúde globais.

Avançando para o chão de fábrica, a adoção do S/4HANA Manufacturing traz a modernização e a mobilidade tão requisitadas pelos operadores e analistas, substituindo antigos terminais fixos e relatórios de papel por interfaces Fiori intuitivas em tablets industriais.

Durante a mistura de um lote de xarope pediátrico, por exemplo, o operador aponta o consumo real dos ingredientes diretamente no sistema, enquanto o laboratório recebe, em tempo real, a notificação para coletar as amostras de controle em processo, o famoso In-Process Control.

O analista insere os resultados de pH e densidade na mesma plataforma em que o gerente de produção acompanha o avanço da ordem, eliminando definitivamente o tempo perdido com telefonemas e e-mails perguntando se a máquina já pode avançar para a próxima fase.

Para as organizações farmacêuticas mais maduras e com grande volume produtivo, o PP/DS, Production Planning and Detailed Scheduling, entrega o refinamento máximo no escalonamento fino das máquinas e reatores.

O PP/DS considera lógicas extremamente complexas da indústria de processo, como o tempo exato de limpeza dos reatores, conhecido como clean-in-place, garantindo que a fabricação de um antibiótico potente não contamine acidentalmente a campanha seguinte de um analgésico.

A cada nova simulação e readequação ágil da matriz de configuração e setup feita pelo PP/DS, o setor de planejamento preserva horas preciosas de capacidade produtiva que, ao final do exercício fiscal, se traduzem em milhões de reais adicionados à última linha do balanço.

A rastreabilidade fim a fim é outro benefício inegociável desta arquitetura, onde cada decisão de liberação de uso tomada pelos farmacêuticos responsáveis (Qualified Persons) fica registrada imutavelmente com assinaturas eletrônicas aderentes às normas CFR 21 Part 11.

Os certificados de análise (COA) que devem acompanhar as cargas despachadas para distribuidoras e redes de hospitais são gerados automaticamente pelo QM, contendo o extrato fiel dos parâmetros medidos durante toda a longa jornada daquele lote específico.

Além de gerir os eventos de rotina, o módulo de qualidade lida magistralmente com as exceções por meio do forte gerenciamento de notificações de qualidade (Quality Notifications).

Caso uma não conformidade seja detectada na linha de blíster, o apontamento no sistema dispara um fluxo de investigação imediato, acionando as equipes de engenharia e manutenção para avaliar o desvio antes que milhares de comprimidos sejam perdidos por falhas de selagem mecânica.

Esse rigor sistêmico suporta decisivamente a cultura corporativa de melhoria contínua, permitindo que a liderança analise de maneira ágil as principais causas raízes dos problemas produtivos nos painéis gerenciais e aplique os planos de ação corretivos devidos.

Trazendo o foco para os pesados equipamentos de testes, o QM também incorpora as regras de metrologia industrial e o rígido controle de calibração dos instrumentos do laboratório.

Um HPLC (Cromatógrafo Líquido de Alta Eficiência) que esteja com sua data de aferição vencida é sumariamente bloqueado pelo ERP, impedindo que o laboratório ateste resultados analíticos inválidos que colocariam em xeque toda a credibilidade do processo de liberação da indústria.

Implementar e extrair o valor completo deste robusto modelo integrado vai muito além da simples parametrização de telas técnicas, exigindo consultorias experientes que conheçam profundamente o linguajar de RDC, boas práticas de fabricação (GMP) e validação de sistemas computadorizados.

O S/4HANA deixa de ser apenas um passivo repositório financeiro e assume a posição de um orquestrador operacional ativo, mitigando riscos de forma preventiva e encurtando o precioso ciclo de conversão de caixa da indústria.

Investir na fluidez entre a produção e a qualidade é a resposta corporativa definitiva para garantir a sustentabilidade comercial, assegurando que medicamentos seguros, eficazes e rastreáveis cheguem aos pacientes de forma rápida e incrivelmente rentável.

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NIQ - NielsenIQ - Ferramentas e Soluções para o Canal Farma | NielsenIQ RMS - Retail Measurement Services - Medição de Varejo e Performance

NIQ - NielsenIQ - Ferramentas e Soluções para o Canal Farma | NielsenIQ RMS - Retail Measurement Services - Medição de Varejo e Performance#BrazilSFE #NIQ #NielsenIQ #Ferramentas #Soluções #IndústriaFarmacêutica 


O NielsenIQ RMS (Retail Measurement Services) é uma suíte de serviços de medição de varejo da NIQ - NielsenIQ, projetada para fornecer dados precisos e confiáveis sobre desempenho de produtos, tendências de mercado e vendas no ponto de venda (PDV), tanto em canais físicos quanto e-commerce.


Funcionalidades Principais

NielsenIQ RMS coleta dados de milhões de produtos em centenas de milhares de lojas globalmente, mensalmente, cobrindo canais como mercearia, farmácias, conveniência, clubes, e-commerce e especialidades. Inclui métricas como volume de vendas (baseline vs. incremental), share de mercado, distribuição, preços, taxa de vendas e análise promocional vs. não-promocional.


Aplicação em Farmacêutica

Na indústria farmacêutica, o NielsenIQ RMS é essencial para rastrear market share de OTC, genéricos e marcas próprias em farmácias de rede e independentes, ajudando a otimizar estratégias de pricing e promoção com visibilidade total de corredores. Ferramentas como NielsenIQ Discover oferecem visualizações integradas para análises granulares por mercado local ou global.


Benefícios para Consultores

Como consultor pharma, uso NielsenIQ RMS para integrar dados de PDV com Power BI, criando dashboards que revelam eficiência promocional (ex.: 23% do faturamento em promoções) e oportunidades competitivas. É o padrão global para inteligência de CPG, com precisão em nível de loja.

O padrão global para inteligência de CPG (Consumer Packaged Goods, ou Bens de Consumo Embalados, como pharma OTC, alimentos e higiene) refere-se aos serviços de medição de varejo da NielsenIQ, especialmente o NielsenIQ RMS, reconhecido como referência pela precisão e escala de dados coletados mensalmente de milhões de produtos em lojas ao redor do mundo.


Características do Padrão

Esses serviços fornecem inteligência abrangente on e offline, com métricas como vendas, share de mercado, distribuição e promoções, cobrindo 50 milhões de itens em 900 mil lojas globais, permitindo análises locais e globais para CPG. A NIQ é vista como pioneira há um século em dados de consumo, com soluções como NielsenIQ xAOC para visão multi-canal em farmácias, supermercados e e-commerce.


Uso em Farma e CPG

No setor farmacêutico, o NielsenIQ RMS da NIQ é o benchmark para rastrear desempenho de categorias como OTC e genéricos, ajudando marcas a validar estratégias com dados granulares de PDV. É adotado por centenas de empresas CPG em 75 países, integrando IA para previsão e otimização.


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