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Do diabetes ao desejo: a trajetória dos GLP-1 e a nova lógica de consumo em saúde — Evolução Histórica. Da indicação metabólica ao corpo como projeto

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Série: Consultores, Propagandistas e Representantes


Antes de virarem símbolo de emagrecimento, os agonistas de GLP-1 nasceram com um objetivo estritamente clínico: controlar a glicemia de pacientes com diabetes tipo 2. A molécula imita um hormônio intestinal que regula a insulina e a saciedade, e foi a partir desse mecanismo que toda a categoria começou a ser construída, ainda nos primeiros anos 2000.

Do diabetes ao desejo: a trajetória dos GLP-1 e a nova lógica de consumo em saúde — Evolução Histórica. Da indicação metabólica ao corpo como projeto


Na primeira geração, os tratamentos eram injetáveis de aplicação frequente e indicação restrita ao diabetes. O público era pequeno, a prescrição concentrada em endocrinologistas e o apelo comercial limitado ao controle de uma doença crônica, sem qualquer relação com estética ou performance.


Do controle glicêmico ao controle de peso, a virada veio quando estudos mostraram perda de peso expressiva como efeito da classe. A liraglutida abriu caminho ao receber indicação específica para obesidade, separando o uso metabólico do uso voltado à redução de peso e criando, pela primeira vez, dois mercados a partir de uma mesma origem.


Reformular a posologia foi decisivo para a popularização. A chegada de moléculas de aplicação semanal, como a semaglutida, reduziu a barreira de adesão e transformou um tratamento incômodo em um hábito viável, o que ampliou drasticamente o número de candidatos ao uso contínuo.


É nesse ponto que o produto deixa de responder apenas a uma doença e passa a responder a um desejo. O corpo passa a ser percebido como um projeto gerenciável, e a fronteira histórica entre tratar e aprimorar se dissolve, ampliando o público potencial muito além do paciente tradicional.


Levantamentos de comportamento confirmam o salto de interesse. As menções a "canetas emagrecedoras" aumentaram 56% entre junho de 2024 e maio de 2025, somando 239 mil citações, num sinal claro de que a categoria migrou do consultório para a conversa cotidiana.


Um marco recente reorganizou o mercado brasileiro. Até abril de 2025, a semaglutida dominava amplamente o mercado com 96,6% das vendas, num cenário de concorrência reduzida e liderança quase absoluta de um único princípio ativo.


Imediatamente após o lançamento do Mounjaro, em maio de 2025, esse equilíbrio ruiu. Com a substância ativa tirzepatida e efeitos consideravelmente mais fortes, o medicamento avançou até alcançar 49,6% das vendas em agosto de 2025, reconfigurando a liderança em poucos meses.


Zerar a dependência de um único fornecedor passou a ser pauta estratégica. Em 2024, com o vencimento da patente da liraglutida, os primeiros nacionais entraram no mercado, e produtos como Olire e Lirux, da EMS, alcançaram já na estreia 1,4% de participação em valor e 3,5% em unidades vendidas.


Buscando capturar essa demanda, as importações desses medicamentos cresceram 77% ao longo de 2025, e a categoria movimentou cerca de R$ 10 bilhões no ano, o equivalente a aproximadamente 4% do varejo farmacêutico. CRF/GO


Esse avanço também redesenhou o canal digital. No comportamento de compra online, a classe de diabetes cresceu 248,7% em 2025, impulsionada pelos análogos de GLP-1, o que mostra como a evolução do produto arrastou consigo a evolução do canal. 


Rumo a 2026, o próximo capítulo já está escrito. Em novembro de 2025, o STJ negou o pedido para estender a proteção da semaglutida, colocando o Brasil no grupo restrito de países em que a molécula perderá exclusividade já em 2026, com o vencimento previsto para março. 


Nesse novo ciclo, a expectativa é de popularização acelerada. Com a entrada de genéricos e similares, projeta-se que o mercado salte de R$ 11 bilhões em 2025 para R$ 20 bilhões em 2026, com preços estimados entre 30% e 50% menores. 


A dimensão global ajuda a entender o tamanho do que vem pela frente. No mundo, a categoria deve movimentar até US$ 150 bilhões até 2030, e nos Estados Unidos a parcela de adultos em uso saltou de 6,6% para 12,4% em um único ano. Exame

Reforçando o caráter estrutural da demanda, os dados de saúde pública não dão sinais de recuo. O excesso de peso entre adultos chegou a 62,6% e a obesidade a 25,7% em 2024, enquanto o diabetes diagnosticado subiu de 5,5% para 12,9% desde 2006.


Diante desse histórico, fica claro que a trajetória dos GLP-1 não foi linear, mas cumulativa: cada etapa ampliou indicação, público e canal, somando mercados em vez de apenas substituí-los.


Essa lógica de soma é o que mais interessa à estratégia comercial. Quando o Mounjaro chegou, ele não canibalizou a semaglutida, e sim expandiu o mercado total, ensinando que, nessa categoria, novos entrantes tendem a aumentar o bolo antes de dividi-lo.


Seguir a evolução dessa classe é acompanhar a própria mudança na relação do consumidor com a saúde, que deixou de ser episódica e passou a ser contínua, transformando a farmácia em um ponto de cuidado permanente e os GLP-1 no melhor termômetro dessa nova era.  


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O que são os agonistas de GLP-1 e por que eles redefiniram o varejo farmacêutico — Educativo/Conceitual. Define a classe e seu papel como vetor de tráfego e recorrência

  O que são os agonistas de GLP-1 e por que eles redefiniram o varejo farmacêutico — Educativo/Conceitual. Define a classe e seu papel como vetor de tráfego e recorrência#BrazilSFE #IndústriaFarmacêutica #GLP1 #AgonistasDeGLP1 #VarejoFarmacêutico #IndústriaFarmacêutica #Mounjaro #Semaglutida #Obesidade #DiabetesTipo2 #Omnicanalidade #TicketMédio


Série: Consultores, Propagandistas e Representantes


Agonistas do receptor de GLP-1, sigla para peptídeo semelhante ao glucagon tipo 1, são uma classe de medicamentos que imita um hormônio liberado pelo intestino após as refeições. Esse hormônio estimula a produção de insulina, reduz os níveis de glicose no sangue e prolonga a sensação de saciedade. Criados originalmente para o tratamento do diabetes tipo 2, ganharam relevância ao demonstrar efeito expressivo sobre o peso corporal, o que os transformou em um dos maiores vetores de crescimento do varejo farmacêutico brasileiro.


O que são os agonistas de GLP-1 e por que eles redefiniram o varejo farmacêutico — Educativo/Conceitual. Define a classe e seu papel como vetor de tráfego e recorrência


No Brasil, a categoria movimentou entre R$ 10 bilhões e R$ 11 bilhões em 2025, o equivalente a cerca de 4% de todo o varejo farmacêutico, segundo dados de IQVIA, Itaú BBA e XP Research. Para a indústria, esse patamar não significa apenas faturamento: revela uma classe capaz de gerar tráfego, recorrência e fidelização a partir de um único conjunto de moléculas.


Do ponto de vista comercial, o que torna os GLP-1 estratégicos não é apenas o volume, mas a frequência de contato que eles criam com o ponto de venda. Cerca de 90% dos usuários se declaram motivados a cuidar da saúde, e mais da metade afirma frequentar mais as farmácias depois de iniciar o tratamento.


Reposicionar o corpo como um projeto a ser gerenciado e otimizado é o pano de fundo dessa expansão. Os GLP-1 ocupam um espaço simbólico que conecta saúde, estética e performance, rompendo a fronteira histórica entre tratar uma condição e aprimorar o próprio corpo. Para o marketing farmacêutico, isso amplia o público potencial muito além do paciente tradicional.


É um movimento que se apoia em uma base epidemiológica concreta. Os dados do Vigitel 2025 mostram que o excesso de peso entre adultos brasileiros subiu de 42,6% em 2006 para 62,6% em 2024, enquanto a obesidade quase triplicou, passando de 11,8% para 25,7% no mesmo período. Esse cenário sustenta uma demanda estrutural, e não passageira.


Lançado em maio de 2025, o Mounjaro, da Eli Lilly, ilustra a velocidade dessa transformação. Com a tirzepatida como princípio ativo e eficácia superior à dos concorrentes, ele avançou em market share até alcançar 49,6% das vendas em agosto de 2025, e liderou as vendas no quarto trimestre com 57% de share, segundo Close Up International e UBS BB. 


Usuários de GLP-1 mudam o próprio padrão de consumo na farmácia. Além de visitarem o canal com mais frequência, apresentam ticket médio de duas a três vezes superior ao da média, o que os converte em um público de altíssimo valor para redes e indústria. A categoria deixa de ser um item de prateleira e passa a ser um motor de relacionamento.


Importações desses medicamentos cresceram 77% ao longo de 2025, refletindo a aceleração da demanda interna, de acordo com o Itaú BBA. Esse dado antecipa um ponto sensível para o planejamento comercial: a capacidade de abastecimento e a gestão de ruptura tornam-se tão decisivas quanto a estratégia de preço.


Zelar pela continuidade do tratamento passou a ser parte do papel da farmácia. Como os GLP-1 exigem uso prolongado e reposição periódica, o canal deixa de ser acionado apenas em momentos pontuais e entra na rotina contínua de cuidado do consumidor, criando previsibilidade de recompra.


Balanços das grandes redes confirmam o peso da categoria. Atualmente, os agonistas de GLP-1 respondem por 8% a 9% da receita de empresas como RD Saúde, Pague Menos e Panvel, com projeção de chegar a 20% até 2030, segundo o Itaú BBA. Poucas categorias concentram tamanha relevância no faturamento do varejo.


E o crescimento dos GLP-1 caminha junto com a digitalização do canal. Em 2025, o varejo farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões, e os canais digitais responderam por 13,2% do faturamento total em dezembro, num avanço impulsionado pela redução de fricção via PIX, aplicativos e prescrições eletrônicas. 


Recompra e conveniência explicam por que o digital se tornou a extensão natural dessa jornada. À medida que a frequência de uso aumenta, cresce a busca por previsibilidade e facilidade de acesso, e o e-commerce passa a complementar a experiência física com recorrência e personalização.


Nova estrutura competitiva começa a se desenhar para 2026. Com o vencimento da patente da semaglutida em março de 2026, fabricantes nacionais como EMS, Eurofarma, Biolab, Hypera e Aché se preparam para participar, com estimativa de queda de até 50% nos preços à medida que genéricos alcancem cerca de 30% do mercado. 


Ampliar o acesso é a consequência mais provável dessa abertura. Projeções do UBS BB indicam que o mercado brasileiro de canetas pode saltar de cerca de R$ 11 bilhões em 2025 para R$ 20 bilhões em 2026, levando o tratamento para além das classes A e B, hoje concentradoras do consumo por causa do preço elevado. 


Regulação entra como variável central nesse arranjo. A Anvisa passou a exigir retenção de receita para a compra dessas substâncias a partir de 23 de junho de 2025, e a expectativa é de que regras mais claras para a venda online de medicamentos, incluindo controlados e prescrições digitais, sejam definidas até 2026. 


Dados se tornam a infraestrutura estratégica desse novo mercado. Com a fragmentação dos canais digitais e o avanço de marketplaces como Amazon e Mercado Livre, parte das transações passa a ocorrer fora dos modelos tradicionais de mensuração, exigindo leitura integrada e acionável do desempenho de cada plataforma.


Estratégia comercial vencedora, nesse contexto, combina gestão de portfólio, precificação dinâmica, presença omnicanal e educação do consumidor. A omnicanalidade deixa de ser tendência e passa a ser condição de competitividade tanto para a indústria quanto para o varejo.


Sem uma leitura integrada do comportamento do consumidor e do papel de cada canal, o potencial dessa categoria fica subaproveitado. As projeções do Itaú BBA apontam para um mercado brasileiro de agonistas do GLP-1 de até R$ 50 bilhões até 2030, com uma base estimada de 15 milhões de usuários, um horizonte que recompensa quem compreender, desde agora, que os GLP-1 são menos um produto e mais o sinal de uma nova relação entre saúde, consumo e ponto de venda. 



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2026 | TOP 10 - Produtores de Café: Impulsionando o Mundo, Um Grão de Cada Vez

2024 | TOP 10 - Maiores Cooperativas de Café no Brasil - Referências Globais em Produção e Exportação
#BrazilSFE #Café #Cafeicultura #Agronegócio #ProduçãoDeCafé #MercadoGlobal #Commodities #Arábica #Robusta #Sustentabilidade #ExportaçãoDeCafé #EconomiaRural #MudançasClimáticas


DOE UM CAFÉ


O café transcende o status de uma simples bebida para se consolidar como uma das commodities agrícolas mais comercializadas no planeta. A cultura do café assegura o sustento de milhões de famílias e impulsiona uma indústria global multibilionária.


📊 Visão Geral e Atualizações do Mercado Global (Safra 2025/26)


Os dados mais recentes do mercado cafeeiro revelam um cenário de crescimento na produção aliado a um consumo aquecido e estoques reduzidos:


  • Produção Global Recorde: A produção mundial de café está projetada para atingir o volume recorde de 178,85 milhões de sacas de 60 kg na temporada 2025/26.  

  • Liderança Absoluta do Brasil: O Brasil mantém sua posição isolada como o maior produtor do mundo, respondendo por cerca de 35% da produção global. O 2º Levantamento da Safra de Café 2026, divulgado pela Conab, estima a produção brasileira em 66,7 milhões de sacas, configurando uma alta de 18%.  

  • Domínio do Vietnã no Robusta: O Vietnã continua dominando a produção de café da espécie Robusta, com a safra estimada em 30,8 milhões de sacas devido à recuperação produtiva e condições climáticas favoráveis.  

  • Consumo e Estoques: O consumo global de café continua subindo e deve chegar ao recorde de 173,9 milhões de sacas. Consequentemente, os estoques finais globais devem registrar queda pelo quinto ano consecutivo.


🌍 Impacto Socioeconômico do Café


A importância do grão vai muito além das xícaras servidas em cafeterias, gerando um impacto socioeconômico em cadeia:


Impulsiona de forma vital as economias rurais e o comércio internacional de ponta a ponta.


Sustenta e garante a renda de mais de 125 milhões de pessoas ao redor do mundo.


Cria vastas oportunidades de negócios em setores paralelos, como logística, processamento industrial e negociação de commodities.


Incentiva inovações tecnológicas contínuas voltadas para a agricultura sustentável e o fornecimento responsável.


O sucesso a longo prazo do setor cafeeiro dependerá diretamente do equilíbrio estratégico entre a elevação contínua da produtividade, a implementação rigorosa de práticas de sustentabilidade e a garantia de uma distribuição justa de valor por toda a cadeia de suprimentos.



⚠️ Desafios Contemporâneos do SetorApesar da previsão de recordes produtivos, o mercado de café lida com obstáculos complexos:


  • Mudanças e Anomalias Climáticas: Eventos climáticos extremos e irregulares impactam severamente a produtividade. Recentemente, a seca e as altas temperaturas em Minas Gerais e São Paulo afetaram negativamente o florescimento e o desenvolvimento dos frutos de café Arábica.  

  • Aumento de Custos: A elevação dos custos de insumos agrícolas, fertilizantes, mão de obra e logística pressionam as margens de lucro dos produtores.

  • Volatilidade do Mercado: As oscilações constantes de preços e os estoques globais reduzidos geram grandes incertezas na comercialização e exportação.

  • Riscos Fitossanitários e Hídricos: A incidência cada vez mais imprevisível de pragas e doenças, aliada à crescente escassez hídrica global, exige enorme adaptação e novos investimentos nas lavouras.


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Então: Você Deseja Ser um Representante da Indústria Farmacêutica? (Indústria Farmacêutica | Orientações para Consultores, Propagandistas e Representantes)

2026 | TOP 10 - Maiores Cooperativas de Café no Brasil - Referências Globais em Produção e Exportação

2026 | TOP 10 - Maiores Cooperativas de Café no Brasil - Referências Globais em Produção e Exportação
#BrazilSFE #Cooxupe #Cocatrel #Cocapec #Minasul #Expocacer #Cooabriel #Capebe #Coopama #Coagril #Camda


DOE UM CAFÉ


As maiores cooperativas de café no Brasil são referências globais em produção e exportação. A liderança absoluta do setor pertence à Cooxupé.

O ranking das 10 principais cooperativas cafeeiras do país é composto por:⁠


Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) – Sediada em Guaxupé (MG), é a maior cooperativa de café do mundo.⁠


Cocatrel (Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas) – Sediada em Três Pontas (MG), destaca-se pela alta capilaridade e exportações.⁠


Cocapec (Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas) – Sediada em Franca (SP), com forte atuação na região da Alta Mogiana.⁠


Minasul – Sediada em Varginha (MG), é uma das mais tradicionais do Sul de Minas.⁠


Expocacer (Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado) – Sediada em Patrocínio (MG), especializada no segmento de cafés especiais do Cerrado Mineiro.


2026 | TOP 10 - Maiores Cooperativas de Café no Brasil - Referências Globais em Produção e Exportação


Cooabriel
(Cooperativa Agrícola de São Gabriel da Palha) – Sediada no Espírito Santo, é a maior cooperativa de café conilon do Brasil.


Capebe (Cooperativa Agropecuária de Boa Esperança) – Sediada em Boa Esperança (MG), forte na cafeicultura familiar.


Coopama (Cooperativa Agrícola de Machado) – Sediada em Machado (MG), atuante no Sul do estado.


Coagril – Sediada em Unaí (MG), com expressiva atuação e volume de recebimento de café no Noroeste de Minas.


⁠Camda – Sediada em Adamantina (SP), atua fortemente no oeste paulista e estados vizinhos.



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Então: Você Deseja Ser um Representante da Indústria Farmacêutica? (Indústria Farmacêutica | Orientações para Consultores, Propagandistas e Representantes)

O Futuro do Trabalho não é Máquina contra Humano, é Máquina AO LADO do Humano

O Futuro do Trabalho não é Máquina contra Humano, é Máquina AO LADO do Humano
#BrazilSFE #Healthcare #IndústriaFarmacêutica #IndústriaDeMedicamentos #InteligênciaArtificial #IA #AI




Qual é o maior erro que cometemos ao pensar sobre a IA - Inteligência Artificial? Acreditar que ela nos substituirá por completo. A constatação vem do próprio Nobel de Economia, Daron Acemoglu, que desmistifica o apocalipse do mercado de trabalho.

A verdade é que a IA substitui tarefas, não empregos inteiros. O futuro do trabalho dependerá de como desenharemos a colaboração entre a máquina e o cérebro humano. Se a tecnologia servir apenas para baratear a mão de obra, os incentivos para a economia serão insuficientes. Mas se for projetada para que os humanos façam coisas melhores, maiores e totalmente inéditas, o jogo muda.

Entender que a máquina trabalhará ao nosso lado — e não em nosso lugar — nos prepara para o real desafio desta década: moldar instituições, modelos de negócios e regras que garantam que os lucros gerados por essa nova era sejam apropriados pela sociedade, e não apenas retidos no topo da cadeia tecnológica.

Atrasar o debate sobre a real produtividade da inteligência artificial pode custar o futuro da sua empresa!

Não podemos mais ignorar que a adoção cega de tecnologia não traz prosperidade imediata e escalável para os negócios.

Despertem para a realidade: a automação da maioria das tarefas ainda não é economicamente madura e viável.

Rápido, precisamos repensar as projeções otimistas que mascaram os riscos e o grande deslocamento de profissionais.

É urgente entender que as métricas de produtividade atuais falham ao não capturar a verdadeira eficiência no trabalho.

Levantem os olhos e vejam: a ausência de infraestrutura digital robusta está sabotando a inovação exatamente agora.

Uma crise se aproxima se não investirmos massivamente em educação e capacitação tecnológica de forma imediata.

Imediatamente, os líderes devem parar de usar a IA generativa apenas como ferramenta para cortes de custos operacionais.

Zelem pelo seu capital humano antes que a visão puramente reducionista destrua a capacidade criativa da organização.

Batalhemos por um modelo de adoção urgente que integre humanos e máquinas, ou perderemos a relevância de mercado.

Exige-se ação enérgica: focar apenas na eliminação de funções é um erro estratégico fatal a curtíssimo prazo.

Reajam ao fato de que as equipes já operam algoritmos às escondidas, sem qualquer governança institucional ou segurança.

Necessitamos de transparência e diretrizes claras hoje, e não amanhã, para evitar um forte colapso estrutural.

Ajam com estratégia: a tecnologia só tem valor real quando as decisões de gestão sabem extrair o seu verdadeiro potencial.

Reter os talentos que já dominam as ferramentas da nova era digital é a medida mais crítica para a sobrevivência atual.

Decidam agora se vão usar a inteligência artificial para potencializar as pessoas ou para limitar a própria inovação.

Estamos diante de um ponto de não retorno na economia global, exigindo posturas corporativas modernas e muito maduras.

Salvem a inovação das suas operações: estruturem a máquina para trabalhar ao lado do humano a partir de hoje!


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