Propósito

✔ Brazil SFE® Pharma Produtivity, Effectiveness, CRM, BI, SFE, ♕Data Science Enthusiast, ✰BI, Big Data & Analytics, ✰Market Intelligence, ♕Sales Force Effectiveness, Vendas, Consultores, Comportamento, etc... Este é um lugar onde executivos e profissionais da Indústria Farmacêutica atualizam-se, compartilham experiências, aplicabilidades e contribuem com artigos e perspectivas, ideias e tendências. Todos os artigos e séries são desenvolvidos por profissionais da indústria. Este Blog faz parte integrante do grupo AL Bernardes®.

Views

Meni

✔️ Brazil SFE News®

Brazil SFE News®
Carregando notícias…

Online Pharma Global News

Pharma Global News®
Carregando notícias…

20 PROMPTS DE IA PARA TRABALHAR MELHOR COM EXCEL E TRANSFORMAR PLANILHAS EM DECISÕES

20 PROMPTS DE IA PARA TRABALHAR MELHOR COM EXCEL E TRANSFORMAR PLANILHAS EM DECISÕES
#BrazilSFE #IndústriaFarmacêutica #VarejoFarmaceutico #IANoExcel #CopilotExcel #Prompts #AnaliseDeDados #Formulas #Dashboards #TabelasDinamicas #Automacao #InteligenciaComercial #Produtividade


☕DOE UM CAFÉ


Quantas horas da sua semana desaparecem limpando bases, corrigindo fórmulas, cruzando relatórios e montando apresentações que poderiam ser resolvidas em minutos? No dia a dia de indústria farmacêutica, vendas, trade, SFE e inteligência comercial, o Excel continua sendo o ponto de encontro entre dados operacionais e decisões de negócio. O problema raramente é a falta de informação: é a dificuldade de transformá-la rapidamente em resposta útil.


A IA mudou essa equação. Ferramentas como o Copilot no Excel permitem gerar fórmulas, limpar dados, criar gráficos e tabelas dinâmicas, identificar tendências, explicar cálculos e montar dashboards a partir de instruções em linguagem natural. A Microsoft informa que o recurso pode gerar fórmulas, criar gráficos e tabelas dinâmicas, aplicar formatação condicional, identificar insights, tendências e valores atípicos, além de executar tarefas repetitivas.


Ainda assim, a IA não substitui critério. Ela acelera o trabalho de quem sabe perguntar, validar resultados e entender o contexto comercial por trás dos números. A pergunta não é se você vai usar IA no Excel, mas se vai usá-la apenas para economizar minutos ou para elevar a qualidade das decisões da sua área.


Abaixo estão 20 prompts práticos para aplicar em diferentes atividades do cotidiano. Eles funcionam melhor quando você informa o nome da planilha, o intervalo exato dos dados, o objetivo da análise e as regras de negócio relevantes. Em vez de pedir “analise meus dados”, descreva a decisão que precisa tomar.


Para limpeza de dados, use: “Organize os dados despadronizados da planilha ‘Base Vendas’ em uma nova aba, padronize datas, nomes de produtos, códigos de cliente e valores monetários, e informe todas as correções realizadas antes de alterar o arquivo original.” O Copilot no Excel oferece recursos para detectar duplicidades, espaços extras, formatos inconsistentes e valores armazenados no tipo errado.


Para criação de fórmulas, experimente: “Crie uma fórmula na coluna ‘Margem Contribuição’ que calcule a margem percentual a partir das colunas ‘Receita Bruta’ e ‘Custo dos Produtos Vendidos’, explique a lógica utilizada e valide o resultado nas primeiras dez linhas.” A ferramenta pode sugerir fórmulas, criar colunas calculadas e explicar como cada cálculo funciona.


Para interpretação de fórmulas, peça: “Explique, em linguagem simples, o que a fórmula da célula F12 faz, quais intervalos ela utiliza, quais são os possíveis pontos de falha e como o resultado muda se eu alterar o critério de filtro.” O Copilot consegue explicar fórmulas existentes em células selecionadas ou em outras partes da planilha.


Para correção de erros, use: “Identifique as causas dos erros #N/D, #VALOR! e #DIV/0! na planilha ‘Relatório Comercial’, explique cada ocorrência e proponha uma correção que preserve os dados originais.” A IA pode ajudar a interpretar erros e apresentar achados, mas a validação final deve considerar a regra de negócio.


Para pesquisa entre planilhas, experimente: “Compare a aba ‘Cadastro Nacional’ com a aba ‘Vendas por Loja’, identifique clientes ou produtos ausentes, sinalize chaves duplicadas e indique quais registros precisam de revisão manual.” O recurso permite criar buscas e correspondências entre áreas do mesmo arquivo.


Para tabelas dinâmicas, peça: “Crie uma tabela dinâmica com faturamento por região, gerência e categoria, classificada do maior para o menor valor, incluindo total geral, participação percentual e variação em relação ao período anterior.” O Copilot pode criar e editar tabelas dinâmicas com vínculos editáveis aos dados de origem.


Para gráficos, use: “Recomende o gráfico mais adequado para comparar a evolução mensal de vendas por canal e justifique a escolha. Depois, crie o gráfico com títulos claros, rótulos de dados e destaque para o canal de maior crescimento.” A Microsoft destaca que a IA pode recomendar visualizações, como gráficos de barras para comparações e linhas para tendências.


Para tendências e anomalias, experimente: “Analise as vendas diárias da aba ‘Sell-Out 2026’, identifique tendências, sazonalidades, valores atípicos e possíveis explicações com base nas variáveis disponíveis. Não invente causas sem evidência nos dados.” O Copilot pode retornar resumos, gráficos, tendências e outliers a partir de perguntas feitas em linguagem natural.


Para formatação condicional, peça: “Destaque em vermelho as lojas com ruptura acima de 5%, em amarelo as com crescimento abaixo da meta e em verde as que superaram a meta de sell-out. Explique as regras aplicadas antes de executar.” A ferramenta permite aplicar formatação condicional, filtros e destaques para concentrar a atenção nos dados relevantes.


Para tratamento de textos, use: “Separe a coluna ‘Cliente Completo’ em razão social, CNPJ, cidade e estado. Depois, combine cidade e estado em uma nova coluna chamada ‘Localização’, mantendo o padrão de escrita uniforme.” O Copilot também pode trabalhar com texto, classificar informações e adicionar resultados em novas colunas.


Para remoção de duplicidades, experimente: “Identifique registros duplicados na aba ‘Base CRM’ usando CNPJ, e-mail e nome do contato como critérios. Não exclua nada automaticamente: crie uma aba chamada ‘Duplicidades para Revisão’ e explique os critérios de detecção.” A Microsoft cita a detecção e padronização de duplicidades como uma das aplicações centrais da IA no Excel.


Para orçamentos, peça: “Crie um modelo de orçamento mensal para a área comercial, com linhas de receita, custo de mercadoria vendida, despesas de equipe, verba de trade, marketing digital e resultado operacional. Inclua colunas de realizado, orçado, variação absoluta e variação percentual.” O Copilot é indicado pela Microsoft para apoio na criação e atualização de orçamentos e modelos financeiros.


Para previsões, use: “Elabore uma previsão de vendas para os próximos 12 meses com metodologia explicada, premissas documentadas e três cenários: otimista, base e pessimista. Considere histórico, sazonalidade e crescimento médio das últimas 24 meses.” A IA pode apoiar projeções e cenários, mas as premissas devem ser revisadas por quem conhece o mercado.


Para simulações, experimente: “Crie uma simulação de sensibilidade mostrando o impacto no resultado operacional quando o preço médio cai 5%, 10% e 15%, mantendo volume constante. Depois, repita a análise considerando aumento de 5%, 10% e 15% no volume.” O Copilot pode ajudar a explorar cenários “what-if” e identificar padrões nos dados.


Para dashboards, peça: “Monte um dashboard comercial com indicadores de receita, sell-out, participação de mercado, cobertura, ruptura, crescimento em mesmas lojas e execução de ações. Organize os visuais por prioridade gerencial e facilite a atualização mensal.” A Microsoft informa que o recurso pode criar dashboards, ferramentas de planejamento e templates a partir de instruções em linguagem natural.


Para validação de dados, use: “Configure listas suspensas para região, gerência, canal, categoria e status da conta. Crie regras de validação que impeçam datas futuras, valores negativos em campos que não admitem negativo e textos fora do padrão esperado.” O Copilot pode aplicar validação de dados e regras de edição na planilha.


Para auditoria de planilhas, experimente: “Audite a pasta ‘Modelo Comercial 2026’ e identifique números digitados diretamente dentro de fórmulas, vínculos externos quebrados, intervalos inconsistentes, cálculos duplicados e possíveis inconsistências entre abas. Apresente um relatório antes de qualquer alteração.” A IA pode apoiar a identificação de problemas que afetam cálculos, relatórios e insights.


Para conciliação de informações, peça: “Compare a lista de pedidos da aba ‘ERP’ com a aba ‘Faturamento’, identifique correspondências, divergências de valor, pedidos não faturados e faturamentos sem pedido correspondente. Crie colunas explicando o status de cada item.” O recurso pode criar buscas e cruzamentos entre dados do mesmo arquivo.


Para resumos executivos, use: “Transforme os dados da aba ‘Resultados Mensais’ em cinco conclusões relevantes para a liderança, com impacto financeiro, principais drivers de crescimento, riscos, oportunidades e recomendações práticas. Não inclua informações que não estejam comprovadas na planilha.” O Copilot pode gerar resumos, narrativas e insights a partir dos dados.


Para automação, experimente: “Identifique as tarefas repetitivas deste fluxo de fechamento mensal e proponha uma automação para consolidação de arquivos, atualização de tabelas dinâmicas, verificação de inconsistências e geração do relatório final. Descreva as etapas antes de executar.” A Microsoft destaca que o Copilot pode completar tarefas repetíveis por meio de habilidades personalizadas.


Para obter resultados confiáveis, alguns cuidados fazem toda a diferença. Utilize cabeçalhos claros, mantenha uma tabela por tema, identifique o nome exato da planilha e o intervalo de dados, trabalhe sempre sobre uma cópia do arquivo original e solicite que a IA explique as alterações antes de executá-las. Valide as fórmulas com algumas linhas de exemplo e nunca permita que a ferramenta invente valores, preencha lacunas sem fonte ou apresente estimativas como se fossem fatos.


A Microsoft também recomenda diferenciar os modos de uso: o modo de edição altera diretamente a planilha, o modo de planejamento cria um plano antes das mudanças e o modo de conversa analisa os dados sem modificar o arquivo. Essa distinção é especialmente útil em modelos financeiros, relatórios regulatórios e bases usadas em decisões comerciais.


O ganho real não está em substituir o raciocínio analítico, mas em liberar tempo para ele. Quando a IA cuida da parte repetitiva, o profissional pode dedicar mais atenção ao que realmente gera valor: interpretar o mercado, questionar premissas, antecipar riscos e transformar dados em ações comerciais.


Curadorias de Notícias


Acesse todos os nossos Artigos


👉 Siga André Bernardes no Linkedin. Clique aqui e contate-me via What's App.

Comente e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com 

2026 | TOP 12 - REDES DE FARMÁCIAS DO BRASIL: QUEM REALMENTE DOMINA O VAREJO FARMACÊUTICO?

2026 | TOP 12 - REDES DE FARMÁCIAS DO BRASIL: QUEM REALMENTE DOMINA O VAREJO FARMACÊUTICO?
#BrazilSFE #IndústriaFarmacêutica #VarejoFarmaceutico #RedesDeFarmacias #RDSaude #PagueMenos #GrupoDPSP #Abrafarma #Panvel #FarmaciasSaoJoao #Omnicanalidade #KeyAccountManagement


☕DOE UM CAFÉ


O varejo farmacêutico brasileiro vive uma competição que vai muito além da abertura de lojas. Em 2026, as grandes redes disputam escala nacional, densidade regional, velocidade de entrega, dados de consumo, serviços de saúde e a preferência de pacientes que esperam conveniência sem abrir mão de orientação profissional. Para a indústria farmacêutica, entender quem domina esse tabuleiro deixou de ser um exercício de curiosidade: é uma decisão comercial que influencia distribuição, precificação, execução em ponto de venda e retorno sobre investimento.


O ranking de unidades físicas mostra a RD Saúde na frente, com 3.687 farmácias no segundo trimestre de 2026, seguida por Pague Menos, com 1.695 unidades, e Grupo DPSP, com 1.665. Na sequência aparecem Farmácias São João, Panvel, Clamed, Nissei, Drogal, Drogaria Araujo, Farma Conde, Rede d1000 e Farmácia Indiana. Mas o número de lojas, isolado, pode esconder diferenças decisivas de faturamento, produtividade, margem, presença digital e capacidade de transformar capilaridade em valor.


A questão que desafia executivos de indústria, trade, KAM e SFE é direta: Qual rede converte melhor cada farmácia, cada cliente e cada interação digital em crescimento sustentável? A resposta não está apenas no mapa de lojas, mas na qualidade da execução comercial e na inteligência com que cada empresa gere categorias, estoques, canais e relacionamento.


As redes associadas à Abrafarma encerraram 2025 com 11.688 pontos de venda, alta de 5,9% em relação ao ano anterior, e faturamento de R$ 118,5 bilhões, crescimento de 14,9%. O dado mais relevante é que a receita avançou bem acima da expansão física, indicando ganho de produtividade, maior participação de categorias de valor, digitalização e melhor uso da base de clientes.


A RD Saúde é o exemplo mais evidente dessa lógica. No segundo trimestre de 2026, a companhia registrou receita bruta de R$ 12,778 bilhões, alta anual de 18,3%, com vendas em mesmas lojas crescendo 12,5% e lojas maduras avançando 10,9%. Sua participação de mercado alcançou 19,7%, com ganho de 1,7 ponto percentual em doze meses, enquanto a receita digital chegou a R$ 3,938 bilhões, alta de 52,2% e equivalente a 31% das vendas de varejo.


Esses resultados mostram que a RD não cresceu apenas por abrir farmácias. A empresa encerrou o trimestre com 3.687 unidades, realizou 76 inaugurações e três fechamentos, e manteve margem EBITDA ajustada de 8,0%, com EBITDA de R$ 1,017 bilhão. O crescimento veio acompanhado de ganho de participação, recuperação de caixa e integração entre loja física, aplicativo, estoque local e entrega rápida.


No ranking de faturamento da Abrafarma, elaborado com a FIA-USP e referente a 2025, a RD Saúde lidera pelo 15º ano consecutivo. O Grupo DPSP ocupa a segunda posição e o Grupo Pague Menos, a terceira. Farmácias São João e Panvel completam o top 5. A ordem por receita não coincide necessariamente com a ordem por número de unidades, o que reforça que capilaridade e geração de valor são métricas diferentes.


A concentração também é um fenômeno estrutural. As redes associadas à Abrafarma representam cerca de 11% dos pontos de venda do país, mas respondem por aproximadamente 53% das dispensações de medicamentos. Isso significa que uma parcela relativamente pequena do mercado concentra uma parte muito relevante do acesso ao consumidor, do volume de compras e da capacidade de influenciar categorias.


Para a indústria farmacêutica, essa concentração muda a forma de negociar. Uma conta nacional de grande porte exige muito mais do que desconto, verba promocional e meta de compra. Exige leitura integrada de sell-in e sell-out, disponibilidade real por loja, giro por categoria, execução de planograma, visibilidade digital, serviços de saúde e metas compartilhadas de crescimento. Sem essa visão, o resultado pode ser estoque parado, ruptura nos pontos certos e pressão sobre a margem.


O canal digital ampliou essa complexidade. Nas redes associadas à Abrafarma, as vendas digitais cresceram 48,7% no acumulado de doze meses entre outubro de 2024 e setembro de 2025, passando de R$ 13,16 bilhões para R$ 19,56 bilhões. O e-commerce passou a representar 17% da receita dessas companhias, ante 13% no período anterior.


Na RD Saúde, o movimento foi ainda mais intenso. O aplicativo respondeu por 83% das vendas digitais no 2T26 e 96% dos pedidos foram entregues ou retirados em menos de 60 minutos. A loja física, portanto, não perdeu importância: ela passou a operar como infraestrutura logística, ponto de retirada, suporte ao atendimento e ativo de proximidade para o consumidor.


O mix de produtos também se tornou um campo estratégico. Entre as associadas à Abrafarma, os genéricos cresceram 16,68%, os medicamentos isentos de prescrição avançaram 10,87% e os produtos não medicamentos subiram 10,13% no período de doze meses encerrado em setembro de 2025. Medicamentos seguem como categoria central, mas a rentabilidade depende cada vez mais da combinação entre volume, preço, mix, serviços e eficiência operacional.


Os medicamentos da classe GLP-1 trouxeram uma nova camada de decisão. Eles aumentam tráfego, receita e relevância assistencial, mas tendem a pressionar margem e exigir gestão rigorosa de estoque, previsão de demanda, disponibilidade e capital de giro. Na RD Saúde, a categoria representou cerca de 12% das vendas no 2T26, enquanto a companhia reconheceu queda de 22% no preço médio da semaglutida no trimestre.


A Panvel ilustra a força das redes regionais bem executadas. A empresa encerrou 2025 com 659 lojas e receita bruta de R$ 5,9 bilhões, e projetou abrir 45 unidades em 2026. Seu plano de longo prazo prevê entre 950 e 1.000 lojas, receita entre R$ 11,5 bilhões e R$ 12 bilhões e margem EBITDA entre 6,7% e 7% até 2030.


Em setembro de 2026, a Panvel operava 666 lojas, com forte concentração no Sul do país: 421 no Rio Grande do Sul, 123 no Paraná e 105 em Santa Catarina. A rede estava presente em 12 das 13 cidades sulistas com mais de 300 mil habitantes, mas ainda tinha espaço relevante de expansão em municípios menores. Essa leitura mostra que cobertura regional deve ser avaliada por potencial de mercado, e não apenas por número de estados atendidos.


A Farmácias São João também demonstra o valor da densidade territorial. A rede nasceu no Rio Grande do Sul, passou a se chamar Farmácias São João em 1996, com a abertura da primeira filial em Nova Prata, e consolidou presença nos três estados do Sul. Hoje, a companhia informa mais de 23 mil colaboradores, 11 milhões de clientes atendidos por mês e uma estrutura superior a 1.000 lojas, com forte concentração no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.


O Grupo DPSP, formado por Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, ocupa posição de destaque tanto em escala quanto em faturamento. Já a Pague Menos, que também controla a Extrafarma, aparece como terceiro maior grupo em receita no ranking da Abrafarma de 2025, mas assume a vice-liderança quando a análise considera apenas bandeiras de farmácias.


A Drogaria Araujo, de Minas Gerais, é outra referência de liderança regional. A rede ocupa a sexta posição no ranking de faturamento da Abrafarma referente a 2025, à frente de Drogal, Nissei e Farmácia Indiana. Sua força está na combinação entre reconhecimento local, densidade em Minas Gerais e capacidade de competir em categorias de saúde, bem-estar, beleza e conveniência.


A Nissei, com forte presença no Paraná, e a Drogal, que atua principalmente no interior de São Paulo e Minas Gerais, reforçam que o varejo farmacêutico brasileiro continua fragmentado fora das grandes capitais. A Drogal foi um dos destaques do ranking da Abrafarma de 2025, subindo para a sétima posição entre os grupos e registrando o maior avanço anual entre as dez maiores empresas do setor.


A Farmácia Indiana, com origem no Paraná, também mantém relevância nacional no ranking de faturamento. Essas redes regionais provam que conhecimento do consumidor, proximidade, sortimento adequado e execução local podem gerar posições competitivas robustas mesmo diante de grupos de escala nacional.brazilstockguide


Para áreas de SFE e inteligência comercial, o ranking deve ser tratado como ponto de partida, não como veredito. A segmentação de contas precisa combinar número de lojas, localização, participação regional, receita estimada, crescimento em mesmas lojas, força digital, cobertura do público-alvo, relevância por categoria, qualidade de execução, rentabilidade e potencial de parceria. Tamanho físico não é sinônimo automático de atratividade comercial.


A distribuição também precisa ser lida em duas camadas. A distribuição numérica mostra em quantas lojas o produto está cadastrado ou disponível. A distribuição ponderada revela se ele está presente nos estabelecimentos que realmente concentram o público, o volume e o potencial de prescrição. Um produto pode estar em milhares de pontos de venda e ainda assim ter baixo alcance efetivo se não estiver nas farmácias certas.


O Joint Business Plan é o instrumento que transforma essa leitura em ação. Um JBP maduro define metas de distribuição, crescimento por categoria, disponibilidade, expansão de mix, execução em loja, visibilidade digital, campanhas de adesão, serviços de saúde, indicadores de sell-out e contrapartidas comerciais. Mais importante: estabelece responsáveis, periodicidade de revisão e critérios claros de sucesso.


A pergunta estratégica precisa mudar. Não basta perguntar qual rede tem mais farmácias. É preciso perguntar qual rede transforma melhor cada loja, cada cliente e cada interação digital em acesso, fidelidade, receita e retorno econômico. Entre escala nacional, liderança regional e excelência omnicanal, o futuro do varejo farmacêutico pertencerá às empresas capazes de crescer sem confundir expansão com criação de valor.


Histórico das empresas citadas


A Raia Drogasil S.A., atualmente RD Saúde, é uma companhia brasileira de varejo farmacêutico com origem na união das redes Raia e Drogasil. A empresa opera as bandeiras Raia e Drogasil, além de atuar em serviços de saúde, fidelização, marketplace e canais digitais. Seu último faturamento anual informado no material consultado foi de R$ 13,01 bilhões em 2025, segundo dados citados pelo Panorama Farmacêutico com base no balanço da companhia. Fonte: https://panoramafarmaceutico.com.br/ranking-da-abrafarma-revela-avancos-em-faturamento-e-numero-de-pdvs/ e https://investimentos.com.br/artigos/analise-resultados-2t26-rd-saude-radl3/


O Grupo DPSP, nome completo Drogarias Pacheco São Paulo S.A., é uma empresa brasileira formada pela união das tradicionais redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco. Sua atuação é centrada no varejo de medicamentos, produtos de saúde, bem-estar, beleza e conveniência, com forte presença em São Paulo e no Rio de Janeiro. O grupo ocupa a segunda posição no ranking de faturamento da Abrafarma referente a 2025; o material consultado não informou seu faturamento anual individual. Fonte: https://www.broadcast.com.br/ultimas-noticias/abrafarma-varejo-farmaceutico-movimenta-r-1185-bi-em-2025-rd-saude-lidera-ranking/ e https://abradilan.com.br/mercado/ranking-abrafarma-grandes-redes-faturaram-r1185-bi-em-2025/


O Grupo Pague Menos, cuja controladora é a Pague Menos Comércio e Participações S.A., é uma empresa brasileira do varejo farmacêutico fundada em Fortaleza, no Ceará. Além da bandeira Pague Menos, o grupo controla a Extrafarma e atua em medicamentos, perfumaria, cuidados pessoais, serviços de saúde e canais digitais. O ranking da Abrafarma de 2025 posiciona o grupo em terceiro lugar por faturamento; o material consultado não informou seu faturamento anual consolidado. Fonte: https://www.broadcast.com.br/ultimas-noticias/abrafarma-varejo-farmaceutico-movimenta-r-1185-bi-em-2025-rd-saude-lidera-ranking/ e https://brazilstockguide.com/insights/brazil-pharmacy-retail-ranking-2025/


A Farmácias São João Ltda., conhecida como Rede São João, é uma rede brasileira de farmácias originária do Rio Grande do Sul. A empresa começou com a aquisição de uma farmácia em Campo Novo, no RS, em 1979, adotou o nome Farmácias São João em 1996 e expandiu-se por Santa Catarina e Paraná. A companhia informa mais de 23 mil colaboradores, 11 milhões de clientes por mês e mais de 1.000 lojas. O material consultado não informou seu último faturamento anual. Fonte: https://www.saojoaofarmacias.com.br/quem-somos


A Dimed S.A. Distribuidora de Medicamentos, que opera a marca Panvel, é uma empresa brasileira sediada no Rio Grande do Sul. A Panvel nasceu em 1973 da união das redes Panitz e Velgos, iniciando com 33 lojas. A companhia atua em farmácias, drogarias, e-commerce, marcas próprias, distribuição e serviços relacionados à saúde e beleza. Seu último faturamento anual informado foi de R$ 5,9 bilhões em 2025. Fonte: https://www.panvel.com/blog/sobre-a-panvel/ e https://neofeed.com.br/negocios/concorrencia-ou-oportunidade-o-que-pensa-a-panvel-sobre-a-entrada-das-farmacias-nos-supermercados


A Drogaria Araujo S.A. é uma rede brasileira de farmácias com origem em Minas Gerais e forte tradição em Belo Horizonte. A empresa atua no varejo de medicamentos, dermocosméticos, perfumaria, alimentos, conveniência e serviços de saúde. No ranking da Abrafarma referente a 2025, ocupa a sexta posição entre os grupos por faturamento; o material consultado não informou seu último faturamento anual. Fonte: https://brazilstockguide.com/insights/brazil-pharmacy-retail-ranking-2025/


A Drogarias Nissei Ltda., conhecida como Grupo Nissei, é uma rede brasileira de farmácias com forte presença no Paraná. A empresa atua no varejo de medicamentos, produtos de saúde, bem-estar, beleza e conveniência, além de desenvolver operações digitais e programas de relacionamento com o consumidor. O material consultado não informou seu último faturamento anual nem um histórico corporativo completo verificável. Fonte: https://brazilstockguide.com/insights/brazil-pharmacy-retail-ranking-2025/


A Drogal, nome comercial associado à Drogaria Globo Mineira Ltda., é uma rede brasileira de farmácias com atuação relevante no interior de São Paulo e Minas Gerais. A empresa atua em medicamentos, genéricos, itens de conveniência, higiene, beleza e serviços farmacêuticos. No ranking da Abrafarma de 2025, subiu para a sétima posição entre os grupos e registrou o maior avanço anual entre as dez maiores empresas do setor; o material consultado não informou seu último faturamento anual. Fonte: https://pharmainnovation.com.br/grandes-redes-de-farmacias-crescem-14-por-cento-e-faturam-118-bilhoes/ e https://brazilstockguide.com/insights/brazil-pharmacy-retail-ranking-2025/


A Farmácia Indiana Ltda. é uma rede brasileira de farmácias com origem no Paraná. A empresa atua no varejo de medicamentos, produtos de saúde, higiene, beleza e conveniência, com presença relevante na região Sul. No ranking da Abrafarma referente a 2025, ocupa a nona posição entre os grupos por faturamento; o material consultado não informou seu último faturamento anual nem um histórico corporativo completo verificável. Fonte: https://brazilstockguide.com/insights/brazil-pharmacy-retail-ranking-2025/


Curadorias de Notícias


Acesse todos os nossos Artigos


👉 Siga André Bernardes no Linkedin. Clique aqui e contate-me via What's App.

Comente e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com 



KOLs e Farmacovigilância: Como o Representante Farmacêutico Fortalece a Segurança do Paciente

KOLs e Farmacovigilância: Como o Representante Farmacêutico Fortalece a Segurança do Paciente
#BrazilSFE #KOL #Farmacovigilancia #SegurancaDoPaciente #RepresentanteFarmaceutico #EventosAdversos #Monitoramento #Brasil #IndustriaFarmaceutica #Saude #RiscoBeneficio #PMR



KOLs são vozes importantes quando o assunto é segurança do paciente e uso adequado de medicamentos na prática clínica. Eles participam de comitês de farmacovigilância, ajudam a interpretar sinais de risco e orientam colegas sobre manejo de eventos adversos. O representante farmacêutico pode contribuir significativamente nessa área, desde que bem treinado.

 e-Books sobre MSLs 

    e-Book - Série MSL - Volume 02 - Como Tornar-se um MSL - Medical Science Liaison     e-Book - Série MSL - Volume 01 - Medical Science Liaison - Função na Indústria Farmacêutica, de Biotecnologia e de Dispositivos Médicos


Embora o PMR não seja responsável por analisar eventos adversos, ele é frequentemente o primeiro contato do médico com a empresa quando algo ocorre. Conhecer e seguir rigidamente os procedimentos de reporte é fundamental, tanto para cumprir exigências regulatórias quanto para proteger pacientes. Representantes bem alinhados com farmacovigilância aumentam a confiança dos KOLs na seriedade da empresa.


Dados indicam que sistemas robustos de farmacovigilância, que incluem bom fluxo de informação entre campo e área de segurança, permitem identificação mais rápida de sinais de risco e ajustes de bula quando necessário. KOLs participam desse processo oferecendo insights sobre casos complexos e recomendando estratégias de minimização de risco. O representante é peça-chave para conectar a realidade do consultório com o sistema interno da empresa.

Em conversas com KOLs, o PMR deve estar preparado para responder perguntas básicas sobre como relatar eventos adversos e qual canal utilizar, sem jamais orientar subnotificação ou minimizar relatos. Atitudes de transparência e respeito aos relatos fortalecem a reputação da empresa e mostram compromisso com o paciente. Médicos percebem rapidamente quando a cultura da organização é voltada para segurança, e isso pesa na relação de confiança.


​ Série de e-Books sobre REPs 
Série de e-Books sobre REPs

Série de e-Books sobre REPs


Do ponto de vista comercial, uma postura madura em farmacovigilância evita crises de imagem e preserva a confiança em longo prazo. Em um cenário em que notícias negativas se espalham rapidamente, empresas que lidam bem com riscos são mais resilientes. O representante, como ponto de contato em campo, tem papel determinante nesse equilíbrio.

KOLs que confiam na seriedade da área de segurança da empresa tendem a manter parceria mesmo diante de desafios, participando de iniciativas para melhorar o uso do medicamento e educar outros profissionais. O PMR, ao facilitar esse diálogo, contribui para que a companhia aprenda com a prática real e continue aprimorando seus produtos.

Ao incorporar farmacovigilância como parte central do seu trabalho, o representante farmacêutico reforça sua identidade como profissional de saúde, e não apenas de vendas. Você passa a ser visto como alguém que se preocupa genuinamente com desfechos clínicos e com o bem‑estar dos pacientes, algo que todo KOL respeita profundamente.
 

👉 Siga André Bernardes no Linkedin. Clique aqui e contate-me via What's App.

Comente e compartilhe este artigo!

brazilsalesforceeffectiveness@gmail.com