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1. Peter Sands - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
2. Mohamed Muizzu - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
3. Jo Feng - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
4. Jixun Lin - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
5. Delese Mimi Darko - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
6. David Ricks - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
7. Sabin Nsanzimana - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
8. Robert Davis - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
9. Jennifer Mensik Kennedy - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
10. Mike Doustdar - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
11. Daniel O'Day - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
12. Luciano Moreira - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
Robert McFarland
Redefinindo a reprodução
As doenças mitocondriais podem ser devastadoras, pois afetam os centros de energia das células, danificando o cérebro, o coração, os rins e os músculos. As mães transmitem essas condições aos filhos, já que estes herdam os genes mitocondriais do óvulo. Robert McFarland, professor de medicina mitocondrial pediátrica na Universidade de Newcastle, no Reino Unido, foi pioneiro em um método que pode evitar esse legado devastador.
Há uma década, ele descobriu uma maneira de usar a fertilização in vitro (FIV) para substituir os genes mitocondriais defeituosos da mãe por genes saudáveis de uma doadora. Essa forma modificada de fertilização aumenta as chances de um feto saudável, pois combina o DNA mitocondrial saudável da doadora com o DNA do óvulo da mãe e do espermatozoide do pai.
Em 2025, McFarland e sua equipe relataram no New England Journal of Medicine o nascimento de oito bebês utilizando esse método, chamado terapia de substituição mitocondrial. Todos os oito nasceram sem sinais de doença mitocondrial. A estratégia abre um novo caminho para ajudar famílias afetadas por distúrbios mitocondriais a terem filhos saudáveis.

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