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IQVIA GPS® | As 25 Perguntas que Todo Profissional de Pricing, Market Access e Contratos Globais Precisa Conhecer

IQVIA GPS® | As 25 Perguntas que Todo Profissional de Pricing, Market Access e Contratos Globais Precisa Conhecer
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A precificação de medicamentos tornou-se uma das atividades mais estratégicas da Indústria Farmacêutica moderna. Em um ambiente global marcado por regulações complexas, pressões econômicas, inflação, políticas de acesso e crescente controle governamental sobre custos de saúde, a definição do preço correto pode determinar o sucesso ou o fracasso de um produto em múltiplos mercados.

Ao mesmo tempo, empresas farmacêuticas, fabricantes de dispositivos médicos e organizações de biotecnologia enfrentam desafios cada vez maiores para equilibrar competitividade, rentabilidade e acesso dos pacientes aos tratamentos. Nesse cenário, a gestão inteligente de contratos e preços internacionais deixou de ser apenas uma função financeira e passou a ocupar posição central nas estratégias corporativas.

É justamente nesse contexto que o IQVIA GPS® ganhou relevância global. A solução combina consultoria especializada, tecnologia avançada e inteligência de mercado para apoiar organizações na tomada de decisões relacionadas a pricing, market access, contratos internacionais e maximização do valor comercial dos portfólios.

Quais são as 25 Perguntas mais Comuns sobre o IQVIA GPS?

IQVIA GPS® é uma solução especializada em gerenciamento estratégico de preços e contratos globais, amplamente utilizada pelas indústrias farmacêutica, biotecnológica e de tecnologia médica. A seguir estão reunidas as 25 dúvidas mais frequentes sobre a plataforma e suas aplicações práticas no ambiente corporativo moderno.

O que é o IQVIA GPS®?

IQVIA GPS® é uma solução que combina consultoria especializada e plataformas tecnológicas para apoiar empresas na gestão estratégica de preços e contratos farmacêuticos em escala internacional.

Qual é a principal função do IQVIA GPS®?

Sua principal função é ajudar laboratórios farmacêuticos e empresas de tecnologia médica a maximizar rentabilidade, proteger margens de lucro e manter competitividade em diferentes mercados globais.

Quais setores utilizam o IQVIA GPS®?

IQVIA GPS® é utilizado principalmente por empresas farmacêuticas, organizações de biotecnologia, fabricantes de dispositivos médicos e equipes globais de Market Access.

Como o IQVIA GPS® auxilia na precificação internacional?

A solução integra informações de vendas, inteligência competitiva, regulamentações governamentais e dados de mercado para apoiar decisões de precificação em diferentes países.

IQVIA GPS® contribui para conformidade regulatória?

Sim. A plataforma auxilia no monitoramento das exigências legais e regulatórias de diversos mercados, ajudando as empresas a manterem conformidade contratual e regulatória.

IQVIA GPS® é uma plataforma tecnológica ou um serviço de consultoria?

É uma combinação de ambas as abordagens. O IQVIA GPS® reúne tecnologia analítica avançada e consultoria especializada em Pricing & Contracting.

Quais tipos de dados são utilizados pelo IQVIA GPS®?

A solução utiliza dados de vendas, tendências de mercado, informações competitivas, políticas governamentais, regulamentações locais e indicadores econômicos.

Como o IQVIA GPS® se diferencia de outras soluções da IQVIA?

IQVIA GPS® é focado especificamente em preços globais, contratos e estratégias de acesso ao mercado, enquanto outras soluções possuem foco em auditorias, prescrição médica ou análise territorial.

IQVIA GPS® gerencia descontos e acordos comerciais?

Sim. A plataforma auxilia na administração de políticas de desconto, contratos institucionais, negociações governamentais e acordos comerciais complexos.

Como o IQVIA GPS® melhora a rentabilidade do portfólio?

Ao fornecer uma visão centralizada dos preços praticados em diferentes mercados, o sistema ajuda a evitar distorções de preço e maximizar receitas globais.

Posso utilizar o IQVIA GPS® para monitorar preços da concorrência?

Sim. O IQVIA GPS® permite acompanhar tendências competitivas e analisar estratégias de precificação utilizadas por concorrentes em diversos países.

IQVIA GPS® auxilia na gestão de Preços de Referência Internacional?

Sim. A solução oferece suporte para modelagem dos impactos relacionados ao International Reference Pricing, conhecido pela sigla IRP.

Como o IQVIA GPS® apoia o lançamento de novos medicamentos?

A plataforma ajuda a avaliar cenários de precificação, estratégias de acesso ao mercado e potenciais impactos regulatórios antes do lançamento.

É possível realizar simulações de preços?

Sim. O IQVIA GPS® oferece recursos analíticos que permitem simular diferentes cenários de preço e seus possíveis efeitos sobre demanda, faturamento e lucratividade.

Como o IQVIA GPS® lida com inflação e variações cambiais?

A solução monitora fatores macroeconômicos como inflação e câmbio, permitindo ajustes estratégicos em contratos e políticas de preços.

Onde o IQVIA GPS® pode ser acessado?

O acesso corporativo ocorre por meio das plataformas digitais disponibilizadas pela IQVIA® para seus clientes globais.

IQVIA® oferece suporte técnico para a plataforma?

Sim. Os clientes contam com documentação técnica, treinamentos especializados, suporte operacional e canais formais para atendimento.

A consultoria da IQVIA® faz parte da solução IQVIA GPS®?

Sim. Especialistas em Pricing, Market Access e Contratos trabalham em conjunto com as equipes dos clientes para desenvolver estratégias adequadas aos objetivos corporativos.

Como a IQVIA® protege os dados dos clientes?

A empresa opera seguindo rigorosos padrões internacionais de segurança da informação, privacidade de dados e conformidade concorrencial.

IQVIA GPS® é útil para empresas de biotecnologia?

Sim. A solução é particularmente relevante para terapias avançadas, medicamentos biológicos e produtos que exigem negociações complexas de acesso ao mercado.

IQVIA GPS® pode ser integrado a dados de prescrição médica?

Sim. Dependendo da arquitetura contratada, os dados podem ser correlacionados com informações de prescrição e utilização de medicamentos.

Os dados do IQVIA GPS® são atualizados em tempo real?

As atualizações dependem dos módulos contratados. Muitos dashboards oferecem informações altamente atualizadas para apoiar decisões rápidas.

Como o IQVIA GPS® contribui para Programas de Suporte ao Paciente?

A solução ajuda a avaliar acessibilidade econômica, custos ao paciente e viabilidade financeira de programas voltados ao suporte terapêutico.

IQVIA GPS® também cobre produtos hospitalares?

Sim. A plataforma apoia a gestão de contratos relacionados a hospitais, clínicas, licitações públicas e negociações institucionais.

Como uma empresa pode contratar ou solicitar uma demonstração do IQVIA GPS®?

As organizações interessadas podem entrar em contato com as equipes comerciais da IQVIA® para avaliação de necessidades, apresentação das funcionalidades e definição da melhor combinação de soluções para seus objetivos estratégicos.

À medida que o mercado farmacêutico global se torna mais complexo, áreas como Pricing, Market Access, Comercial, Finanças e Inteligência de Mercado dependem cada vez mais de plataformas capazes de integrar dados, modelar cenários e apoiar decisões de alto impacto. Soluções como o IQVIA GPS® ajudam empresas a equilibrar competitividade, acesso, conformidade regulatória e rentabilidade em um ambiente que exige velocidade, precisão analítica e visão global dos negócios.


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Então: Você Deseja Ser um Representante da Indústria Farmacêutica? (Indústria Farmacêutica | Orientações para Consultores, Propagandistas e Representantes)

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Farmácia que não retém, sangra: o mapa cruel para aumentar clientes e faturamento no varejo farmacêutico

Farmácia que não retém, sangra: o mapa cruel para aumentar clientes e faturamento no varejo farmacêutico
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Série: Consultores, Propagandistas e Representantes


As Farmácias brasileiras continuam insistindo no mesmo truque velho: vender uma vez e torcer para o cliente voltar por milagre, como se fidelidade fosse reação química e não gestão.


A verdade é mais feia do que o balcão quer admitir: quem não domina retenção, caixa e experiência está apenas acumulando visitas sem construir receita recorrente.


E aqui mora a armadilha que derruba o faturamento: o cliente não abandona só por preço, ele abandona por conveniência, demora, ruído na comunicação e falta de motivo para escolher a mesma loja de novo.


No varejo farmacêutico, retenção não é gentileza; é defesa contra a guerra de margens, a pressão das grandes redes e a erosão silenciosa dos independentes.




A leitura dos dados mais recentes mostra um setor em expansão desigual, com o fechamento superando a abertura em parte relevante do mercado e as pequenas operações pagando a conta da falta de escala.


Isso significa que aumentar faturamento não pode depender apenas de fluxo espontâneo. A Farmácia precisa transformar cada atendimento em probabilidade de retorno, cada retorno em ticket maior e cada ticket maior em sobrevivência.


O primeiro erro é tratar o cliente como passageiro de balcão. Quem compra medicamento, perfumaria e conveniência quer solução rápida, relação confiável e memória positiva, não um roteiro de atraso e improviso.


A segunda falha é achar que promoções resolvem tudo. Desconto sem estratégia só educa o consumidor a esperar a próxima liquidação e empurra a margem para o abismo.


Farmácia que quer faturar mais precisa saber quem compra, quando compra, o que compra e por qual motivo compra. Sem isso, gestão vira chute com planilha bonita.


O CRM deixou de ser luxo e virou instrumento básico de guerra comercial. Ele organiza histórico, segmenta clientes e permite comunicação útil em vez de spam disfarçado de marketing.


Quando a Farmácia automatiza tarefas simples, a equipe ganha tempo para vender com inteligência. Quando insiste em processo manual, entrega dinheiro ao erro humano e à lentidão operacional.


A experiência do cliente também virou moeda dura. Atendimento humanizado, resposta rápida, canais integrados e solução real de problemas valem mais do que propaganda vazia em vitrine.


Em 2026, o cliente brasileiro já compra com os dedos antes de comprar com os pés. Se a Farmácia não aparece bem no digital, não responde bem no WhatsApp e não integra loja física com online, ela some da jornada.


A omnicanalidade não é moda; é sobrevivência. O consumidor quer começar no celular, continuar no balcão e concluir sem atrito, porque conveniência hoje pesa tanto quanto preço.


Programas de fidelidade funcionam quando entregam benefício relevante e recorrência real, não quando viram cartela de carimbo que ninguém lembra de usar.


O mix de produtos também precisa ser tratado com menos vaidade e mais ciência. Farmácia que expõe tudo para todos vende menos do que a loja que entende o perfil do bairro, sazonalidade e giro.


Ainda tem quem acredite que estoque cheio é sinônimo de loja forte. Na prática, estoque inchado é capital sequestrado, e capital sequestrado mata margem, trava caixa e reduz capacidade de investir em retenção.


A precificação continua sendo um dos pontos mais mal executados do setor. Quem define preço sem olhar elasticidade, tributo, concorrência e ciclo promocional está terceirizando o próprio prejuízo.


O mercado está punindo a Farmácia que só sabe vender remédio e ignorar categoria, jornada e relacionamento. Quem entende o cliente como ativo constrói valor; quem o trata como transação constrói rotatividade.


A loja precisa parar de vender só produto e começar a vender confiança, conveniência e continuidade de cuidado. Essa mudança não é poética, é comercial.


Dados de mercado mostram que as independentes seguem sob pressão, enquanto redes e grupos mais estruturados capturam escala, tecnologia e poder de negociação.


Quando a Farmácia perde cliente, ela perde mais do que uma venda. Perde frequência, ticket médio, previsibilidade e capacidade de amortecer os próprios erros.


A fidelização, portanto, não deve ser tratada como campanha eventual, mas como sistema permanente de gestão de relacionamento, oferta e experiência.


O varejo farmacêutico brasileiro tem um problema de base: ainda confunde movimento com rentabilidade. Loja cheia não paga conta sozinha; o que paga conta é cliente recorrente comprando com margem saudável.


Por isso, quem quer crescer precisa medir CAC, recorrência, ruptura, satisfação, recompra e aderência por categoria. Sem indicadores, a Farmácia navega com os olhos fechados.


A equipe também é peça central da retenção. Vendedor mal treinado destrói confiança, e confiança destruída é quase impossível de recuperar em um mercado com tantas opções.


Farmácia vencedora é a que reduz atrito em toda a jornada: encontra, orienta, separa, entrega, acompanha e volta a chamar o cliente com relevância, não com insistência barata.


No Brasil, isso exige maturidade operacional e leitura local do mercado. Bairro, renda, perfil epidemiológico, concorrência e sazonalidade mudam o jogo muito mais do que manual genérico de vendas.


A integração entre loja física e canal digital já separa operações profissionais de operações nostálgicas. Quem não integra dados e canais está insistindo em competir como se 2015 ainda fosse amanhã.


A retenção aumenta quando a Farmácia aprende a ser útil antes de ser insistente. Mensagens segmentadas, lembretes, ofertas contextualizadas e pós-venda consistente funcionam melhor do que barulho.


O faturamento cresce quando o cliente sente que a loja reconhece sua necessidade, economiza seu tempo e resolve sua vida. Parece simples, mas é justamente o básico que mais falta.


A digitalização também ajuda a enxergar o óbvio que muita direção prefere ignorar: produto encalhado, categoria ruim, cliente perdido e canal mal explorado.


As associações e modelos colaborativos ganharam espaço porque ajudam a corrigir a desvantagem estrutural do pequeno varejo frente às grandes redes.


Mas associativismo sem execução continua sendo só uma promessa coletiva com problemas individuais. A loja ainda precisa fazer a lição de casa no estoque, no atendimento e na rotina comercial.


Farmácia que quer faturar mais em 2026 deve pensar como empresa de saúde e comércio ao mesmo tempo, sem se esconder atrás de discurso bonito para encobrir processo ruim.


Quem continua apostando apenas em preço está escolhendo competir no campo preferido dos gigantes, onde escala, negociação e mídia esmagam qualquer romantismo de balcão.


A saída passa por inteligência: conhecer o cliente, antecipar demanda, ajustar mix, comunicar com relevância e transformar cada compra em relacionamento duradouro.


No fim, a pergunta não é como vender mais em uma Farmácia. A pergunta é por que tantas Farmácias ainda insistem em operar como se o cliente tivesse obrigação moral de voltar.


Logo abaixo estão reunidos TODOS os artigos referentes aos respectivos anos:




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