- Associação Nacional das Farmácias (ANF), de Portugal
- Australian Drug Information Network (ANDIN)
- Bandolier
- BIAM (Banco de Dados Francês)
- Biblioteca Regional de Medicina (Bireme)
- Localizador de Informação em Saúde (LIS)
- LILACS
- SCIELO
- MEDLINE
- Banco de revisões sistemáticas COCHRANE
- Drug Alerts (Organização Mundial da Saúde)
- Drug Utilization Research Group - da América Latina
- Portal de evidências
- Projeto Diretrizes (Associação Médica Brasileira - AMB)
- Drug Information Working Group – Pharmacy Information Section – International Pharmaceutical Federation (FIP)
- UKMi National Medicines Information
- International Register of Drug Information Services, Society of Hospital Pharmacist of Australia (SHPA)
✔ Brazil SFE® Pharma Produtivity, Effectiveness, CRM, BI, SFE, ♕Data Science Enthusiast, ✰BI, Big Data & Analytics, ✰Market Intelligence, ♕Sales Force Effectiveness, Vendas, Consultores, Comportamento, etc... Este é um lugar onde executivos e profissionais da Indústria Farmacêutica atualizam-se, compartilham experiências, aplicabilidades e contribuem com artigos e perspectivas, ideias e tendências.
Propósito
✔ Brazil SFE® Pharma Produtivity, Effectiveness, CRM, BI, SFE, ♕Data Science Enthusiast, ✰BI, Big Data & Analytics, ✰Market Intelligence, ♕Sales Force Effectiveness, Vendas, Consultores, Comportamento, etc... Este é um lugar onde executivos e profissionais da Indústria Farmacêutica atualizam-se, compartilham experiências, aplicabilidades e contribuem com artigos e perspectivas, ideias e tendências. Todos os artigos e séries são desenvolvidos por profissionais da indústria. Este Blog faz parte integrante do grupo AL Bernardes®.
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INFO | INTERNACIONAIS sobre a Indústria Farmacêutica
INFO | Indústria Farmacêutica Brasileira
A ABRACRO é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2006, que reúne as Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (CROs), entidades independentes e especializadas que participam ativamente da maioria dos estudos clínicos realizados no Brasil. A ABRACRO, que representa as CROs estabelecidas no Brasil e algumas internacionais, contribui para o aperfeiçoamento dos processos regulatórios de Pesquisa Clínica no País e estimula o desenvolvimento de atividades científicas e educacionais ligadas ao setor. A associação visa ainda garantir nas pesquisas clínicas o exercício da ética e a obediência aos direitos dos participantes de pesquisa, forma como são chamados os pacientes voluntários dos estudos, seguindo as normas regulatórias brasileiras e internacionais.
A Associação Médica Brasileira é uma sociedade sem fins lucrativos, fundada em 26 de janeiro de 1951, cuja missão é defender a dignidade profissional do médico e assistência de qualidade à saúde da população brasileira. A entidade, presidida atualmente por Florentino de Araújo Cardoso Filho, possui 27 associações médicas estaduais e 396 associações regionais. Compõem o seu Conselho Científico 53 Sociedades Médicas, que representam as especialidades reconhecidas no Brasil.
A APCB – Associação de Pesquisa Clínica do Brasil - é formada por investigadores, centros de pesquisas, indústrias farmacêuticas, profissionais de pesquisas e outros. Estamos atuando há mais de 20 anos nessa área. Temos o objetivo de discutir, debater e buscar alternativas seguras de aperfeiçoamento do cotidiano da Pesquisa Clínica.
Inaugurado em 2003, o CCBR Brasil - Centro de Pesquisa Clínica faz estudos nacionais e internacionais para o desenvolvimento de medicamentos produzidos pela indústria farmacêutica; e mantém há dez anos um acordo de cooperação com o GRUPO CCBR – Center For Clinical and Basic Research, com sede em Copenhague e que reúne mais de 200 cientistas, técnicos e equipes de suporte, em 27 centros espalhados pelo mundo.
O CEDOES é um centro de pesquisa e diagnóstico privado, com mais de 23 anos de existência e cerca de dez anos de experiência na condução de ensaios clínicos, somando mais de 35 projetos desenvolvidos em diferentes áreas, o centro é localizado em Vitória (ES). Atualmente, o CEDOES ocupa no cenário internacional, o status de um centro de pesquisa de excelência, pela qualidade, comprometimento e expertise do seu trabalho.
O CEPIC é um centro de pesquisa clínica fundado há cerca de dez anos com a missão de participar ativamente do desenvolvimento de terapêuticas inovadoras, que tenham valor para a comunidade, agregando conhecimento científico com ética. Trabalho em equipe. 75 protocolos clínicos já realizados; mais de 4000 pacientes randomizados até o momento; por 15 vezes, o CEPIC foi o centro que mais incluiu pacientes no Brasil; por 11 vezes, o CEPIC foi o centro que mais incluiu pacientes no mundo; Participar ativamente do desenvolvimento de terapêuticas inovadoras que possam servir para a comunidade, agregando conhecimento científico com ética.
Fundado em 2003, em São Paulo, o CPCLIN iniciou sua trajetória com a realização de estudos sobre diabetes. Tornou-se um centro internacionalmente reconhecido e expandiu sua atuação a outras áreas da medicina, principalmente as de grande interesse em saúde pública: obesidade, hipertensão, risco cardiovascular e osteoporose.
O Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de Mama (GBECAM) foi fundado em 11 de março de 2005, por um grupo de oncologistas brasileiros, com profundo interesse e compromisso no estudo e no tratamento do câncer de mama. O GBECAM é uma organização independente, sem fins lucrativos cujo principal objetivo é desenvolver, implementar e facilitar a realização de estudos clínicos multi-institucionais de qualidade científica e ética em câncer de mama no Brasil, bem como implementar e auxiliar programas educativos de esclarecimento e prevenção do câncer de mama. O GBECAM conta com membros em 17 grandes centros de câncer no Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
Fundado em 2004, em São Paulo, o IMA tem o objetivo de aperfeiçoar os recursos no atendimento clínico e expandir os seus serviços para as áreas da pesquisa clínica e ensino. Atua em projetos de Pesquisa Clínica nas áreas da Alergia e Imunologia Clínica, Endocrinologia e Doenças Osteometabólicas, Reumatologia, Dermatologia, Cardiologia, Vacinas, Imunobiológicos, Ginecologia, Geriatria, além de realizar assessoria técnico-científica para o desenvolvimento de projetos. No setor de Ensino, o instituto promove cursos e palestras sobre temas relacionados às diversas áreas da saúde.
Fundada em 2009, tem a missão de ajudar o paciente com câncer a viver melhor. Composta por equipe multidisciplinar de profissionais da área da saúde, direito e comunicação, o Instituto Oncoguia desenvolve projetos em quatro núcleos: Educação em Saúde; Apoio ao Paciente, Advocacy e Informação de Qualidade. Entre os principais projetos estão o Portal Oncoguia (o maior e mais completo canal de informações brasileiro sobre oncologia), o Programa Navegador (na comunidade M´Boi Mirim) e o Programa de Apoio ao Paciente com Câncer, em que, por meio de ligações gratuitas (0800 773 1666), o paciente de qualquer lugar do Brasil pode tirar dúvidas a respeito de seus direitos, tratamentos e qualidade de vida.
Fundada em 1990, a Interfarma é uma entidade setorial, sem fins lucrativos, que representa empresas e pesquisadores nacionais ou estrangeiros responsáveis pela inovação em saúde no Brasil. Estes agentes buscam, por meio da inovação, promover e incentivar o desenvolvimento da indústria de pesquisa científica e tecnológica no País voltada para a produção de insumos farmacêuticos, matérias-primas, medicamentos e produtos para a saúde humana. Os laboratórios associados representam 79% dos medicamentos de referência e 38% dos genéricos. Atualmente, a Interfarma possui 47 laboratórios associados, que hoje, são responsáveis pela venda de 79% dos medicamentos de referência do mercado e por 38% dos genéricos, no canal farmácia.
O ISMEP nasceu em outubro de 2010 com o objetivo de difundir o conhecimento e absorção de novas tecnologias aplicadas a todo o corpo clínico médico e não médico, tanto no staff próprio como para a comunidade médica, contribuindo de maneira direta na atualização de novos avanços da medicina assistencial. O instituto se destina a diversos públicos, sendo primeiramente direcionado ao corpo médico do Hospital Santa Marta, com cursos de reciclagens e atualizações. Contribui também de forma sistemática na formação de médicos da comunidade, acadêmicos de medicina e residentes. Por fim, estende seus conhecimentos a toda equipe assistencial e seguimentos de saúde. Em todas as atividades científicas promovidas pelo ISMEP, há emissão e entrega imediata de certificados aos participantes.
O Latin American Cooperative Oncology Group (LACOG) reúne um grupo de pesquisadores gaúchos envolvidos em pesquisas internacionais em câncer. Fundada em 2008 em Porto Alegre (RS), a organização sem fins lucrativos foi o primeiro grupo de cooperação multinacional na América Latina exclusivamente dedicado à investigação na área oncológica. O LACOG coordena as atividades de mais de 70 investigadores clínicos na América Latina, especializados no tratamento do câncer e focados no desenvolvimento de novas drogas e alternativas de tratamento para a doença. Os membros do LACOG, distribuídos em 12 países da América Latina, possuem experiência significativa em pesquisas clínicas e realizam contribuições substanciais para vários ensaios internacionais de diferentes tipos de tumores.
Fundada em 1971, a SBMF é a segunda associação do seu gênero no mundo, sendo precedida apenas pela co-irmã italiana. A IFAPP (Federação Internacional das Associações de Médicos Farmacêuticos) foi criada após a fundação da entidade brasileira. Desde sua criação, a entidade é voltada a aprimorar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos profissionais devotados à Medicina Farmacêutica, promovendo a informação científica e o correto uso dos produtos para a saúde, em benefício dos pacientes e da sociedade.
A SBOC reúne os oncologistas clínicos dos 27 estados brasileiros e é uma das mais bem estruturadas entidades do gênero na América Latina. Fundada em 1979, a SBOC desenvolve importantes trabalhos nas áreas de pesquisa, ensino, intercâmbio, divulgação de conhecimento científico, e de representação dos Oncologistas Brasileiros junto aos organismos governamentais, outras organizações e à sociedade brasileira. O trabalho desenvolvido visa, em primeiro lugar, promover e apoiar o desenvolvimento da Oncologia Clínica.
Modelos de Remuneração - FFS - Fee for Service
Modelos de Remuneração - FFS
As formas de remuneração de honorários médicos mais freqüentes no contexto brasileiro são: pagamento por procedimento ou fee for service - FFS, Capitation, salário e, mais recentemente, a remuneração por "pacotes", que consiste na inclusão dos honorários médicos em um montante pré-fixado de procedimentos e insumos. O pagamento por desempenho tem crescido no exterior e aos poucos começa a suscitar projetos-pilotos e discussões também no Brasil.Os gastos crescentes na área de saúde preocupam o governo, as operadoras de planos de saúde, as empresas que contratam os planos e também os beneficiários. Entre as explicações aventadas para o progressivo aumento de gastos, estão o alto custo em virtude da incorporação de novas tecnologias em medicamentos, materiais e equipamentos; as dificuldades de acesso ao cuidado médico e o envelhecimento da população. Por outro lado, os médicos reclamam da deterioração progressiva de sua remuneração. As sociedades de especialidades e as associações médicas e de defesa de classe reivindicam continuamente a elevação dos honorários médicos, argumentando que, nos últimos anos, os índices de aumento de preços de consultas e procedimentos foram muito inferiores à autorização de reajuste dada pela Agência Nacional de Saúde – ANS – às operadoras de planos de saúde. Ou seja, as operadoras reajustam seus preços para fazer frente ao aumento dos custos, as empresas e os beneficiários reclamam da elevação dos preços, entretanto os médicos prestadores de serviços permanecem insatisfeitos com os honorários por eles recebidos. No Brasil, as tabelas de honorários médicos elaboradas pela Associação Médica Brasileira – AMB – e pelo Conselho Federal de Medicina – CFM – são a referência principal utilizada para a remuneração do trabalho médico no setor de saúde suplementar. A tabela denominada Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos – CBHPM – feita com padrões técnicos, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, em conjunto com a Comissão de Honorários Médicos da AMB, foi implantada parcialmente nos serviços privados de saúde. Trata-se de uma tabela com itens padronizados que respondem a uma hierarquização. Porém, itens de qualidade, resolutividade, segurança, resultados e satisfação dos clientes não foram contemplados no documento (AMB, CFM).
Segundo a ANS, assim como aconteceu com os serviços hospitalares, os honorários médicos perderam espaço para os gastos com insumos no montante total de recursos disponíveis para a assistência à saúde. Grupos técnicos debatem critérios de reajuste dos valores dos serviços prestados, de forma a manterem o equilíbrio econômico - financeiro, tanto dos prestadores de serviços, como dos contratantes. Tais critérios deverão constar dos contratos firmados entre as operadoras e os médicos. O objetivo é remunerar o procedimento médico em função da complexidade técnica, do tempo de execução, da atenção requerida e do grau de treinamento do profissional que o realiza.
Alterar a remuneração dos serviços médicos influenciará os gastos totais das operadoras de planos de saúde. E tem-se a impressão de que todas as partes interessadas estão insatisfeitas com o cenário atual.
O Fee for Service tem sido utilizado no Brasil há décadas como o modelo. Neste, o prestador é remunerado por procedimento. Ambas as partes estabelecem previamente uma tabela de preços por procedimento ou um combo deles.
Imagine que os valores praticados para os mesmos tipos de procedimento variam amplamente entre os diferentes prestadores e pagadores. O desempenho não é levado em conta, os custos reais raramente o são e os valores ficam condicionados aos poderes de barganha. Remunera-se a quantidade, não a qualidade. Sim, reinternações decorrentes de evoluções clínicas ou erros médicos são novamente remuneradas.
Bem, sejamos claros aqui, o foco está em fugir do modelo de remuneração por procedimento fee-for-service (FFS). Esta é a grande tendência nos países desenvolvidos. Este modelo – o FFS – já se comprovou nocivo para todo o sistema e praticamente a totalidade dos autores recomendam fugir dele à medida do possível.
Lista de Siglas:
ABRAMGE - Associação Brasileira de Medicina de Grupo
AMB - Associação Médica Brasileira
ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
APM - Associação Paulista de Medicina
BVSMS - Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde
CASSI - Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil
CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CBHPM - Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos
CFM - Conselho Federal de Medicina
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho
CMS - Centers for Medicare & Medicaid Services
CNAS - Conselho Nacional de Assistência Social
CNSP - Conselho Nacional de Seguros Privados
CONSU - Conselho de Saúde Suplementar
CRM - Conselho Regional de Medicina
EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo
EUA - Estados Unidos da América
FFS - Fee For Service
FGV - Fundação Getúlio Vargas
HMO - Health Maintenance Organization
IPA - Independent Practice Associations
IPEA - Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas
IOM - Institute of Medicine
IRB - Instituto de Resseguros do Brasil
NHS - National Health Service
OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
OIT - Organização Internacional do Trabalho
P4P - Pagamento por performance
RDC - Resolução da Diretoria Colegiada
SINAMGE - Sindicato Nacional das Medicinas de Grupo
STS - Society of Thoracic Surgeons
UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde
UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo
USAID - United States Agency for International Development
UTI - Unidade de Terapia Intensiva
Gana National Health Insurance Scheme
HBR
ANÁLISE DOS MODELOS DE REMUNERAÇÃO MÉDICA NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR BRASILEIRO - 2011








