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Operadores Logísticos - Os Robôs Impactarão a Cadeia de Suprimentos Farmacêuticos

Operadores Logísticos - Os Robôs Impactarão a Cadeia de Suprimentos Farmacêuticos

Como a robótica está impactando a cadeia de suprimentos?

Desde o início, os robôs sempre viveram do lado 'marca' da cadeia de suprimentos. Os robôs são muito bons em repetir com precisão as mesmas tarefas hora após hora com alta qualidade. Esse é um bom ajuste para a fabricação, onde a precisão exata geralmente é um requisito importante e os robôs são usados ​​para melhorar a qualidade e reduzir o custo da mão de obra.


Os desafios normalmente encontrados no lado 'entregar', no entanto, geralmente exigem flexibilidade, em vez de exigir precisão, e os robôs de fabricação tradicionais não se encaixam bem. Agora vemos novos conceitos robóticos em desenvolvimento os quais estão prestes a entrar na arena de distribuição, permitindo que as organizações melhorem a qualidade e reduzam o trabalho no cliente que enfrenta metade da cadeia de suprimentos. Isso será um desenvolvimento emocionante que mudará a maneira como projetamos as Cadeias de Suprimentos do futuro.

Quais são os principais desafios que as empresas enfrentam ao adaptar novas tecnologias automatizadas?

Um dos principais desafios que as empresas enfrentam é abordar suas perspectivas sobre gastos de capital e ROI. Muitas empresas exigem um retorno de três anos ou menos para novos projetos e isso geralmente dificulta a implementação de tecnologias automatizadas.

No entanto, isso está mudando, pois as empresas estão tendo problemas para encontrar trabalho de qualidade e agora veem a automação como um investimento estratégico de longo prazo. Além dessa mudança de pensamento, as tecnologias mais novas que chegam ao mercado serão mais flexíveis em seus modelos financeiros, permitindo que as operações aluguem em vez de comprar robôs ou movê-los de um local para outro conforme necessário para ajudar a manter os gastos de capital mais baixos do que no passado.

Um segundo desafio é que o que funciona bem em um setor nem sempre funciona em outro. Toda Cadeia de Suprimentos e todo CD - Centro de Distribuição é diferente. Só porque uma tecnologia funciona para a Amazon não significa que funcionará para outra empresa. Muitas vezes, o C-Suite não entende isso e tenta avançar na direção da tecnologia que não é adequada para eles. Realmente entender como as necessidades de sua cadeia de suprimentos específica são mapeadas em relação à tecnologia disponível é essencial para tomar uma boa decisão e obter adesão de toda a organização.

No futuro, como a robótica poderia transformar a indústria da Cadeia de Suprimentos farmacêutica nos próximos 10 a 15 anos?

É tentador especular o que acontecerá em uma data específica no tempo, porque ficamos desapontados com as projeções de tecnologia no passado. No entanto, as tendências atuais acabarão levando à automação, permitindo que os CDs menores sejam produtivos durante o dia e a noite, com um atendimento mais rápido aos clientes, mantendo níveis mais baixos de estoque e a redução geral de custos.

A automação continuará moldando a cadeia de suprimentos e as mudanças parecem vir cada vez mais rápido a cada ano.

Como os líderes da Cadeia de Suprimentos Farmacêuticos podem se preparar agora para esse futuro estado?

Estamos à beira de uma mudança significativa na tecnologia que está sendo usada. Muito disso é interessante de se pensar, mas ainda não está pronto para o uso no horário nobre. Os líderes atuais da Cadeia de Suprimentos precisam manter-se continuamente informados sobre as tendências futuras da tecnologia, porque as coisas estão mudando muito rapidamente.

As pessoas em suas organizações perguntarão 'já está pronto?' ou 'devemos entrar agora?' Realmente entender detalhadamente e explicar aos outros o potencial e os limites das tecnologias atualmente disponíveis se tornará uma habilidade importante. Vendedores e artigos de revistas sempre farão com que uma nova idéia pareça vencedora. O truque é entender quando estiver pronto para o seu setor e o valor direto que ele trará à sua empresa.


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O Operador Logístico tem Relevância na Cadeia de Distribuição Farmacêutica

O Operador Logístico tem Relevância na Cadeia de Distribuição Farmacêutica

Os OLs - Operadores Logísticos - são o novo caminho para a distribuição farmacêutica, que surgiram nos últimos anos. Estes são um grande ganho de forças para a Indústria Farmacêutica. Pois, regionalizados, normalmente estão associados a grandes indústrias, especialmente as multinacionais.


A logística de distribuição tem evoluído e se especializado na oferta de serviços diferenciados, com foco na qualidade para que os produtos cheguem ao consumidor final com eficácia e agilidade necessária.

Há pouco tempo a área de logística no âmbito do Operado Logístico era inexplorada e de difícil compreensão até mesmo para os órgãos reguladores que não sabiam quais critérios utilizar perante uma fiscalização. Um OL, assim como uma distribuidora de medicamentos, necessita adequar-se as legislações sanitárias obtendo todas as licenças exigidas (ANVISA, VISA Local, CRF, PF e Órgãos do Meio Ambiente) e cumprir normas específicas de modo a assegurar a conformidade dos produtos durante o seu ciclo de vida. Como diferencial é interessante o OL obter também a Certificação de Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem para os produtos com os quais trabalha.

A relação contratual entre OL - Indústria Farmacêutica determina as responsabilidades de cada parte. O Operador Logístico pode ser responsável não somente pela mão de obra e espaço físico, mas também pelo fornecimento de materiais e insumos (impressoras, papel, caixas de embarque, filme strech, etc...) e, ainda em outras formas de contrato o OL assume também a responsabilidade pelo transporte, gerenciamento de estoque e segurança patrimonial.

Mas em todas as modalidades contratuais o gerenciamento comercial de vendas é exclusivo da Indústria Farmacêutica, diferente das distribuidoras de medicamentos que realizam suas próprias vendas pois comercializam produtos de várias indústrias farmacêuticas.

Independente de como é a relação contratual OL | Indústria Farmacêutica, os KPIs sempre são utilizados para mensurar a performance da operação, direcionar tomadas de decisões e atingir os principais objetivos desta parceria: reduzir o Lead Time de entrega e aumentar o Ticket Médio de vendas. Portanto, a acuracidade das informações é de fundamental importância nos KPIs.

A importância de um OL está na diferenciação dos serviços prestados. A atenção com as instalações de armazenamento (Centro de Distribuição) tem papel fundamental frente às vantagens econômicas, de eficiência e qualidade uma vez que os OLs são, ou pelo menos seguem um espelho da planta industrial; ou seja, o Centro de Distribuição do OL deve seguir na integra todas as normas de segurança e boas práticas adotadas pela indústria em termos de recebimento, armazenagem e distribuição.

Outro fator fundamental nesta parceria é a troca de informações entre OL | Indústria Farmacêutica para obter um bom gerenciamento dos processos como um todo. A gestão de estoque é realizada, normalmente utilizando a ferramenta WMS (Warehouse Management System), um dos mais modernos sistemas que utiliza códigos de barras, coletores de dados via rádio frequência e troca eletrônica de informações (EDI) que permite total integração de forma ágil, segura e eficiente para a perfeita sincronia.

Desta forma, ganhos potenciais estão transformando o setor logístico numa área de vital importância para as empresas farmacêuticas.


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Logística Farmacêutica e seus Desafios

Logística Farmacêutica e seus Desafios

Num mercado cada vez mais exigente, onde a eficácia na gestão de estoque e abastecimento são essenciais, a aposta deve ser em serviços que aumentem a competitividade e eficiência do setor de fármacos e também de cosméticos. Envolvendo assim, a gestão de todos os processos e etapas de sua cadeia logística, principalmente no que diz respeito ao transporte do produto.


A armazenagem e a distribuição de cosméticos são processos que exigem uma gestão qualificada para não implicarem em elevação de custos para as empresas, sendo que quanto maior o tempo de parada do estoque, maior é o custo com capital de giro.

Já para o transporte de medicamentos, o controle de temperatura durante a operação também é indispensável para evitar riscos à saúde do consumidor final.

Flexibilidade e eficiência

Além das grandes redes, um mercado que não deve ser esquecido é o das farmácias de pequeno porte, localizadas no interior dos estados. Pois no total de mais 80 mil farmácias do país, mais 80% delas são pequenas e médias.

Desta forma, reduzir os custos operacionais e manter a qualidade de entrega para esse público torna-se a bola da vez no setor.

Assim, o Operador Logístico (Distribuidor) tem papel essencial por tornar-se responsável em encontrar soluções para agilizar a entrega sem gerar aumento de preço para o consumidor final.

Disponibilizar entregas rápidas ou em pequenos pedidos é um desafio a ser alcançado. É necessário não só que os medicamentos cheguem aos pacientes, mas que cheguem em boas condições.

Além disso, a Indústria Farmacêutica é altamente regulamentada e exige controles rigorosos, que devem ser cumpridos a qualquer custo.

Neste caso, a logística farmacêutica surge como fator fundamental para geração de valores na cadeia. E o desenvolvimento de soluções customizadas aparece como necessidade constante para garantia de exatidão na entrega.

Outros desafios para o setor

A abertura do mercado farmacêutico para a terceirização e os preços competitivos no transporte de remédios exigem que os prestadores de serviços logísticos cumpram as exigências necessárias para entrar neste mercado, como a aquisição de licenças e certificados.

Todavia, estas legalizações são o ponto de partida para outras exigências que são determinantes para a operação, como pessoas capacitadas para a manipulação de medicamentos, flexibilidade e agilidade, alta performance operacional e cumprimento de prazos de entrega.

Ainda é um grande desafio garantir que a parceria entre a Indústria Farmacêutica e os prestadores de serviços logísticos seja marcada por uma relação ganha-ganha, ou seja benéfica para ambos os lados.



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A Logística de Medicamentos Agrega na Indústria Farmacêutica?

A Logística de Medicamentos Agrega na Indústria Farmacêutica?
#BrazilSFE #IndústriaFarmacêutica


Mesmo sob a crise econômica dos últimos anos, a Indústria Farmacêutica continua crescendo. Segundo dados da Interfarma – Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa – em 2017 o setor somou mais de 13% de crescimento no faturamento.


Segundo a mesma fonte, o país foi considerado, em 2017, o sexto maior mercado farmacêutico do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França.

Há uma expectativa de crescimento entre 5% a 8% no período entre 2018 e 2022.

Em relação a pontos de vendas, o Brasil conta com mais de 80 mil farmácias e drogarias privadas de acordo com dados do CFF - Conselho Federal de Farmácia. Como se vê, estamos diante de um setor gigante e com boas perspectivas de crescimento para os próximos anos.

O Guia 2018 da Interfarma 2018 apresentou dados que sugerem uma projeção de gastos com medicamentos entre US$ 38 bilhões e US$ 42 bilhões para 2022 no Brasil.


Para o Sindusfarma, as projeções da Indústria Farmacêutica é um aumento de 7,19% em unidades e 9,02% em valores, agora em 2019.

Embora os resultados sejam bons, existem diversas barreiras que ainda precisam ser quebradas para que o mercado continue evoluindo sem perder a qualidade dos produtos. Nesse ponto a logística de medicamentos, através de procedimentos e tecnologias é capaz de beneficiar, em diversas áreas, a Indústria Farmacêutica, seja no âmbito financeiro, por conta da economia que pode gerar, quanto na garantia da segurança do trajeto desses insumos até o consumidor final, questão ainda muito sensível e com gargalos que prejudicam as empresas do setor.

Para que a Indústria Farmacêutica sinta essas melhorias é preciso o investimento urgente em ferramentas de automação, possibilitando a total ciência de tudo que está sendo feito, desde o processo final da fabricação dos produtos e medicamentos, até a chegada ao consumidor final e, para isso, a rastreabilidade integrada ao processo logístico desenhado para a empresa, se torna fundamental.

Considerando ainda a rigorosa regulamentação imposta para a Indústria Farmacêutica, outras automações e processos precisam estar na mente dos gestores das empresas. 

  • Adequar os locais de armazenamento, assegurando-se de que o ambiente esteja devidamente higienizado e que receba iluminação e ventilação adequados, além de toda a infraestrutura necessária para receber medicamentos e outros produtos;

  • Realizar um transporte seguro e adequado a cada tipo de medicamento e produto;

  • Controlar a temperatura de acordo com a especificidade de cada produto;

  • Controlar a validade e gestão do estoque, cumprindo todas as normas e determinações da ANVISA, que possui um manual chamado de Boas Práticas no Transporte de Medicamentos que visa orientar operadores logísticos e transportadoras a respeito das condições adequadas do armazenamento, acondicionamento, movimentação e distribuição desses produtos.

Sigamos trabalhando e acreditando na melhoria do setor para todos. O investimento da Indústria Farmacêutica na logística de medicamentos especializada pode ser um diferencial de economia e qualidade.