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Terapias com GLP-1: Transformando o Tratamento do Diabetes Tipo 2 e o Controle de Peso

Terapias com GLP-1: Transformando o Tratamento do Diabetes Tipo 2 e o Controle de Peso
#BrazilSFE #Zepbound #Trulicity #Ozempic #Mounjaro #Wegovi #Genérico #QuebraPatente #QuebraPatenteZepbound #Tirzepatida #PL682026 #EliLilly #SUS #GLP1 #ANVISA #Obesidade #MarketShareGLP1 #FarmaBrasil2026 #TirzepatidaPreço #BigPharmaPatentes

Os agonistas do receptor de GLP-1 estão remodelando o cenário de tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade ao atuar no controle da glicose no sangue, na regulação do apetite e no esvaziamento gástrico. Essas terapias não apenas ajudam a melhorar os resultados glicêmicos, mas também promovem perda de peso significativa e redução do risco cardiovascular. À medida que a adoção clínica aumenta, os tratamentos baseados em GLP-1 continuam estabelecendo novos padrões no cuidado metabólico e na seleção de terapias centradas no paciente.


Espera-se que o mercado global de agonistas de GLP-1 alcance USD 170,75 bilhões até 2033, partindo de USD 64,42 bilhões em 2025, com uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 13,0% durante o período de previsão.



O Ozempic dominou o mercado de agonistas de GLP-1 devido à sua ampla adoção no manejo do diabetes tipo 2, grande disponibilidade geográfica e forte reconhecimento de marca.


O mercado de agonistas de GLP-1 é segmentado por formato em dose única, múltiplas doses e forma em comprimido. O segmento de dose única deteve a maior participação, principalmente devido à facilidade de administração e conveniência para os pacientes.


O segmento de indicação para diabetes representou a maior participação do mercado. Esses medicamentos reduzem eficazmente os níveis de glicose no sangue e oferecem benefícios cardiovasculares e renais, tornando-se uma opção preferencial no tratamento do diabetes.


O mercado de agonistas de GLP-1 abrange América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, América Latina, Oriente Médio e África. A América do Norte detém a maior participação no mercado, pois a região possui um ecossistema estruturado para a adoção de análogos de GLP-1. Os investimentos são significativos, impulsionando lançamentos rápidos de produtos, ensaios clínicos para novas indicações e adoção precoce de formulações inovadoras de GLP-1, incluindo versões orais e injetáveis de longa duração.

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Zepbound: Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário

Zepbound: Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário
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Faltam poucos dias para o ringue patentário brasileiro explodir, e o Zepbound da Eli Lilly é o nocauteador invisível no corner.

Ozempic despenca em 20/03, mas o PL 68/2026 rouba a cena: Câmara aprova urgência por 337 a 19 para quebrar patentes de Mounjaro/Zepbound. Interesse público? Circo eleitoral.



Zepbound: tirzepatida pura para obesidade, FDA aprova em nov/2023. Brasil? ANVISA pediu em set/2023, prazo até set/2026. Off-label via Mounjaro por enquanto.

Preço Zepbound no Brasil (projeção): R$ 1.800-R$ 2.500 por 4 canetas (como Mounjaro). Lilly: "Segurança premium". PL? Genérico a R$ 600, povo festeja.

Eli Lilly ruge: "Quebra gera insegurança jurídica, fere P&D". Patente até 2035, compulsória imediata via PL. Blockbuster global: US$ 13,5 bi em 2025.

Zepbound domina SURMOUNT: 20,2-22,5% perda de peso em 72 semanas (15 mg), 1/3 dos pacientes >25 kg perdidos. Superior ao Wegovy (13,7%).


Mounjaro/Zepbound idênticos: só indicação muda (diabetes vs. obesidade). Lilly dobrou vendas em 2025: US$ 36 bi em GLP-1. Brasil? Migalhas.

SUS clama: R$ 6 bi em obesidade em 2026. Zepbound salva 10 mi elegíveis, custo R$ 12 bi/ano vs. R$ 25 bi em complicações. Matemática esmaga patentes.

Câmara turbo: sem comissões, direto ao plenário. Senado PL 160/2026 ecoa. Lula neutro, deputados surfam hype emagrecimento.

Trump nos EUA corta Zepbound de US$ 1.086 para US$ 299-449/dose. Acordos governamentais. Brasil? Farmácia Popular GLP-1 grátis ou confisco de patente?

Lilly chora bilhões em P&D. Genéricos Zepbound? Complexo, anos para equivalência. Cópias indianas fake? Riscos de tireoide/pancreatite explodem.

ANVISA freia manipulados de tirzepatida em 2025. Zepbound similar? EMS/Aché sonham com R$ 500/caneta, mas Lilly avisa: só nós garantimos.

Obesidade grau III: 20% dos adultos brasileiros. Zepbound revoluciona: IMC de 36 para 27 médio, HbA1c -2,4%. Patentes de elite? 1/4 obesos em 2030, SUS colapsa.

Lilly global: Zepbound com 17,1% CAGR, US$ 26 bi em 2032. No Brasil, PL? Fuga de investimento para Ásia.

Farmácias Pacheco/Raia: +300% em GLP-1 em 2025. Zepbound genérico? Volume explode, margem sobrevive.

Varejo chora: -15% em junk food, boom light. CEOs: "Zepbound redesenha o consumo".

SUS planeja: CONITEC analisa incorporação de Zepbound. R$ 12 bi vs. savings de R$ 50 bi em produtividade.

Lilly rebate TRIPS: HIV no Brasil salvou vidas, matou royalties. Zepbound é a próxima vítima?

ANVISA alerta: tirzepatida fake é perigosa. Genéricos reais? 6-12 meses, como Ozempic.

Câmara 337 a 19: populismo esmaga inovação. Eleições 2026? Plataforma "Zepbound grátis".

Senado PL 160: freio ou gasolina? Voto da obesidade manda.

Zepbound dual GLP-1/GIP: 30,8% >20% perda em diabéticos. Ozempic? Obsoleto.

Genéricos EMS exportam para LATAM. APIs da China? Risco de contaminação.

Zepbound barato nos EUA. Brasil? Compulsória radical.

Efeitos do Zepbound: superior, mas GI/tiroide em watch. Genéricos safe? Duvido.

GLP-1 no Brasil: R$ 10 bi em 2025 para R$ 20 bi em 2026. Economia +R$ 50 bi em ausências.

Heringer, herói dos genéricos. 19 contra: vendidos à Lilly?

Lilly: US$ 77 bi receita em 2025. PL brasileiro? Terror ao investimento.

ANVISA acelera similares Zepbound. Bilhões em jogo.

SUS 2030: 25% obesos. Zepbound patenteado salva.

EUA é modelo de quebra de preços. Brasil vai além: confisco.

Genéricos: R$ 2.300 para R$ 600. Biocon/EMS lideram.

Farmácias +35% com hype Zepbound. Varejo light explode.

PL cria precedente para Zepbound: Mounjaro em follow-up. 

Lilly migra para Ásia. Brasil, rei dos genéricos low-quality.

Dias correm: patente do Zepbound quebra? Caos ou salvação? Fique atento.

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Mounjaro: Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário

Mounjaro: Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário#BrazilSFE #Zepbound #Trulicity #Ozempic #Mounjaro #Genérico #QuebraPatente #QuebraPatenteMounjaro #Tirzepatida #PL682026 #EliLilly  #SUS #GLP1 #ANVISA #Obesidade #MarketShareGLP1 #FarmaBrasil2026 #TirzepatidaPreço #BigPharmaPatentes



Faltam poucos dias para o Brasil virar ringue de boxe patentário, e o Mounjaro da Eli Lilly é o campeão no centro do tatame.

Em 20 de março, Ozempic cai, mas o verdadeiro blockbuster é o PL 68/2026: Câmara aprova urgência por 337x19 para quebrar patente do Mounjaro (tirzepatida). Interesse público?



Tirzepatida, preço atual? R$1.400-R$2.300 por 4 canetas. Ouro para Lilly, veneno para o bolso brasileiro.

Eli Lilly rebateu: "Suspensão cria insegurança jurídica, mata inovação". Patente até 2035, mas PL permite licença compulsória imediata. Revolução ou confisco?

Mounjaro domina: 49,6% market share em agosto 2025, superando Ozempic. GLP-1 faturou R$10 bi no Brasil ano passado. Genéricos? Preço cai 60-70%, farmácias festejam.

SUS implora: R$6 bi/ano em obesidade (projeção 2026). Tirzepatida corta 22% peso vs 15% semaglutida. Mas R$1.700/mês? Luxo de elite.
Zepbound (mesmo tirzepatida, off-label emagrecimento) aguarda ANVISA. Lilly avisa: Nós produzimos com segurança. Manipulados? Riscos de fake, como vetados em 2025.

Câmara acelera: sem comissões, direto plenário. Senado tem PL 160/2026 similar. Pressão eleitoral explode pré-2026.

EUA subsidia GLP-1 para low-income. Brasil copia com Farmácia Popular turbinada? Ou quebra total, virando Índia latina?

Big pharma chora: P&D custa bilhões. Sem patentes, adeus remédios novos. Lilly: "Genéricos complexos exigem anos, não cópias".

ANVISA pressiona: 13 dossiês Ozempic, mas Mounjaro é o prêmio. EMS/Aché lambem beiços para tirzepatida genérica R$500/caneta.

Obesidade grau III: 20% adultos BR. Mounjaro revoluciona: diabetes tipo 2 + perda peso. Patentes? Barreiras assassinas para 10 mi SUS.
Eli Lilly fatura global: Zepbound blockbuster EUA. Brasil? Migalhas. PL abre precedentes: próxima Saxenda? Farma foge para Ásia.

Farmácias redes (Raia/DPSP) estocam: +300% GLP-1 2025. Mounjaro genérico? Explosão volume, margem fina mas escala.

Supermercados tremem: -15% junk food. Moda: tamanhos menores. CEOs: "Tirzepatida bagunçou o varejo".
SUS negocia: 10 mi obesos elegíveis. Custo R$10 bi/ano vs R$20 bi complicações. Matemática grita genérico.

Lilly contra-ataca: parcerias APIs seguras, mas PL viola TRIPS. Brasil histórico HIV: genéricos salvaram, mas royalties zero.

ANVISA adverte manipulados: tirzepatida "caseira" perigosa. Genéricos reais? 6 meses aprovação, como Ozempic.

Câmara 337x19: populistas vencem "inovadores". Eleição 2026? Plataforma "emagrecedores grátis".

Senado freia? PL 160/2026 idêntico. Interesse público = código para voto fácil.

Mounjaro superior: dual agonista GLP-1/GIP. 22,5% perda peso trials. Ozempic?

Genéricos nacionais: EMS/Prati exportam LATAM. Dependência Índia APIs? Calcanhar Aquiles.

EUA compra direta Lilly. Brasil? Quebra patente + subsídio SUS.

Efeitos Mounjaro: tireoide risco, mas superior. Genéricos testados? ANVISA cochila.

Mercado GLP-1 BR: R$10 bi 2025, dobra 2026 pós-quebra. Economia +R$50 bi produtividade.

Heringer aposta: herói genéricos. Contra: 19 "traidores Farma".

Lilly global: Zepbound US$ bilhões. Brasil PL? Insegurança afugenta investimento.

ANVISA acelera Mounjaro similares? Corrida bilionária.

SUS colapso obesidade: 1/4 BR 2030. Tirzepatida salvação patenteada.

EUA inspira quebra preços. BR radicaliza com compulsória.

Genéricos preço: R$1.700 > R$500. EMS lidera Biocon.

Farmácias +30% vendas. Varejo light boom.

PL Mounjaro precedente: Zepbound next. Farma grita socialismo.

Executivos Lilly: migração Ásia. BR rei genéricos ruins.
Dias contam: A patente do Mounjaro cai? Liberdade ou caos em Farma. Fique ligado.

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Ozempic: Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário

Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário
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Faltam poucos dias para o circo pegar fogo no Brasil farmacêutico. Em 20 de março de 2026, a patente do Ozempic – essa caneta milagrosa da Novo Nordisk que transformou executivos em influencers fitness – finalmente cai.

Treze farmacêuticas famintas já bateram à porta da ANVISA com dossiês para liberar genéricos da semaglutida. EMS, Biomm, Aché e cia. lambem os beiços para faturar bilhões enquanto a dinamarquesa chora.



Mas aí veio o plot twist digno de novela das nove: a Câmara dos Deputados, em regime de urgência, aprovou por 337 a 19 o PL 68/2026, pedindo a quebra da patente do Mounjaro da Eli Lilly. Interesse público? 

O herói dos genéricos, grita que "tirzepatida é essencial"! Preços atuais? R$1.200 a R$1.700 por caneta. Proibitivo para o povão, mas ouro para as big pharmas.



Enquanto isso, nos EUA, o presidente fitness de fast-food – anuncia subsídios para baratear Ozempic e Mounjaro. Compra direta do governo, acordos com farmacêuticas. Seria genialidade econômica?

Aqui no Brasil, o raciocínio é o mesmo: mais barato quebrar patentes e subsidiar do que bancar cirurgias bariátricas e UTIs lotadas de obesos. SUS gasta R$1,39 bilhão só com obesidade em 2018 – imagine 2026.
Obesidade não é moda, é bomba-relógio. 20% dos brasileiros adultos são obesos grau III. GLP-1 como semaglutida e tirzepatida cortam 15-20% do peso em um ano. Mas patentes? Barreiras criminosas.

Novo Nordisk tentou estender patente da semaglutida por 12 anos no STJ. Perdeu feio em dezembro 2025. INPI concedeu em 2019, após pedido de 2006. Demora burocrática? Culpa deles mesmos.

Eli Lilly ri por último: patente do Mounjaro (tirzepatida) vai até 2035. Mais potente que Ozempic, 40% market share em 2025. Mas Câmara quer licença compulsória. Revolução ou roubo?

Mercado de GLP-1 no Brasil explodiu: de 90% Novo Nordisk em 2024 para 40-40% com Mounjaro em 2025. Genéricos prometem queda de 60% no preço. Farmácias vibram: volume + margem.

Supermercados já mudam mix: menos refrigerantes, mais saladas prontas. Lojas de roupa? Tamanhos menores em alta. CEOs confessam: canetas emagrecedoras bagunçaram tudo.
SUS sonha com genéricos. R$307 por caneta similar (como liraglutida da EMS em 2025). De R$1.500 para R$400? Milhões de pacientes acessíveis. Mas quem paga a conta?

Big pharmas choram: inovação custa bilhões. Sem patentes, adeus P&D. Brasil vira paraíso de genéricos baratos, mas cópias indianas e chinesas dominam.

ANVISA acelera: três pedidos de similares Ozempic em análise. Biocon/Biomm já tem acordo para 2026. Corrida bilionária: mercado GLP-1 deve dobrar pós-patente.

Trump nos EUA força farmacêuticas a baixar preços. "Política pública, não estética", diz. Brasil copia? Ou vai além, com quebra total de patentes para "saúde do povo"?

Obesidade custa R$3,45 bi ao SUS em hipertensão/diabetes/obesidade (2018). Atualize para inflação + prevalência: fácil R$6 bi em 2026. Genéricos salvam ou quebram o caixa?

Genéricos não são cópias perfeitas. Farmácias de manipulação já vendem semaglutida "caseira" – ANVISA vetou em 2025 por falta de equivalência. Risco de fake news em canetas.
Câmara acelera PL: sem comissões, direto ao plenário. Senado? Interesse público é código para "populismo eleitoral pré-2026".

Novo Nordisk prepara contra-ataque: combinações patenteadas, Wegovy turbinado. Mas genéricos chegam primeiro. Market share cai 50% em um ano, preveem analistas.

Eli Lilly processa: quebra de patente viola TRIPS. Brasil já fez com HIV em 2007. História se repete: genéricos salvam vidas, mas matam lucros.

Farmácias de rede (Pague Menos, DPSP) estocam: EMS liraglutida a R$307 já vende como água. Pós-Ozempic, explosão de 300% em vendas GLP-1 genéricos.
Impacto em pharma nacional: EMS, Aché, Prati faturam alto. Exportação para Latam? Sonho. Mas dependência de APIs indianas é calcanhar de Aquiles.

SUS incorpora? Ministério da Saúde negocia com genéricos para 10 mi de obesos. Custo-benefício: R$10 bi/ano vs R$20 bi em complicações. Matemática simples.

Inspiração: EUA subsidia 50% para low-income. Brasil? Farmácia Popular 2.0 com GLP-1 grátis? Orçamento fumaçada eleitoral.
Patente Mounjaro: 2035 é longe, mas PL abre precedente. Próxima: Zepbound? Inovação morre? Ou preços caem para todos?

Consumidores vibram: adeus injeções semanais caras. Mas efeitos colaterais? Pancreatite, tireoide – genéricos testados? ANVISA dorme no ponto.

Mercado global: GLP-1 US$100 bi em 2025. Brasil 1% disso. Genéricos elevam para 5%. Economia gira: fitness, moda, alimentos light explodem.

Deputados: 337 votos pela urgência. Contra: 19 "defensores da inovação". Quem ganha eleição com patentes intactas?

Novo Nordisk fatura R$50 bi globais com Ozempic. Brasil? Migalhas. Genéricos democratizam, mas royalties zero para P&D futuro.

ANVISA sob pressão: aprova genéricos em 6 meses? Histórico HIV mostra sim. Mas segurança? Escândalos de manipulados assombram.

SUS colapsa sem ação: 1 em 4 brasileiros obesos em 2030. GLP-1 é bala de prata. Patentes? Luxo de primeiro mundo.

EUA promove "emagrecedores baratos". Brasil copia: PL vira lei em 2026? Aposta alta para Heringer.

Genéricos chegam: preço cai 60-70%. EMS lidera com Biocon. Novo Nordisk contra-ataca com combos patenteados.

Impacto farmácias: +30% vendas. Supermercados: -15% junk food. Economia real: R$50 bi/ano em produtividade (menos afastamentos).

Quebra patente Mounjaro: Senado freia? Ou Brasil vira "Índia da América Latina" em pharma? Jogada mestra ou tiro no pé?

Executivos pharma tremem: patentes caem como dominós. Inovação migra para Ásia. Brasil? Rei dos genéricos baratos.

Faltam poucos dias para o apocalipse patentário. Ozempic genérico liberta o povo das big pharmas. Ou enterra o futuro da medicina? Fique ligado.

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