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OZEMPIC: Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário

Faltam Poucos Dias! Apocalipse Patentário
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Faltam poucos dias para o circo pegar fogo no Brasil farmacêutico. Em 20 de março de 2026, a patente do Ozempic – essa caneta milagrosa da Novo Nordisk que transformou executivos em influencers fitness – finalmente cai.


Treze farmacêuticas famintas já bateram à porta da ANVISA com dossiês para liberar genéricos da semaglutida. EMS, Biomm, Aché e cia. lambem os beiços para faturar bilhões enquanto a dinamarquesa chora.


Mas aí veio o plot twist digno de novela das nove: a Câmara dos Deputados, em regime de urgência, aprovou por 337 a 19 o PL 68/2026, pedindo a quebra da patente do Mounjaro da Eli Lilly. Interesse público? Que piada.


O herói dos genéricos, grita que "tirzepatida é essencial"! Preços atuais? R$1.200 a R$1.700 por caneta. Proibitivo para o povão, mas ouro para as big pharmas.



Enquanto isso, nos EUA, o presidente fitness de fast-food – anuncia subsídios para baratear Ozempic e Mounjaro. Compra direta do governo, acordos com farmacêuticas. Seria genialidade econômica?


Aqui no Brasil, o raciocínio é o mesmo: mais barato quebrar patentes e subsidiar do que bancar cirurgias bariátricas e UTIs lotadas de obesos. SUS gasta R$1,39 bilhão só com obesidade em 2018 – imagine 2026.

Obesidade não é moda, é bomba-relógio. 20% dos brasileiros adultos são obesos grau III. GLP-1 como semaglutida e tirzepatida cortam 15-20% do peso em um ano. Mas patentes? Barreiras criminosas.

Novo Nordisk tentou estender patente da semaglutida por 12 anos no STJ. Perdeu feio em dezembro 2025. INPI concedeu em 2019, após pedido de 2006. Demora burocrática? Culpa deles mesmos.

Eli Lilly ri por último: patente do Mounjaro (tirzepatida) vai até 2035. Mais potente que Ozempic, 40% market share em 2025. Mas Câmara quer licença compulsória. Revolução ou roubo?

Mercado de GLP-1 no Brasil explodiu: de 90% Novo Nordisk em 2024 para 40-40% com Mounjaro em 2025. Genéricos prometem queda de 60% no preço. Farmácias vibram: volume + margem.

Supermercados já mudam mix: menos refrigerantes, mais saladas prontas. Lojas de roupa? Tamanhos menores em alta. CEOs confessam: canetas emagrecedoras bagunçaram tudo.

SUS sonha com genéricos. R$307 por caneta similar (como liraglutida da EMS em 2025). De R$1.500 para R$400? Milhões de pacientes acessíveis. Mas quem paga a conta?


Big pharmas choram: inovação custa bilhões. Sem patentes, adeus P&D. Brasil vira paraíso de genéricos baratos, mas cópias indianas e chinesas dominam.


ANVISA acelera: três pedidos de similares Ozempic em análise. Biocon/Biomm já tem acordo para 2026. Corrida bilionária: mercado GLP-1 deve dobrar pós-patente.


Trump nos EUA força farmacêuticas a baixar preços. "Política pública, não estética", diz. Brasil copia? Ou vai além, com quebra total de patentes para "saúde do povo"?

Obesidade custa R$3,45 bi ao SUS em hipertensão/diabetes/obesidade (2018). Atualize para inflação + prevalência: fácil R$6 bi em 2026. Genéricos salvam ou quebram o caixa?


Genéricos não são cópias perfeitas. Farmácias de manipulação já vendem semaglutida "caseira" – ANVISA vetou em 2025 por falta de equivalência. Risco de fake news em canetas.

Câmara acelera PL: sem comissões, direto ao plenário. Senado? Interesse público é código para "populismo eleitoral pré-2026".


Novo Nordisk prepara contra-ataque: combinações patenteadas, Wegovy turbinado. Mas genéricos chegam primeiro. Market share cai 50% em um ano, preveem analistas.



Eli Lilly processa: quebra de patente viola TRIPS. Brasil já fez com HIV em 2007. História se repete: genéricos salvam vidas, mas matam lucros.


Farmácias de rede (Pague Menos, DPSP) estocam: EMS liraglutida a R$307 já vende como água. Pós-Ozempic, explosão de 300% em vendas GLP-1 genéricos.

Impacto em pharma nacional: EMS, Aché, Prati faturam alto. Exportação para Latam? Sonho. Mas dependência de APIs indianas é calcanhar de Aquiles.

SUS incorpora? Ministério da Saúde negocia com genéricos para 10 mi de obesos. Custo-benefício: R$10 bi/ano vs R$20 bi em complicações. Matemática simples.


Inspiração: EUA subsidia 50% para low-income. Brasil? Farmácia Popular 2.0 com GLP-1 grátis? Orçamento fumaçada eleitoral.

Patente Mounjaro: 2035 é longe, mas PL abre precedente. Próxima: Zepbound? Pharma grita "socialismo". Inovação morre? Ou preços caem para todos?


Consumidores vibram: adeus injeções semanais caras. Mas efeitos colaterais? Pancreatite, tireoide – genéricos testados? ANVISA dorme no ponto.



Mercado global: GLP-1 US$100 bi em 2025. Brasil 1% disso. Genéricos elevam para 5%. Economia gira: fitness, moda, alimentos light explodem.



Deputados: 337 votos pela urgência. Contra: 19 "defensores da inovação". Quem ganha eleição com patentes intactas?


Novo Nordisk fatura R$50 bi globais com Ozempic. Brasil? Migalhas. Genéricos democratizam, mas royalties zero para P&D futuro.


ANVISA sob pressão: aprova genéricos em 6 meses? Histórico HIV mostra sim. Mas segurança? Escândalos de manipulados assombram.



SUS colapsa sem ação: 1 em 4 brasileiros obesos em 2030. GLP-1 é bala de prata. Patentes? Luxo de primeiro mundo.


Trump vence eleições com "emagrecedores baratos". Brasil copia: PL vira lei em 2026? Aposta alta para Heringer.


Genéricos chegam: preço cai 60-70%. EMS lidera com Biocon. Novo Nordisk contra-ataca com combos patenteados.


Impacto farmácias: +30% vendas. Supermercados: -15% junk food. Economia real: R$50 bi/ano em produtividade (menos afastamentos).


Quebra patente Mounjaro: Senado freia? Ou Brasil vira "Índia da América Latina" em pharma? Jogada mestra ou tiro no pé?


Executivos pharma tremem: patentes caem como dominós. Inovação migra para Ásia. Brasil? Rei dos genéricos baratos.


Faltam poucos dias para o apocalipse patentário. Ozempic genérico liberta o povo das big pharmas. Ou enterra o futuro da medicina? Fique ligado.

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