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IQVIA PMB® | As 25 Perguntas Que Todo Profissional da Indústria Farmacêutica Precisa Dominar Para Crescer no Mercado Brasileiro

IQVIA PMB® | As 25 Perguntas Que Todo Profissional da Indústria Farmacêutica Precisa Dominar Para Crescer no Mercado Brasileiro
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Em um mercado farmacêutico que movimentou aproximadamente R$ 160,7 bilhões em 2024 e comercializou mais de 6 bilhões de embalagens de medicamentos no Brasil, a capacidade de interpretar dados deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma exigência estratégica. Empresas que dominam inteligência de mercado conseguem identificar oportunidades antes dos concorrentes, otimizar investimentos promocionais e ampliar participação em categorias altamente disputadas.

Entre todas as ferramentas utilizadas pela Indústria Farmacêutica, poucas possuem tanta influência nas decisões comerciais, de marketing, acesso ao mercado, planejamento de demanda e definição de metas quanto o IQVIA PMB®. Seus indicadores orientam laboratórios nacionais e multinacionais, distribuidores, redes de farmácias, consultorias estratégicas e investidores que acompanham o desempenho do setor.

Compreender o funcionamento do IQVIA PMB® permite interpretar corretamente market share, evolução de vendas, desempenho competitivo, potencial de lançamentos e tendências terapêuticas. A seguir estão reunidas as 25 dúvidas mais frequentes sobre essa importante auditoria do mercado farmacêutico brasileiro, complementadas com informações práticas que ajudam a transformar dados em vantagem competitiva.

Quais são as 25 perguntas mais comuns sobre o IQVIA PMB® e suas respectivas respostas?

O que é o IQVIA PMB®? O que significa PMB?

PMB significa Pharmaceutical Market Brazil, ou Mercado Farmacêutico Brasileiro.

Trata-se da principal auditoria comercial utilizada pela Indústria Farmacêutica para monitorar o desempenho do mercado de medicamentos no país.

O que é exatamente essa ferramenta?

É um estudo contínuo e uma pesquisa de mercado que fornece um perfil comercial estatístico completo do setor farmacêutico.

Por meio dessa auditoria, empresas conseguem acompanhar movimentações de mercado, participação competitiva, tendências de crescimento e evolução de categorias terapêuticas.

Quem desenvolveu o PMB?

O PMB foi desenvolvido pela IMS Health®, empresa que posteriormente se fundiu e passou a operar globalmente sob a marca IQVIA®.

Atualmente, a IQVIA é reconhecida mundialmente como uma das principais referências em dados, tecnologia, pesquisa clínica e inteligência comercial para o setor de saúde.

O que o IQVIA PMB® mede?

IQVIA PMB® mede o volume e o valor financeiro das vendas de produtos farmacêuticos.

Essas informações permitem acompanhar crescimento, retração, ganho de participação e movimentações competitivas dentro de diferentes segmentos do mercado.

Qual é o foco principal do IQVIA PMB®?

O foco principal é o mercado de varejo farmacêutico, abrangendo farmácias e drogarias em todo o território nacional.

Esse segmento representa a maior parte da distribuição de medicamentos no Brasil e continua registrando crescimento consistente ano após ano.

Como os dados são coletados? De onde vêm os dados brutos?

Os dados são extraídos por meio da microfilmagem ou leitura eletrônica de notas fiscais emitidas dentro da cadeia farmacêutica.

O avanço da digitalização ampliou significativamente a qualidade e a velocidade da captura dessas informações.

Como funcionam as compras diretas?

IQVIA PMB® capta as notas fiscais provenientes das negociações realizadas diretamente entre o laboratório fabricante e a farmácia.

Esse modelo é bastante utilizado por grandes redes e contribui para análises detalhadas sobre estratégias comerciais da indústria.

Como funcionam as compras indiretas?

O sistema também capta notas fiscais referentes às vendas realizadas por distribuidores e atacadistas para drogarias e farmácias.

Esse fluxo é fundamental para compreender o abastecimento do varejo farmacêutico brasileiro.

Todos os produtos são rastreados?

IQVIA PMB® audita o mercado comercial de varejo ético e de genéricos, incluindo medicamentos e diversos produtos de saúde comercializados em farmácias.

A abrangência da auditoria permite análises bastante consistentes sobre comportamento de mercado.

A cobertura é nacional?

Sim.

Os dados coletados nos pontos de venda são projetados estatisticamente para representar todo o território nacional.

Essa característica torna o IQVIA PMB® uma das principais referências para planejamento estratégico e tomada de decisão.


Com qual frequência o IQVIA PMB® é publicado?

Os relatórios são disponibilizados mensalmente.

Essa periodicidade permite acompanhamento contínuo da evolução do mercado.

Quando os dados ficam disponíveis?

Normalmente os dados são publicados aproximadamente 35 dias após o encerramento do mês analisado.

Esse intervalo permite consolidação, validação e projeção estatística das informações.

Quais recortes de tempo são apresentados?

O relatório apresenta:

Dados isolados do mês.

Dados acumulados do ano.

Dados consolidados dos últimos 12 meses móveis.

Esses diferentes recortes ajudam a identificar tendências de curto, médio e longo prazo.

Como a informação é apresentada?

As informações geralmente são disponibilizadas em vendas projetadas, tanto em valor monetário quanto em unidades ou caixas comercializadas.

Esse formato facilita análises comerciais e comparações entre empresas, marcas e categorias.

Posso visualizar o mercado de diferentes formas?

Sim.

Os relatórios oferecem múltiplas segmentações, incluindo região geográfica, classe terapêutica, princípio ativo, fabricante, canal de distribuição e diversas outras perspectivas analíticas.

Aplicações práticas e terminologias

Para que serve o IQVIA PMB® na Indústria Farmacêutica?

IQVIA PMB® é a principal ferramenta para medir market share, analisar concorrência e definir estratégias de vendas.

Além disso, auxilia no planejamento de força de vendas, definição de territórios, análise de potencial, gestão de demanda, previsão de produção e avaliação de investimentos promocionais.

IQVIA PMB® substitui os dados de auditoria hospitalar?

Não.

IQVIA PMB® é focado no varejo farmacêutico.

Para vendas institucionais e hospitalares, a IQVIA® disponibiliza auditorias específicas, como a IQVIA DDH®, voltada para Dados de Demanda Hospitalar.

O que é PMS?

PMS significa Pharmaceutical Market Sales.

São as métricas de vendas utilizadas dentro do ecossistema analítico relacionado ao IQVIA PMB®.

Esses indicadores ajudam a acompanhar desempenho comercial em diferentes níveis de análise.

O que significa Sell-In no contexto do IQVIA PMB®?

Sell-In representa o volume de produtos vendidos pela indústria para distribuidores ou diretamente para o varejo.

Esse indicador é amplamente utilizado para planejamento de produção, logística e abastecimento.

O que significa Sell-Out no contexto do IQVIA PMB®?

Sell-Out representa o volume efetivamente vendido pelo varejo ao consumidor final.

Embora o IQVIA PMB® trabalhe principalmente com projeções derivadas das compras das farmácias, suas análises ajudam a estimar o comportamento real de consumo.

A diferença entre Sell-In e Sell-Out é uma das métricas mais observadas pelos gestores comerciais porque ajuda a identificar possíveis excessos ou faltas de estoque.

O que é PPP no contexto do IQVIA PMB®?

PPP significa Pharmacy Purchase Price, ou Preço de Compra da Farmácia.

Esse indicador representa o valor pago pela farmácia ao distribuidor ou laboratório.

O PPP é amplamente utilizado para análises de descontos, rentabilidade e competitividade comercial.

O varejo farmacêutico brasileiro movimentou aproximadamente R$ 158,4 bilhões em 2024 considerando esse critério de precificação.

O que é Preço PMC no contexto do IQVIA PMB®?

PMC significa Preço Máximo ao Consumidor.

Esse valor é regulamentado pela CMED, Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos.

O PMC funciona como referência para comercialização e para diversos cálculos financeiros utilizados pela Indústria Farmacêutica.

Qual é a importância da auditoria IQVIA PMB® para o Marketing?

A auditoria permite avaliar o sucesso de lançamentos, mensurar resultados de campanhas promocionais, analisar market share, acompanhar desempenho competitivo e estimar o tamanho total do mercado.

Com a crescente utilização de estratégias omnichannel e marketing baseado em dados, o IQVIA PMB® tornou-se ainda mais relevante para as equipes de marketing farmacêutico.

Os dados do IQVIA PMB® revelam a receita exata de um laboratório?

Não.

IQVIA PMB® fornece estimativas projetadas de alta confiabilidade amplamente aceitas pelo mercado.

Entretanto, a receita oficial e auditada de empresas de capital aberto deve ser consultada em demonstrações financeiras, relatórios anuais e documentos regulatórios divulgados aos investidores.

O que é o NCT no contexto do IQVIA PMB®?

NCT significa National Class Trade.

Trata-se de uma das metodologias utilizadas para classificação das classes terapêuticas dentro dos estudos e análises conduzidos pela IQVIA.

Essa classificação facilita comparações padronizadas entre diferentes segmentos terapêuticos e apoia análises estratégicas de mercado.

À medida que o mercado farmacêutico brasileiro continua crescendo em faturamento, volume e complexidade competitiva, a importância de plataformas de inteligência comercial também aumenta. O setor registrou crescimento superior a dois dígitos nos últimos anos, impulsionado por genéricos, biológicos, expansão das redes de farmácia, programas públicos de acesso a medicamentos e maior digitalização da jornada do paciente.

Nesse cenário, o IQVIA PMB® permanece como uma das principais fontes de informação para laboratórios farmacêuticos, distribuidores, gestores comerciais, profissionais de marketing, especialistas de acesso ao mercado e executivos que precisam transformar dados em decisões estratégicas de alta performance.



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Então: Você Deseja Ser um Representante da Indústria Farmacêutica? (Indústria Farmacêutica | Orientações para Consultores, Propagandistas e Representantes)

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Penetração de Mercado: A Métrica da Indústria Farmacêutica

Penetração de Mercado: A Métrica da Indústria Farmacêutica
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Então: Você Deseja Ser um Representante da Indústria Farmacêutica? (Indústria Farmacêutica | Orientações para Consultores, Propagandistas e Representantes)


Indústria Farmacêutica brasileira vive um dos períodos mais contraditórios da sua história recente. Nunca se investiu tanto em dados, CRM, inteligência comercial e automação analítica. Ainda assim, muitas empresas continuam incapazes de compreender uma verdade brutal: faturamento elevado não significa penetração relevante. O mercado cresceu, mas a lucidez estratégica claramente ficou para trás em inúmeras operações comerciais.


No teatro corporativo farmacêutico, Market Share continua sendo tratado como símbolo máximo de sucesso. Só existe um detalhe inconveniente: share isolado pode esconder fragilidade competitiva gigantesca. Empresas celebram crescimento nominal enquanto perdem espaço real em clusters estratégicos, regiões prioritárias e especialidades médicas críticas. O resultado é uma falsa sensação de liderança construída em cima de indicadores incompletos.


Dentro da lógica AIDA, poucas métricas conseguem gerar tanto impacto quanto Penetração de Mercado quando interpretada corretamente. Ela captura atenção porque revela onde a marca realmente existe; desperta interesse porque expõe falhas invisíveis nos territórios; cria desejo competitivo ao identificar oportunidades ocultas; e provoca ação imediata quando evidencia o tamanho do espaço perdido para concorrentes mais eficientes. É exatamente por isso que tantas empresas preferem ignorá-la.


Realidade desconfortável: existem laboratórios com faturamento bilionário e penetração ridiculamente baixa em determinadas regiões estratégicas do Brasil. Isso significa que o crescimento depende de concentração excessiva em poucos canais, poucos prescritores ou poucas redes varejistas. Traduzindo para o português corporativo: basta uma mudança competitiva para o castelo desmoronar rapidamente.


É exatamente nesse ponto que a Penetração desmonta narrativas fantasiosas criadas em reuniões executivas. Uma marca pode crescer em valor absoluto e, simultaneamente, perder relevância operacional. Se a distribuição não expande, se a cobertura médica não avança e se a presença territorial continua limitada, o crescimento vira apenas um pico temporário sustentado por pressão promocional ou reajuste de preço.


Laboratórios mais sofisticados já abandonaram há anos a obsessão exclusiva por volume bruto. O foco migrou para penetração qualificada, distribuição ponderada, cobertura efetiva e presença sustentável em pontos estratégicos. Crescer sem ampliar presença virou sinal clássico de fragilidade estrutural disfarçada de performance comercial.


Um dos maiores erros da Indústria Farmacêutica brasileira está na confusão entre distribuição e penetração real. Colocar produto no canal não significa garantir relevância competitiva. Muitos medicamentos chegam às farmácias, mas não conseguem giro, recomendação consistente ou recompra sustentável. Resultado: estoque parado maquiando indicadores internos.


Indicadores de penetração passaram a ganhar protagonismo especialmente após a explosão dos programas de fidelidade e do varejo farmacêutico digital. Hoje, redes conseguem identificar padrões de comportamento do consumidor em tempo quase real. Enquanto isso, parte da indústria continua operando como se bastasse aumentar visitação médica para garantir crescimento contínuo.


Zonas terapêuticas como diabetes, obesidade, oncologia e imunologia demonstram claramente essa transformação. O mercado deixou de premiar apenas força promocional. Agora, vence quem constrói acesso inteligente, disponibilidade consistente e experiência integrada para prescritores, pacientes e canais de distribuição.


Basta observar o avanço das grandes redes farmacêuticas brasileiras. Elas passaram de simples pontos de venda para centros sofisticados de inteligência comercial. Monitoram sell-out, comportamento regional, elasticidade de preço, adesão promocional e recorrência de compra com precisão quase cirúrgica. Muitas indústrias, ironicamente, ainda analisam relatórios com atraso de semanas.


Enquanto isso, empresas menores e mais ágeis começam a capturar territórios negligenciados pelas gigantes tradicionais. Utilizando segmentação inteligente, microterritorialização e campanhas hiperfocadas, esses players avançam silenciosamente sobre nichos altamente lucrativos que antes eram ignorados pelas grandes estruturas burocráticas.


Reuniões comerciais continuam recheadas de dashboards visualmente impecáveis e estrategicamente vazios. O problema não é falta de informação. O problema é excesso de vaidade analítica. Existe laboratório comemorando crescimento nacional enquanto perde presença justamente nas regiões mais críticas para sustentação futura do negócio.


Na prática, Penetração de Mercado se tornou um indicador brutalmente revelador porque elimina parte da maquiagem corporativa construída sobre números absolutos. Ela mostra onde a marca realmente consegue entrar, permanecer e consolidar relevância competitiva. E isso dói profundamente em operações acostumadas a viver apenas de volume.


Indústria Farmacêutica brasileira enfrenta agora uma mudança estrutural inevitável. Inteligência territorial, análise preditiva e monitoramento contínuo de penetração deixaram de ser luxo analítico. Viraram necessidade básica de sobrevivência competitiva. Quem não compreender isso rapidamente ficará refém de crescimento artificial e extremamente vulnerável.


Recentemente, mercados globais ligados à obesidade e terapias especializadas demonstraram um fenômeno interessante: empresas com maior penetração territorial sustentável conseguiram defender margens mesmo em ambientes extremamente competitivos. Já companhias focadas apenas em expansão agressiva de volume sofreram deterioração acelerada de rentabilidade.


Dados recentes do varejo farmacêutico brasileiro mostram uma concentração crescente nas grandes redes e plataformas digitais. Isso altera completamente a dinâmica de acesso ao consumidor final. Penetração deixou de ser apenas presença física. Agora envolve relevância digital, integração promocional, disponibilidade omnichannel e retenção inteligente de pacientes.


Em paralelo, indicadores tradicionais de produtividade da força de vendas começam lentamente a perder protagonismo isolado. Visitação médica sem inteligência territorial virou desperdício operacional sofisticado. Empresas mais eficientes já cruzam penetração, prescrição, sell-out e comportamento regional para tomar decisões quase em tempo real.


Se existe uma verdade desconfortável que a Indústria Farmacêutica ainda tenta esconder, ela é simples: muitas empresas não crescem porque são eficientes. Crescem porque o mercado inteiro está expandindo. E quando a Penetração de Mercado finalmente entra na equação, boa parte dessa suposta excelência comercial desmorona com velocidade constrangedora.


Logo abaixo estão reunidos TODOS os artigos referentes aos respectivos anos:




Série: Consultores, Propagandistas e Representantes

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Lei de Transparência - Minas Gerais regulamenta obrigando a Indústria Farmacêutica a declarar Relações com os Profissionais de Saúde


Lei de Transparência - Minas Gerais regulamenta obrigando a Indústria Farmacêutica a declarar Relações com os Profissionais de Saúde

O Governo de Minas Gerais regulamentou a Lei de Transparência que obriga as empresas da Indústria Farmacêutica a declararem suas relações com os Profissionais de Saúde.


O Estado de Minas Gerais deu o 1º passo em direção a tornar este relacionamento mais transparente promulgando a Lei nº 22.440 de 21/12/2016, regulamentada no fim de 2017 pelo Decreto nº 47.334. Um claro reflexo do Physician Payments Sunshine Act ou Sunshine Act.


Essa lei, inédita no Brasil, abrange as empresas atuantes nos processos de produção, fabricação, beneficiamento, distribuição e até comercialização de Medicamentos, além de órteses, próteses, equipamentos e implantes, que deverão comunicar a Secretaria de Estado de SaúdeSES de Minas Gerais, qualquer tipo de benefício ou doação, tais como brindes, passagens, inscrições em eventos, hospedagens, financiamento de etapas de pesquisa, consultorias e palestras, oferecidos para os Profissionais de Saúde com registro em conselhos de classe, bem como para seus familiares, acompanhantes e pessoas convidadas.

O regulamento prevê que as empresas da Indústria Farmacêutica listem até o último dia útil do mês de Janeiro de cada ano, declarando as informações referentes ao ano anterior no site disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde.

Além disso, o regulamento prevê um mecanismo de busca para que a população verifique os benefícios recebidos por cada profissional da área da saúde, com o objetivo de evidenciar o possível conflito de interesses na atuação médica.

O intuito é criar um ambiente transparente que permita que os pacientes tenham acesso às informações sobre a extensão do relacionamento entre os Profissionais de Saúde com as empresas da Indústria Farmacêutica, o que, certamente, será decisivo nas escolhas destes tratamentos e medicamentos indicados.

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