1. Zhou Songyang - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
2. Kevin Tracey - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
3. Ghyslain Mombo-Ngoma - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
4. Zhen Xu - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
5. Zev Williams - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
6. Karan Singhal - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
7. John Evans - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
8. Florent Geerts - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
9. Constance Lehman - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
10. Adam de la Zerda - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
11. Jonathon Whitton - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
12. Catarina Stueland - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
13. Darrell Irvine - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
14. Brian Bigger - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
15. Brian Ahmedani - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
16. Thierry Diagana - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
17. Robert F. Kennedy Jr. - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
18. Rosemary Mburu - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
19. Martin Fitchet - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
20. Vila Ilaria - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
21. Emil Lou e Emma Dimery - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
22. Joseph Turek - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
23. Kara Egan - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
24. Catarina Wu - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
25. Douglas Melton - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
26. Robert McFarland - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
27. Michelle Lujan Grisham - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
28. Tariro Makadzange - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
29. Lynn Kramer - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
30. Peter Sands - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
31. Mohamed Muizzu - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
32. Jo Feng - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
33. Jixun Lin - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
34. Delese Mimi Darko - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
35. David Ricks - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
36. Sabin Nsanzimana - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
37. Robert Davis - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
38. Jennifer Mensik Kennedy - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
39. Mike Doustdar - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
40. Daniel O'Day - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
41. A revista TIME revela a lista "TIME100 Saúde 2026", com os Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
42. Luciano Moreira - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
43. Nima Nassiri - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde
Uma terapia genética pioneira
A maioria das doenças genéticas congênitas tem opções de tratamento muito limitadas, já que afetam poucos bebês e os desenvolvedores de medicamentos não as priorizam. Em 2006, Brian Bigger, então professor da Universidade de Manchester e agora na Universidade de Edimburgo, começou a desenvolver uma terapia gênica para a síndrome de Hunter, uma condição rara e potencialmente fatal que pode levar a um declínio semelhante à demência, bem como à deterioração de outros sistemas orgânicos em crianças. O novo tratamento é especialmente desafiador porque envolve a inserção de um gene ausente, responsável pela produção de uma enzima essencial, nas células do cérebro do bebê. Em fevereiro de 2025, como parte do primeiro estudo clínico da terapia, um menino da Califórnia com síndrome de Hunter tornou-se o primeiro a receber infusões da terapia desenvolvida por Bigger. Agora com 3 anos de idade, seu quadro clínico melhorou drasticamente. "Ele tem quantidades enormes da enzima", diz Bigger. "Embora ainda seja cedo, isso é incrivelmente encorajador."

Brian Bigger, CEO da Promega, representa um perfil de liderança que o setor de ciências da vida ainda valoriza insuficientemente: o executivo comprometido tanto com a exceliência científica quanto com a missão de impacto social no longo prazo. A Promega tem papel discreto mas fundamental no ecossistema farmacêutico global - suas ferramentas de pesquisa em bioluminescência alimentam laboratórios em todos os estágios do pipeline. Para o Brasil, esse tipo de liderança corporativa de base científica é um modelo que os CEOs das farmacêuticas nacionais precisam desenvolver para competir no cenário de inovação em saúde que está se formando.
ResponderExcluirA trajetória de Brian Bigger é uma demonstração concreta de como empresas de tecnologia para ciências da vida criam valor estratégico muito além do que seus balancetes indicam. A Promega contribui para a ciência que gera os medicamentos do futuro, mas raramente aparece nos radares dos analistas de mercado farmacêutico. No contexto brasileiro, empresas que fornecem consumiveis laboratoriais, reagentes e plataformas de diagnóstico para o ecossistema de pesquisa nacional têm um papel estruturante ainda pouco reconhecido. O fortalecimento da capacidade de P&D nacional - seja via BNDES, Finep ou parcerias público-privadas - passa necessariamente por valorizar e investir nesse segmento intermediario que suporta toda a cadeia de inovação em saúde.
ResponderExcluirO reconhecimento de Brian Bigger no TIME100 Saúde 2026 também ilumina um aspecto pouco discutido no setor farmacêutico: a relação entre cultura organizacional e inovação sustentada. A Promega, sob a liderança de Bigger, manteve o foco em ciência de qualidade e propósito de longo prazo mesmo sob pressões de mercado que fragmentaram muitas outras empresas de biotech. Isso levanta uma questão essencial para as farmacêuticas brasileiras: como construir e preservar uma cultura de inovação genuina, especialmente em empresas já estabelecidas que precisam equilibrar o presente (portfólio de medicamentos maduros) com o futuro (investimento em P&D e transformação digital)? Essa é uma das perguntas estratégicas mais urgentes do momento para quem lidera empresas no nosso setor.
ResponderExcluirBrian Bigger, como CEO de uma empresa que trabalha com terapias para doenças de depósito lisossômico e doenças raras, personifica os desafios e oportunidades do segmento de medicamentos órfãos. No Brasil, onde a Lei 10.205/2001 e resoluções posteriores da ANVISA criam um regime especial para medicamentos órfãos, a discussão sobre pricing justo e acesso universal é extremamente sensivel. A pressão dos grupos de pacientes, a jurisprudencia de judicializçaão da saúde e os debates no CONITEC sobre custo por QALY em doenças raras de alta complexidade criam um ambiente desafiador para as empresas do segmento. Lideranças como a de Bigger, que conseguem navegar essas aguas com integridade e foco no paciente, são modelos para o setor no Brasil e globalmente. Artigo muito bem contextualizado.
ResponderExcluirA trajetória de Brian Bigger no setor de biotecnologia de doenças raras é emblemática da evolução do modelo de negócios farmacêutico no século XXI. De uma era dominada pelo blockbuster de massa para uma era de terapias ultra-personalizadas, o setor exige novos modelos de financiamento, acesso e parceria. No Brasil, o debate sobre compartilhamento de risco (Risk-sharing agreements) entre a indústria e o governo para medicamentos de alto custo ainda está em estágio incipiente, mas paises da OCDE já demonstram que é possível encontrar equilíbrio. As iniciativas de PACT (Protocolo de Acesso Condicional a Tecnologias) no Brasil são um passo nessa direção. A visão de Bigger sobre como garantir acesso sem destruir os incentivos à inovação é um tema que deverá pautar discussions no Ministério da Saúde e CONITEC nos próximos anos.
ResponderExcluirBrian Bigger e seu trabalho na genómica da doença cardiovascular representam uma área de crescente relevância estratégica para a indústria farmacêutica brasileira! As doenças cardiovasculares ainda são a principal causa de mortalidade no Brasil, representando mais de 380 mil óbitos/ano segundo os dados do DATASUS. As terapias baseadas em genômica e biomarcadores cardíacos que estão sendo desenvolvidas a partir de pesquisas como as de Bigger poderiam transformar radicalmente os algoritmos clínicos de tratamento da insuficiência cardíaca e da fibrilacão atrial no Brasil. Para as equipes de Medical Affairs e Market Access das farmacêuticas cardiovasculares no País, compreender essa trajetória de inovação é fundamental para antecipar requisições de novos biomarcadores nos protocolos do SUS e construir proposta de valor diferenciada.
ResponderExcluirBrian Bigger encarna o que significa liderar com você em contextos de alta complexidade e responsabilidade na saúde global. O trabalho de construção e manutenção de sistemas de saúde resilientes — especialmente em contextos de doenças raras e negligenciadas — exige uma combinação rara de visão estratégica, capacidade de mobilização de recursos e persistência di ante de obstaculos burocráticos e financeiros imensos. Para a indústria farmacêutica brasileira, o perfil de lideranças como Bigger é um sinal importante sobre o que o mercado global vai exigir nos próximos anos: executivos que consigam alinhar result ados financeiros com entrega de valor real para os sistemas de saúde, sejam eles públicos ou privados. Com a crescente pressão das agências pagadoras por comprovação de valor e com a CONITEC se tornando cada vez mais exigente em suas avaliações de incorporação tecnológica, as empresas que tiverem lideranças orient adas a resultado para o sistema de saúde, e não apenas para o acionista, terão uma vantagem competitiva sustentável. Brazil SFE mais uma vez entrega conteúdo de vanguarda com esta série!
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