#BrazilSFE #HealthTech #DigitalHealth #AIinHealthcare #MentalHealth #GlobalHealth #TIME100Health #HealthTech #AIinHealthcare #DigitalHealth #HealthLeadership #SabinNsanzimanaA TIME revelou a terceira edição anual da lista TIME100 Saúde, que reconhece as 100 pessoas mais influentes na área da saúde.
Sabin Nsanzimana
Como impedir um surto viral
Em setembro de 2024, o Dr. Sabin Nsanzimana, ministro da saúde de Ruanda, participava de um treinamento que simulava um surto de febre hemorrágica. Mais tarde naquele mês, ele e seus colegas se depararam com uma situação assustadoramente semelhante: em Kigali, um mineiro de estanho e sua esposa adoeceram com uma doença aguda que logo começou a se espalhar.
1. Peter Sands - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
2. Mohamed Muizzu - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
3. Jo Feng - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
4. Jixun Lin - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
5. Delese Mimi Darko - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
6. David Ricks - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
7. Sabin Nsanzimana - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
8. Robert Davis - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
9. Jennifer Mensik Kennedy - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
10. Mike Doustdar - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
11. Daniel O'Day - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
12. Luciano Moreira - Revista TIME100 Saúde 2026 - Líderes Mais Influentes do Mundo na Área da Saúde - Revista
Tratava-se do vírus Marburg, uma doença hemorrágica mortal com sintomas semelhantes aos do Ebola, que em surtos anteriores matou até 88% das pessoas infectadas. Nunca havia ocorrido um surto em Ruanda, mas Nsanzimana e seus colegas agiram rapidamente, rastreando contatos e realizando testes. Eles também entraram em contato com o Instituto Sabin de Vacinas, nos EUA (sem relação com Nsanzimana), que possui uma vacina contra o vírus Marburg em fase de testes clínicos. O instituto enviou mais de 1.700 doses experimentais da vacina para Ruanda, e uma campanha de vacinação logo estava em pleno andamento.
Em 20 de dezembro de 2024, o surto havia terminado. Dos 66 casos, apenas 15 pessoas morreram, e o vírus de Marburg foi impedido de se espalhar para além de Ruanda — uma prova da rápida atuação de Nsanzimana, que rendeu lições importantes para a prevenção de futuros surtos virais, as quais o Instituto Sabin já implementou em um surto ocorrido na Etiópia em 2025.
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