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2023 | Pharm Exec’s Top 50 Pharma Companies - As Top 50 Principais Empresas da Pharm Exec

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Série: Consultores, Propagandistas e Representantes


Com o ciclo de vendas extraordinárias impulsionado pelos produtos voltados à COVID-19 agora encerrado, um processo de reajuste está em curso entre as maiores produtoras globais de biopharma — redirecionando a atenção para novos caminhos no mercado de medicamentos prescritos e para as estratégias consistentes necessárias para navegar em um terreno de negócios repleto de desafios.


Dois Cenários em Paralelo


O levantamento anual das 50 maiores empresas biofarmacêuticas globais com base em receita de medicamentos prescritos — em sua 23ª edição — traça dois panoramas distintos quanto à trajetória do desempenho comercial e da direção de produto do setor. O primeiro é imediatamente visível nos dados: o desempenho de receita referente ao ano completo de 2022 captura o ponto de inflexão da queda acentuada dos produtos voltados à COVID-19. O segundo, perceptível quando se analisa o que está por baixo dos números, anuncia uma recalibração em curso, na qual as tendências de tratamento não pandêmicas, os vetores de mercado e os fatores macroeconômicos e geopolíticos voltam a ocupar o centro das atenções — moldando as perspectivas futuras e os potenciais movimentos no ranking nos anos à frente.


É precisamente a segunda narrativa que ainda está sendo escrita — e antecipar trajetórias no setor farmacêutico nunca é tarefa simples. Mas uma coisa parece certa: até o final desta década, a composição do ranking das 50 maiores deverá apresentar uma configuração bastante diferente da atual. Os dados do levantamento foram fornecidos em parceria com a Evaluate Ltd, e incluem os produtos mais vendidos de cada empresa e os investimentos totais em P&D.


Analistas do setor apontam que empresas como a Novo Nordisk e a Eli Lilly — em virtude de sua posição no lucrativo segmento dos agonistas do receptor de GLP-1, com potencial de explosão no mercado de perda de peso — provavelmente integrarão o top 10 do ranking em edições futuras. A Evaluate projeta que o mercado global de obesidade poderá alcançar cerca de US$ 50 bilhões até 2028, com uma taxa composta de crescimento anual de 36% até lá.


Outras áreas terapêuticas emergentes com potencial de reconfigurar o ranking nas próximas edições incluem as vacinas contra o vírus sincicial respiratório (VSR) — as primeiras delas, desenvolvidas pela GSK e pela Pfizer, foram recentemente aprovadas para adultos mais velhos —; a doença de Alzheimer, cujo mercado farmacológico é projetado para atingir US$ 13,7 bilhões nos oito principais mercados globais (EUA, França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Japão e China) até 2030; os novos conjugados anticorpo-fármaco (ADCs) para o tratamento oncológico, que podem endereçar limitações para pacientes que já utilizaram inibidores de PD-1 e PD-L1; bem como alternativas potencialmente mais eficazes para doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), atrofia geográfica (AG) e polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica.


Esses mercados em evolução, e as empresas desenvolvedoras neles envolvidas, não estão imunes às pressões econômicas vigentes, às pressões inflacionárias e às perturbações na cadeia de suprimentos que afetam a Indústria Farmacêutica de forma mais ampla. Entretanto, para as companhias de médio porte da grande Indústria Farmacêutica que buscam avançar para patamares mais elevados no ranking — e para os players menores que buscam ocupar o estrato intermediário —, o cenário atual pode representar uma janela de oportunidade. Esse potencial se mostra especialmente relevante diante dos recentes desenvolvimentos de alto perfil em fusões e aquisições e dos noticiários sobre escolhas operacionais difíceis que diversas empresas — grandes e pequenas — foram forçadas a tomar. Essas decisões incluíram desde demissões e cortes de unidades de negócio até iniciativas de "restrategização" e repriorização de pipelines.



Impactos das Fusões, Aquisições e do Ciclo COVID-19


2023 | Pharm Exec’s Top 50 Pharma Companies - As Top 50 Principais Empresas da Pharm Exec


No âmbito das fusões e aquisições, a decisão da Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) de entrar com ação judicial em maio para bloquear a aquisição prevista da Horizon Therapeutics pela Amgen por US$ 27,8 bilhões — anunciada originalmente em dezembro de 2022 — abalou o panorama de negociações, que havia apresentado recuperação considerável em 2023 após desacelerações significativas nos dois anos anteriores.


A sinalização enviada pelo movimento da FTC gerou apreensão generalizada em torno de grandes aquisições. O provável efeito é um aumento na frequência de transações entre empresas de médio porte, segmento que tende a suscitar menos preocupações do ponto de vista concorrencial e, ao mesmo tempo, intensifica a rivalidade com o grupo das maiores. A Amgen, que ocupa a 15ª posição no ranking — recuando uma colocação e registrando queda de 5,9% nas vendas em relação ao ano completo de 2021 — adicionaria, com a aquisição da Horizon, dois medicamentos de crescimento acelerado: o Tepezza, para doença ocular tireoidiana, e o Krystexxa, para gota refratária crônica. Os dois produtos combinados somaram quase US$ 2,7 bilhões em vendas em 2022, o que impulsionou a Horizon a estrear no ranking das 50 maiores na 42ª posição nesta edição.


Os grandes players da Indústria Farmacêutica com tratamentos de alto valor também enfrentam a perspectiva das negociações de preços pelo Medicare nos EUA, à medida que a Lei de Redução da Inflação — aprovada em agosto do ano anterior — começa a ser implementada nos próximos anos. Empresas como Pfizer, Roche, GSK, Merck & Co. e Bristol Myers Squibb (BMS) estão sob pressão particular para navegar nesse ambiente, cada uma buscando revitalizar seus respectivos pipelines e atenuar o impacto das expirações de patentes próximas e de longo prazo que ameaçam receitas futuras.


O volume financeiro das fusões e aquisições no setor biopharma poderia alcançar US$ 208 bilhões até o final do ano, segundo estimativas do banco de investimentos Stifel. No que tange à proposta de aquisição da Seagen pela Pfizer por US$ 43 bilhões, especialistas manifestam cautela quanto a possíveis obstáculos regulatórios. A Pfizer desfrutou de crescimento extraordinário nos dois anos anteriores, impulsionada pelo sucesso de sua vacina mRNA contra a COVID-19 — a Comirnaty, desenvolvida em parceria com a BioNTech — e de seu antiviral Paxlovid. Após um crescimento de 102% nas vendas de medicamentos prescritos entre 2020 e 2021, a Pfizer registrou um segundo salto expressivo em 2022, com alta de 26,7% para US$ 91,3 bilhões, mantendo a liderança do ranking pelo segundo ano consecutivo, com ampla margem. A Comirnaty cresceu 2,6% para US$ 37,8 bilhões, enquanto o Paxlovid, em seu primeiro ano de comercialização, gerou US$ 18,9 bilhões — aproximando-se do patamar do Humira da AbbVie (que atingiu seu maior volume anual histórico em 2022, com US$ 21,2 bilhões) e do Keytruda da Merck (US$ 20,9 bilhões), os medicamentos não-vacinas de maior faturamento até aquele momento.


A BioNTech, com sede na Alemanha, ingressou no ranking das 50 maiores nesta edição na 47ª posição, graças à sua participação de US$ 3,4 bilhões nas receitas da Comirnaty. A Novavax, sediada em Maryland, também aparece no ranking, ocupando a última vaga, com US$ 1,6 bilhão em receita gerada por sua vacina proteica contra a COVID-19, a Nuvaxovid. A Moderna havia ingressado no ranking um ano antes com maior destaque, assegurando a 18ª posição com vendas de US$ 17,7 bilhões em 2021 para a Spikevax — sua vacina mRNA contra a COVID-19 —, totais que cresceram para US$ 18,4 bilhões em 2022, mantendo a empresa na 18ª posição.


A queda acentuada na demanda por produtos e testes para a COVID-19, entretanto, já havia impactado todos os players envolvidos, agravada pela transição do modelo de venda direta a governos para a comercialização junto a prestadores de serviços de saúde. Projeções da Evaluate Ltd indicavam que os totais de receita de medicamentos prescritos da Pfizer deveriam recuar para US$ 58 bilhões no ano completo de 2023, e os da Moderna para US$ 9,5 bilhões. Nesse contexto, qualquer entrave à operação Pfizer-Seagen seria desfavorável para a empresa em sua busca por recompor as perdas decorrentes do declínio dos produtos COVID. A transação teria como efeito dobrar o portfólio oncológico em fase inicial da empresa.


O escrutínio regulatório recente pode sinalizar uma tendência mais ampla de maior rigor por parte das autoridades antitruste norte-americanas na análise de grandes fusões no setor. Negociações mais recentes de grande porte, como as uniões entre BMS e Celgene e entre AbbVie e Allergan, resultaram em incrementos de 9% e 24% nas vendas de medicamentos prescritos ano a ano para BMS e AbbVie, respectivamente. A AbbVie mantém a 2ª posição no ranking com crescimento de 2,1% para US$ 56,2 bilhões.


A aquisição da Alexion Pharmaceuticals pela AstraZeneca por US$ 39 bilhões, concluída em julho de 2021, também merece destaque. Com a Alexion — que havia ocupado a 42ª posição no ranking anterior de forma independente — totalmente integrada à AstraZeneca ao longo de 2022, esta última avançou uma posição para a 8ª colocação e registrou o maior crescimento em receita de medicamentos prescritos do grupo, além da Pfizer, expandindo 19% para US$ 43 bilhões (com o Soliris, desenvolvido pela Alexion para a rara doença sanguínea hemoglobinúria paroxística noturna, respondendo por US$ 3,8 bilhões). O segundo maior crescimento percentual foi da Merck, com alta de 14,7% para US$ 49,6 bilhões, avançando duas posições para o 5º lugar, liderada por uma expansão de 21,8% para o Keytruda — aprovado então para 34 indicações oncológicas.


A Sanofi trocou de posição com a AstraZeneca no ranking desta edição, mas registrou crescimento de 3,6% na receita de medicamentos prescritos, impulsionado por uma alta de 42% para US$ 8,9 bilhões do Dupixent, seu anticorpo monoclonal para doenças de pele. O produto recebeu aprovação na Europa em março como a primeira terapia-alvo para lactentes com dermatite atópica grave, e dados promissores de Fase III para DPOC abrem perspectivas de uma nova indicação de vários bilhões de dólares.



Movimentos Relevantes no Ranking


A Johnson & Johnson e a Novartis trocaram de posições em relação ao levantamento anterior, ocupando, respectivamente, a 3ª e a 4ª colocações. A receita de medicamentos prescritos da J&J em 2022 cresceu o suficiente para superar a marca de US$ 50 bilhões, atingindo US$ 50,2 bilhões. Em abril, a empresa anunciou a reestruturação de sua unidade de doenças infecciosas, incluindo o encerramento de seu programa de vacina para adultos contra o VSR e projetos nas áreas de HIV e hepatite. Em contrapartida, a J&J aumentou seus gastos em P&D em 20%, para US$ 14,1 bilhões — ficando atrás apenas da Roche, que investiu US$ 14,8 bilhões, mantendo a liderança em volume de investimento em pesquisa. A Novartis também efetuou cortes em seu pipeline, eliminando 10% de seus ativos, incluindo 10 programas de desenvolvimento oncológico. A empresa, que planejava separar sua divisão de genéricos — a Sandoz — no segundo semestre do ano, revisou sua perspectiva de vendas para o ano completo de 2023 após registrar crescimento de 3% no lucro líquido no primeiro trimestre.


A Roche registrou queda de 2,8% para US$ 47,9 bilhões em receita de medicamentos prescritos, ocupando a 6ª posição. Sua historicamente sólida franquia de câncer em HER2 enfrenta pressão crescente de concorrentes com terapias-alvo, como o Enhertu, desenvolvido pela AstraZeneca e pela Daiichi Sankyo, aprovado nos EUA em maio de 2022 como terapia de segunda linha para câncer de mama HER2-positivo. A empresa também foi atingida por reveses clínicos em seu programa de inibidores de checkpoint anti-TIGIT e em seu anticorpo anti-amiloide candidato para o Alzheimer. A BMS manteve estabilidade em sua receita de medicamentos prescritos em 2022, ocupando a 7ª posição com US$ 45,4 bilhões, sustentada por US$ 11,8 bilhões provenientes do anticoagulante Eliquis. A empresa firmou recentemente um acordo de desenvolvimento com a Tubulius — sediada em Munique — que pode totalizar mais de US$ 1 bilhão, evidenciando o interesse crescente pelo potencial dos ADCs.


A GSK manteve a 10ª posição com crescimento de 14,4% para US$ 38,3 bilhões, impulsionada pela disparada nas vendas de sua vacina contra o herpes-zóster, a Shingrix (alta de 56,3% para US$ 3,7 bilhões). No segmento de VSR, a construção do mercado para as vacinas da GSK (Arexvy), Pfizer (Abrysvo) e potenciais produtos subsequentes — incluindo um candidato de mRNA da Moderna — deverá ser gradual, uma vez que esses produtos precisarão superar desafios complexos de reembolso e a resistência convencional a vacinas.


GLP-1: Perspectivas de Crescimento Explosivo


A Eli Lilly e a Novo Nordisk são duas organizações que se encontram imediatamente abaixo do top 10, mas em trajetória de ingresso iminente. A Lilly — que detém a segunda maior capitalização de mercado do setor no período, atrás apenas da J&J — tem atraído atenção especial em dois segmentos terapêuticos. Em resultados de ensaios clínicos pivotais de Fase III divulgados em maio, o anticorpo anti-amiloide experimental donanemab demonstrou desaceleração do declínio mental e físico em pacientes com Alzheimer em estágio inicial. O principal vetor de crescimento da empresa, no entanto, reside nos mercados de diabetes e obesidade: seu agonista dual de receptor GIP/GLP-1, o Mounjaro — aprovado no ano anterior para diabetes tipo 2, gerando pouco mais de US$ 1 bilhão em seus primeiros três trimestres completos —, está posicionado para rivalizar com o Wegovy da Novo Nordisk no tratamento da obesidade, uma vez obtida a aprovação para essa indicação. Projeções da Evaluate estimam vendas combinadas do Mounjaro de US$ 17 bilhões em 2028, com previsão de receita total da Lilly de US$ 48 bilhões naquele ano — um crescimento de 88% em relação aos US$ 25,5 bilhões registrados em 2022, quando a empresa ocupou a 13ª posição no ranking.


A Novo Nordisk concluiu o ano em posição muito próxima, com receita de medicamentos prescritos de US$ 25,4 bilhões, destacando-se o crescimento de 59,7% do Ozempic (semaglutida em dose menor, indicada para diabetes) para US$ 8,6 bilhões. Projeções da Evaluate indicam que a Novo Nordisk — que vem diversificando ativamente seu portfólio terapêutico — poderá atingir US$ 49 bilhões em receita de medicamentos prescritos em 2028, valor que a colocaria na 6ª posição no ranking desta edição.



Outros Movimentos Notáveis


Entre outros destaques do ranking desta edição, merece menção o avanço da Boehringer Ingelheim, que subiu duas posições — da 18ª para a 16ª — e totalizou US$ 19,5 bilhões em receita de medicamentos prescritos, impulsionada por um crescimento próximo ao dobro para o Jardiance, medicamento para diabetes tipo 2, que atingiu US$ 6,2 bilhões. A CSL escalou para a 20ª posição com crescimento de 25,7%, e a Bausch Health Companies avançou cinco colocações, da 34ª para a 29ª, sustentada por expansão de 33,4% nas vendas.


Além da BioNTech e da Novavax, outros novos ingressantes no ranking das 50 maiores incluem a Perrigo Company, na 32ª posição; a Chugai Pharmaceutical, na 35ª; e a Incyte, na 49ª.


Série: Consultores, Propagandistas e Representantes


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