Calcular o yield pode parecer uma tarefa de cientista maluco para quem está começando no universo dos investimentos. A boa notícia é que, na verdade, é bem simples. O yield é apenas uma forma de expressar a rentabilidade de um ativo financeiro, seja ele uma ação, fundo imobiliário ou até um título de renda fixa. E como todo bom número que se preze, ele tem uma fórmula que pode ser facilmente memorizada. Para começar, basta dividir o valor dos dividendos recebidos pelo preço do ativo e multiplicar por 100. Parece fácil, né? Vamos ver na prática.
Introdução ao Yield:
- O que significa o Yield?
- O que é Yield de Fundo Imobiliário?
- Qual o Yield ideal?
- Como se calcula o Yield?
- Como saber se o Dividend Yield é bom?
- Como o Yield Funciona?
- Qual é a Importância do Yield para os Investimentos?
- Para que Serve o Yield?
- Quais são os tipos de Yield?
- Quais as vantagens da utilização do Yield?
Imaginemos que você tenha uma ação que pague R$ 10,00 de dividendos ao ano e o preço da ação seja de R$ 100,00. O cálculo do yield seria simples: 10 dividido por 100, vezes 100. O resultado? Um belo yield de 10%. Isso significa que, para cada R$ 100,00 investidos, você ganharia R$ 10,00 de rendimento. Se você gostou dessa ideia, parabéns, porque yield é isso: medir o quanto o seu investimento está gerando de retorno. Agora, não caia na tentação de achar que o yield é tudo na vida. Um bom investidor sabe que existe muito mais por trás dessa métrica.
Uma questão interessante surge aqui: o que acontece se o preço do ativo mudar? Se o preço da ação subir, o yield diminui, porque o valor dos dividendos permanece o mesmo, mas você precisará de mais dinheiro para comprá-la. Em contrapartida, se o preço do ativo cair, o yield sobe, tornando o ativo aparentemente mais atrativo. Por isso, sempre vale lembrar que o yield não deve ser analisado isoladamente. Às vezes, um yield alto pode parecer tentador, mas também pode ser sinal de que o preço do ativo está baixo por algum motivo, como uma empresa em dificuldades financeiras.
E como calcular o yield em diferentes contextos? O yield de dividendos é o mais comum, mas existem outros tipos. Por exemplo, o yield de um título de renda fixa é calculado com base nos juros pagos sobre o valor investido, e o yield de fundos imobiliários vem da distribuição de rendimentos dos imóveis no portfólio do fundo. Cada tipo de yield possui suas peculiaridades, e é importante entender qual é o que mais se adapta à sua estratégia de investimento. Afinal, você não quer ficar preso a um único tipo de investimento, né? Diversificação é a chave!
Outro ponto fundamental ao calcular o yield é o período em que ele é calculado. O yield pode ser anual, mensal ou até mesmo trimestral, dependendo do ativo. Por isso, sempre verifique o período de referência do yield para não ser pego de surpresa. Afinal, se você calcular o yield de um ativo em um mês, e o preço da ação disparar no mês seguinte, o seu cálculo inicial pode não ser mais relevante. Portanto, sempre tenha em mente a consistência temporal do cálculo para que sua avaliação seja precisa.
Em resumo, o yield é uma das ferramentas mais úteis para medir o retorno de seus investimentos, mas, como toda ferramenta, precisa ser usada com sabedoria. Não basta olhar apenas para o número – é preciso entender o contexto em que ele foi gerado e a estratégia de investimento por trás disso. O cálculo é simples, mas a análise é profunda. Se você dominar essa métrica e usá-la junto com outros indicadores financeiros, pode ter certeza de que estará mais preparado para tomar decisões inteligentes e estratégicas no mercado financeiro. Quem sabe, até transformando-se no investidor mais sagaz da sua roda de amigos (não se esqueça de mostrar esse artigo para eles, ok?).
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