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KOLs e Medicina Baseada em Valor: Como o Representante Farmacêutico Entra na Nova Agenda da Saúde

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A medicina baseada em valor (value-based healthcare) vem ganhando espaço no mundo e no Brasil, e KOLs têm papel fundamental na discussão de desfechos, indicadores e qualidade de cuidado. Nessa abordagem, o foco sai do volume de procedimentos e vai para o resultado clínico por custo. A indústria farmacêutica precisa se adaptar a essa visão, e o representante é parte dessa transição.

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KOLs engajados em modelos baseados em valor avaliam terapias segundo sua capacidade de melhorar desfechos relevantes, como redução de internações, controle de doença e qualidade de vida. Eles influenciam protocolos, programas de gestão de doenças crônicas e negociações com pagadores. O PMR que entende essa lógica consegue conversar com esses líderes em outro patamar.

Dados mostram que pilotos de modelos baseados em valor, envolvendo KOLs, têm se expandido em doenças crônicas como diabetes, cardiologia e oncologia. A indústria passa a oferecer não apenas o medicamento, mas também soluções de monitoramento, programas de apoio ao paciente e ferramentas digitais para coleta de desfechos. O representante pode ser o canal que leva essas ofertas ao consultório.

Isso exige que o PMR desenvolva vocabulário orientado a desfechos: falar de redução de mortalidade, controle de parâmetros clínicos e impacto em reinternações, e não apenas em eficácia de estudo randomizado. KOLs valorizam quando percebem que a conversa vai além da bula e considera a realidade da linha de cuidado. Essa abordagem reforça a imagem de parceiro estratégico.


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Ao mesmo tempo, a medicina baseada em valor frequentemente envolve acordos complexos entre indústria, pagadores e prestadores de serviço, algo que foge do escopo direto do representante. Seu papel é levantar informações de campo, entender como os KOLs enxergam possibilidades de novos modelos e trazer esse feedback estruturado para a empresa. Essa ponte pode gerar projetos inovadores de acesso e de gestão de doenças.

Para KOLs, parcerias bem estruturadas em value-based healthcare permitem testar modelos mais eficazes de cuidado, com foco real no paciente. Eles tendem a valorizar empresas que se dispõem a medir resultados e ajustar estratégias com base em dados de mundo real. O representante que apoia essa agenda ganha lugar cativo nas discussões de futuro da saúde.

Ao entrar na medicina baseada em valor, o representante farmacêutico amplia radicalmente sua atuação: deixa de falar apenas de produtos e passa a discutir modelos de cuidado. Em um cenário de pressão por eficiência, esse tipo de profissional será cada vez mais procurado por empresas que queiram se manter relevantes.

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